<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106</id><updated>2012-02-16T04:49:34.390-08:00</updated><category term='music. bodyspace'/><category term='Cinema'/><category term='gordurama'/><category term='literatura'/><category term='news'/><category term='Variadas'/><category term='bodyspace'/><category term='notícias'/><category term='music'/><category term='music. gordurama'/><category term='YouTube'/><category term='música'/><category term='esporte'/><category term='T.I.'/><title type='text'>.:: BloG DownZ : Maior BloG de Diversidades do País :.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>.BrunO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14032297384287726365</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>288</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1943617958586828618</id><published>2007-09-03T13:52:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T13:54:45.460-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Dead Man</title><content type='html'>&lt;img src="http://img405.imageshack.us/img405/7395/deadman11pd3.jpg" width="270"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu estava escrevendo um artigo sobre Neil Young em 1995, quando li que ele estava trabalhando na trilha sonora de um filme do Jim Jarmusch. E na época eu li que ele compôs todas as músicas enquanto assistia ao filme Dead Man num telão. A guitarra de Young até parece um trabalho de improviso, mas os acordes se encaixam perfeitamente em cada cena do filme. A música de Neil Young é o arremate perfeito para um filme perfeito. Uma obra-prima, na minha opinião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dead Man é um western em preto &amp; branco. O contador William Blake [Johnny Deep] pega um trem em sua cidade natal, Cleveland, e parte para o oeste onde ele tem uma possibilidade de um emprego. Tudo dá errado. Ele não consegue o trabalho e ainda mata o filho do todo-poderoso da cidade em auto-defesa. E foge. Blake é perseguido, ferido, encontra um índio chamado Nobody [Gary Farmer], que acredita que Blake é o poeta inglês e que se torna um guia espiritual na sua jornada do contador de encontro à morte. O filme é cheio de metáforas, poesia, detalhes curiosos, chocantes e engraçados. A fotografia é belíssima, a música é perfeita, os atores estão impecáveis. Muitas aparições breves, como as de Iggy Pop, Gabriel Byrne, Robert Mitchum, John Hurt, Alfred Molina e Billy Bob Thornton. ' '&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O índio Nobody cita pedaços das poesias de William Blake durante o filme. Algumas cenas são intrigantes e remetem ao fato de que Blake está morto ou morrendo. Nobody sempre pergunta se ele " tem tabaco" ouvindo sempre a mesma resposta "não, eu não fumo". O tabaco é uma oferta espiritual que os índios colocam junto com seus mortos. '&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dead Man tem cenas hilárias, como os bandidos discutindo o que Blake fazia com seu cabelo para mantê-lo tão macio. Entre eles, Iggy Pop, vestido de mulher. Jarmusch também presta homenagem à Lee Marvin, com dois personagens carecas idênticos, chamados Lee e Marvin. O filme tem algumas cenas grotescas [um dos perseguidores de Blake comendo o braço assado do seu companheiro], outras poéticas [Blake deitando no chão ao lado de um pequeno cervo morto] e muitas cenas simbólicas ou simplesmente bonitas. '&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro encontro entre Bill Blake e Nobody, o índio pergunta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- did you kill the white man who killed you?&lt;br /&gt;'&lt;br /&gt;E Blake responde:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- i am not dead. '&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1943617958586828618?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1943617958586828618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1943617958586828618' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1943617958586828618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1943617958586828618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/09/dead-man.html' title='Dead Man'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6122342016137796205</id><published>2007-08-31T16:50:00.001-07:00</published><updated>2007-08-31T16:50:59.908-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Ghost World - Mundo Fantasma</title><content type='html'>&lt;img src="http://img490.imageshack.us/img490/6109/posterji5.jpg" width="250"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um daqueles filmes que passou injustamente despercebido em 2002, Ghost World - Mundo Fantasma destacou-se, contudo, como um dos mais surpreendentes desse ano, tornando-se instantaneamente numa obra de culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora seja um filme norte-americano sobre adolescentes, não cai no caminho mais óbvio e convencional das piadas fáceis e referências a sexo de 2 em 2 minutos, recusando igualmente personagens baseadas em estafados clichés. Adaptando para a sétima arte a obra de banda-desenhada homónima de Daniel Clowes - um dos mais estimáveis autores underground norte-americanos -, Terry Zwigoff apresenta um filme que diverge em tudo da lógica dos tradicionais comics de super-heróis que têm marcado grande parte da produção cinematográfica recente made in USA.&lt;br /&gt;Aqui não há efeitos especiais impressionantes nem intrépidos protagonistas, mas um universo minimalista povoado por gente normal que vive um quotidiano melancólico e pouco reluzente. Assim, foca-se aqui a alienação, o consumismo ou as (sub)culturas urbanas vistas pela óptica de duas adolescentes desalinhadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enid (Thora Birch, de Beleza Americana) é uma jovem inteligente e criativa que, ao terminar o liceu, questiona quais as perspectivas para o seu futuro e os rumos a seguir numa nova fase da sua vida. Acompanhada pela sua melhor (e única?) amiga Rebecca (Scarlett Johansson, antes do boom de Lost in Translation - O Amor é um Lugar Estranho), Enid vive um tenso processo de crescimento onde a chegada da idade adulta está cada vez mais próxima, trazendo uma carga de responsabilidades e escolhas que devem ser feitas.&lt;br /&gt;As duas amigas, quase sempre afastadas dos colegas, nunca estiveram muito interessadas em integrar-se, mas pela primeira vez apercebem-se de que talvez devam - ou terão de - fazê-lo. Valerá a pena? E qual o preço a pagar pela integração?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terry Zwigoff combina eficazmente drama e comédia, tornando Ghost World - Mundo Fantasma numa obra que segue a melhor tradição das dramedies características de domínios do cinema indie. Irónico e sarcástico sem deixar de ser genuíno e emotivo, o filme é um intenso retrato da realidade mundana e monótona dos subúrbios, onde jovens outcasts isolados lidam com o desencanto de ambientes vincados pela inércia.&lt;br /&gt;A espaços, surge por aqui o humor ácido próximo da série de animação Daria, da MTV, embora a película de Zwigoff seja mais profunda e intimista. O ritmo da narrativa é, por vezes, demasiado lento e arrastado, mas acompanha bem os cenários de monotonia e tédio que envolvem as personagens, dotando o filme de um realismo simultaneamente envolvente e claustrofóbico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ghost World - Mundo Fantasma é um incomum olhar sobre os nerds e os falhados que, apesar do seu potencial, acabam por ser sempre ignorados ou desprezados e, por isso, são quase invisíveis, como fantasmas. Com uma vida social quase nula, tornam-se gradualmente incapazes de estabelecer laços e relações com os que os rodeiam, habitando áridas esferas de solidão. Enid, mais do que Rebecca, incorpora esses elementos, e quando tenta aproximar-se de alguém apercebe-se de que é usada e magoada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos mais entusiasmantes e memoráveis filmes norte-americanos recentes, Ghost World - Mundo Fantasma é uma discreta pérola que expõe com sensibilidade e alguma crueza a vertente angustiante, dolorosa e solitária do processo de crescimento, juntando-se a títulos igualmente recomendáveis como Donnie Darko de Richard Kelly, L.I.E. de Michael Cuesta, Elephant de Gus Van Sant ou SubUrbia, de Richard Linklater.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;® Gonçalo Sá&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6122342016137796205?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6122342016137796205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6122342016137796205' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6122342016137796205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6122342016137796205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/ghost-world-mundo-fantasma.html' title='Ghost World - Mundo Fantasma'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3480338920474827305</id><published>2007-08-31T16:47:00.000-07:00</published><updated>2007-08-31T16:49:42.539-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Teenage angst</title><content type='html'>&lt;img src="http://img490.imageshack.us/img490/793/ghost20worldbn4.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ghost World de Terry Zwigoff é uma adaptação da banda desenhada de Daniel Clowes, que se tornou digna de um certo culto aquando da sua estreia em 2001. Sendo desconhecedora dos comics, a minha análise focar-se-á apenas no filme.&lt;br /&gt;O argumento retrata com um olhar certeiro e sem concessões a estranheza de ser jovem, mas não um qualquer jovem. Enid (uma fantástica Thora Birch) é uma jovem com uma veia artística acentuada mas simplesmente sem vontade alguma de aturar uma sociedade medíocre. Com uma cultura extraordinária e uma tendência para dizer tudo o que pensa - que obviamente lhe acarreta uns quantos dissabores - Enid é um retrato credível de uma rapariga que não sabe o que quer mas sabe muito bem o que não quer. A sua única amiga, Rebecca (uma Scarlett Johansson pré-Lost in Translation) partilha da sua revolta mas acaba por agir com um pouco mais de sensatez que a impetuosa Enid. No entanto, a amizade das duas vai ser abalada com a crescente proximidade de Enid e Seymor (Steve Buscemi, sempre bem), um coleccionador de discos de vinyl muito mais velho que ela mas igualmente falhado.&lt;br /&gt;O que é mais notável em Ghost World é indubitavelmente a ironia corrosiva das duas protagonistas, em especial Thora Birch. Nunca a inadaptação foi tão fascinante mas, ao mesmo tempo, tão acutilante. É eximiamente retratado aquele limiar da vida em que nos aperecebemos de que temos de fazer algo para ser algo, em que pensar num qualquer futuro se impõe para que também nós não nos deixemos vencer por tudo o que criticávamos, caindo numa letargia detestável. O despertar de um mundo fantasma para a vida na qual algum dia nos temos de incluir. E aqui a personagem do homem que espera pelo autocarro é uma metáfora lindíssima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma caracterização das personagens centrais extremamente convincente, tal é, no entanto, um pouco descurado nas personagens secundárias, como a professora interpretada por Illeana Douglas ou Josh, trazido ao ecran por Brad Renfro.&lt;br /&gt;Destaque para o guarda-roupa de Thora Birch, muito bom e para a banda sonora, respeitadora da profundidade que o filme encerra e que pode ser ignorada à primeira vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, um retrato magistral de uma certa juventude, servido por actores com muito estilo. Convence!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3480338920474827305?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3480338920474827305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3480338920474827305' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3480338920474827305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3480338920474827305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/teenage-angst.html' title='Teenage angst'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-2436281187422154949</id><published>2007-08-27T08:46:00.000-07:00</published><updated>2007-08-27T08:49:19.220-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>FRENESI (Frenzy)</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.ailtonfotos.blogger.com.br/frenesi.jpg" width="200"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como seria bom se todos os filmes de Alfred Hitchcock tivessem o mesmo tratamento em DVD que os lançados pela Universal tiveram. Até mesmo os filmes menos brilhantes do mestre receberam um documentário de respeito, abordando aspectos interessantíssimos da obra. Da vez anterior eu tinha me deliciado com o documentário sobre TOPÁZIO (1969), que fez com que eu passasse a gostar mais do filme, apesar de seus problemas. Agora, com a oportunidade de rever FRENESI (1972), a última obra-prima de Hitch, conferi o ótimo documentário de 44 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laurent Bouzereau, o genial produtor dos documentários, aparece dessa vez fazendo até uma piadinha com uma gravata, que no filme é a arma do crime do maníaco. FRENESI foi um alívio para Hitch, que estava triste com o fracasso de TOPÁZIO e reclamava das mudanças do cinema feito em Hollywood. Por isso, ele retornou à Inglaterra e recrutou atores praticamente desconhecidos, como se recrutasse carpinteiros. Isto é, bastava fazer um bom trabalho. Ele não precisava de astros. O ator mais famoso do elenco é talvez John Finch, que tinha acabado de fazer MACBETH, de Roman Polanski, mas na época de seu recrutamento o filme nem tinha estreado ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos que foram chamados por Hitch para trabalhar no filme receberam a notícia como uma dádiva divina. Imagina uma pessoa que não tem nenhuma relação com Hollywood ter a chance de trabalhar com o mestre do suspense! Por isso que quando vemos todo o elenco do filme, assim como o roteirista Anthony Shaffer, relembrando o momento com certo deslumbramento, temos certeza que o motivo é mais do que justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRENESI é um dos melhores filmes de Hitchcock. Desses que a gente assiste e nem vê o tempo passar tal o prazer que nos provoca. Fica difíci desgrudar os olhos da tela. E é um prazer aliado ao horror, já que também se trata de um de seus mais aterrorizantes filmes. Tanto que Hitchcock só nos mostra a cena do assassinato uma única vez. É o bastante. Na segunda cena de assassinato do "maníaco da gravata", Hitchcock, muito elegantemente, nos convida a nos retirar da cena do crime, num belo travelling que vai da porta do apartamento de Bob Rusk (Barry Foster), descendo as escadas, até a rua. Ele nos poupa de ver novamente o horror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um detalhe que eu acho impressionante na primeira cena de assassinato é que a vítima diz: "Jesus, help me!", depois de recitar o Salmo 91 enquanto estava sendo estuprada. Hitchcock poucas vezes conferiu um grau de realismo tão grande como nesse filme. Claro que a escolha de um elenco com pessoas "normais", sem nenhum astro e nenhuma loira gostosa, ajudou bastante a conferir um ar quase documental a esse trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme traz o velho tema do homem perseguido por um crime que não cometeu. Tema este que está presente em sua obra desde O INQUILINO SINISTRO (1926), talvez o filme de Hitchcock que guarda relação mais próxima com FRENESI. Tanto pelo fato de se passar em Londres, quanto pela presença de um assassino serial e a perseguição a um inocente. Não é uma bela maneira de voltar às origens? FRENESI trazia um Hitchcock envelhecido mas com espírito jovem. E isso transparece em cada fotograma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;posted by Ailton&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-2436281187422154949?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/2436281187422154949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=2436281187422154949' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2436281187422154949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2436281187422154949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/frenesi-frenzy.html' title='FRENESI (Frenzy)'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6594939437390309269</id><published>2007-08-26T08:45:00.000-07:00</published><updated>2007-08-27T08:46:31.002-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Frenzy - Perigo na Noite</title><content type='html'>Um travelling aéreo mostra-nos uma bela imagem do rio Tamisa e da Ponte de Londres, até que a câmara “aterra” numa das margens do rio. Aí um grupo de jornalistas e curiosos escutam o discurso “floreado” de um político que fala sobre as águas do rio, que estão a ficar poluídas com objectos indesejáveis a flutuar. Por ironia (propositada do realizador) algumas pessoas que ouvem com pouca atenção o político repararam num “objecto” realmente indesejado a flutuar na água: o corpo nu e sem vida de uma mulher com uma gravata à volta do pescoço. Trata-se de mais uma vítima de um psicopata, que a polícia ainda não conseguiu prender, e que atrai mulheres, viola-as e por fim estrangula-as com uma gravata, o que fez com que se tornasse conhecido como “o assassino da gravata”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o sucedido enche as manchetes dos jornais, conhecemos o protagonista do filme: Blaney, que é despedido do bar onde trabalhava porque o patrão não acredita que ele repõe do seu bolso na caixa as coisas que bebe. Sem trabalho e sem dinheiro, Blaney vai ao encontro do seu amigo Rusk, que vende frutas em Covent Garden – o mercado londrino de frutas e legumes. Na tentativa de ajudar o amigo, Rusk tenta convence-lo a apostar num determinado cavalo de corrida, pois tinha informações seguras de que era esse que ganharia a competição. Blaney aceita o conselho, embora não tenha dinheiro para o bilhete das apostas, prefere fingir que tem dinheiro pois é demasiado orgulhoso para pedi-lo emprestado a alguém. Para descarregar a sua frustração vai ao encontro da sua ex-mulher, Brenda (Barbara Leigh-Hunt), que é dona de uma bem sucedida agência matrimonial. Quando fica sozinha no escritório, Brenda recebe um cliente antigo que acaba por a violar e estrangular com uma gravata. No dia seguinte Blaney vai ter com a mulher mas a porta está fechada e ao sair da agência é visto pela desconfiada empregada de Brenda. É ela que encontra a patroa morta e não hesita em denunciar Blaney como assassino. Rejeitando a ideia de ir à política defender-se da acusação, torna-se fugitivo com a cumplicidade de Babs, sua colega de trabalho no bar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida que Frenzie repõe a temática do falso culpado, que Hitchcock já utilizara em filmes anteriores. Inicialmente pensamos que o assassino é Blaney e só com a morte de Brenda é que descobrimos o verdadeiro assassino – que cedo nos é dado a conhecer e a assistir a um pouco aos seus crimes. Deste modo ansiamos que ele seja apanhado para que Blaney deixe de estar na mira da polícia. Outro aspecto que logo notamos é o facto de neste filme em vez de termos um galã como protagonista, temos um homem de feições sérias, desleixado com o seu aspecto, pouco simpático, de carácter instável (por vezes violento), divorciado e sem filhos e ainda por cima desempregado. Blaney é uma espécie de anti-herói. Até as actrizes estão longe da beleza de Grace Kelly ou de Tippi Hedren. Talvez tenha sido pelo facto de Frenzie ser um filme inglês (após longa temporada de filmes americanos) com a maior parte dos actores pouco conhecidos do grande público, mas conhecidos nos palcos londrinos em peças teatrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um elemento que aparece constantemente no filme é a comida, elemento esse que é conjugado com o humor negro que Hitchcock tanto apreciava pôr nos seus filmes. Exemplos disso são as divertidas cenas entre o Inspector Oxford e a sua mulher. Cada vez que chega a casa, o inspector fica atónito com os pratos sofisticados (mas de repelente aparência) preparados pela mulher. Enquanto ela o vai servindo, ambos falam dos crimes do “assassino da gravata”, tentando estabelecer uma linha de raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frenzie não é um filme difícil de ver ou compreender, pois são vários os elementos colocados para captar a nossa atenção, ainda que sinceramente, na minha modesta opinião não seja um dos filmes mais cativantes do mestre Hitchcock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;® Isabel Fernandes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6594939437390309269?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6594939437390309269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6594939437390309269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6594939437390309269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6594939437390309269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/frenzy-perigo-na-noite.html' title='Frenzy - Perigo na Noite'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3107653179358415526</id><published>2007-08-05T15:38:00.000-07:00</published><updated>2007-08-05T15:39:46.650-07:00</updated><title type='text'>Usuários de iPhone "prendem" amigos no celular</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dois usuários do iPhone, nos Estados Unidos, inventaram uma maneira curiosa para representar os seus contatos no livro de endereços do aparelho. Em vez de uma foto qualquer, seus contatos posaram para fotos especialmente preparadas, que dão a impressão de estarem presos dentro do celular.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apesar de não ter tido espaço na grande imprensa, a idéia de Brian Sims e Matt Rubin, batizada de iTrapped (algo como "iPreso"), foi comentada em centenas de sites alternativos e blogs ao redor do globo. O site de análise de gadgets &lt;i&gt;Geekologie&lt;/i&gt; mencionou o feito, afirmando que "provavelmente essa é a maneira mais bacana de armazenar contatos no iPhone".   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O portal de design e moda &lt;i&gt;NotCot&lt;/i&gt; também deu destaque à idéia dos americanos e insinua que ela pode virar uma febre. Dentre os blogs nacionais que fizeram menção ao fato estão o &lt;i&gt;PapelPop.com&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Mac Magazine&lt;/i&gt;.  &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;e a &lt;i&gt;Mac Magazine&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Tecnologia Terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3107653179358415526?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3107653179358415526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3107653179358415526' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3107653179358415526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3107653179358415526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/usurios-de-iphone-prendem-amigos-no.html' title='Usuários de iPhone &quot;prendem&quot; amigos no celular'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8175059682107863547</id><published>2007-08-05T15:35:00.000-07:00</published><updated>2007-08-05T15:38:13.820-07:00</updated><title type='text'>Game para cegos estimula interação e valoriza audição</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um videogame de aventuras permite que pessoas cegas joguem "quase" em igualdade de condições com outras sem problemas de visão e, inclusive, transforma este sentido, dentro deste mundo fantástico, em uma armadilha para a resolução do jogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "Onae, a aventura de Zoe" é um jogo de aventura - em cinco idiomas: castelhano, catalão, galego, basco e inglês - produzido pela Vector Animado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Em relação aos outros jogos desenvolvidos para cegos, é o primeiro em que qualquer pessoa, possuindo ou não o sentido da visão, pode competir, graças à tecnologia tridimensional utilizada, diz à Efe Eugenio Pérez, diretor do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Cidat-Once (Organização Nacional de Cegos Espanhóis).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "O jogo permite que vários irmãos, com ou sem visão, joguem", diz Paco Vázquez, um dos criadores do game e que destaca o elemento integrador como uma vantagem para romper o isolamento com o qual uma pessoa cega costuma conviver.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Segundo Vázquez, até agora havia muitos jogos para cegos em duas dimensões, os quais, além disso, fazia essas pessoas se "fecharem em suas fantasias".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; No game, a personagem Zoe é uma jovem estudante de geologia que trabalha em uma mina recolhendo amostras e que, no meio de um terremoto, vai parar em um mundo povoado por uma civilização desconhecida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Ela, então, é obrigada a cumprir várias provas para sair desse outro mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O novo jogo é o primeiro em terceira dimensão disponível no mercado. Além disso, sua tecnologia permite que uma pessoa cega jogue "quase nas mesmas condições que uma que enxerga". Para isso, os efeitos sonoros são potencializados ao máximo, diz o diretor do Cidat.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "Com o sistema, uma pessoa cega, através da audição, tem mais informação que uma que enxerga, já que o elemento sonoro o ajuda a ter certas vantagens e a avançar dentro do jogo", afirma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "O jogo se passa em um formigueiro praticamente às escuras, no qual é preciso se movimentar superando obstáculos como paredes e portas e resolvendo situações", diz Pérez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Nesse mundo de galerias com pouca luz, "a pessoa que enxerga tem dificuldade de se movimentar com agilidade", e por isso, os sons são a pista fundamental.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "Trata-se de implantar rotas de som. Os jogadores cegos ouvem um apitinho e, pela freqüência e a velocidade, sabem onde um objeto está", afirma o criador.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Além disso, existem teclas de apoio que dão pistas para saber onde o jogador se encontra, e, muitas vezes, o cenário "não representa vantagem alguma".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    "Pelo contrário, há situações nas quais enxergar atrapalha", acrescenta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "Há situações nas quais é preciso escolher um som e, se o jogador se guia pela visão, vai se enganar", diz o diretor da Vector Animado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    A Once já expôs o jogo em caráter experimental e deve começar a comercializá-lo no segundo semestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Games Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8175059682107863547?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8175059682107863547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8175059682107863547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8175059682107863547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8175059682107863547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/game-para-cegos-estimula-interao-e.html' title='Game para cegos estimula interação e valoriza audição'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-899536351348592140</id><published>2007-08-05T15:32:00.000-07:00</published><updated>2007-08-05T15:34:18.236-07:00</updated><title type='text'>Lula autoriza investimento de R$ 350 mi para aeroportos</title><content type='html'>&lt;h2 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto, que será publicado no Diário Oficial da União de amanhã, aumentando o capital social da Infraero. Segundo a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, serão investidos R$ 350 milhões na empresa para fazer novos investimentos na ampliação e reforma de aeroportos em todo País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, disse que esse era um pedido antigo da empresa e que os recursos ajudarão a melhorar a situação em vários terminais. A ampliação será feita com verba do orçamento do Ministério da Defesa. Os recursos serão investidos em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recursos devem ser usados prioritariamente nos aeroportos de Congonhas e Cumbica, ambos em São Paulo, Santos Dumont (RJ), Vitória (ES), Goiânia (GO), Brasília (DF), Macapá (AP) e Salvador (BA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nota divulgada pela Presidência, "o governo considera os investimentos imprescindíveis para evitar qualquer limitação de tráfego aéreo nos aeroportos, que observaram demanda crescente nos últimos anos. E, também, para que eles comprovem capacidade operacional e de segurança em auditorias da Organização de Aviação Civil Internacional (Oaci). A entidade é a autoridade internacional responsável pela certificação de aeroportos", diz a nota da assessoria da Presidência da República.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-899536351348592140?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/899536351348592140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=899536351348592140' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/899536351348592140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/899536351348592140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/lula-autoriza-investimento-de-r-350-mi.html' title='Lula autoriza investimento de R$ 350 mi para aeroportos'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8613705758728970269</id><published>2007-08-02T20:32:00.000-07:00</published><updated>2007-07-30T20:33:47.112-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>o homem e a máquina</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1381/873124265_a52d132a88.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, lá vamos nós. Minha missão nesse texto será a de defender Transformers. Confesso que não vou me empenhar muito na função porque: 1) estou um pouco cansado; e 2) não surtiria muito efeito porque este é o tipo de filme para o qual as pessoas já vão com a predisposição de achá-lo um típico exemplo do que Hollywood tem de pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dias, eu li muita coisa sobre como o filme é megalomaníaco, como troca o humanismo por uma certa louvação à máquina, como é a celebração do cinema militarista de Michael Bay, da ação pela ação, como é barulhento e como a história é rasa e sem sentido e demora a passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas destas definições estão corretas. Mas é muito fácil e injusto limitar o filme a isso. Estamos diante de um filme-evento, um longo filme-evento que trabalha basicamente com a nostalgia de uma geração. E esse aspecto retrô muda absolutamente tudo em relação ao longa, uma aventura militarista, sim, - como poderia ser diferente em se tratando de robôs alienígenas gigantes se enfrentando na Terra? -, com gosto de aventura adolescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, olha, que eu nunca fui lá um grande fã do desenho dos Transformers. Preferia He-Man, Thundercats e, claro, Superamigos, mas vi várias vezes e ficou aquele gosto de anos 80. Antes que me critiquem pelos tais dos anos 80, queria decretar: foram os anos da minha infância, eu adoro muita coisa e ninguém tasca. Não tô nem aí para quem não gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi assim que me senti vendo Transformers. Criança de novo. Se o filme perde tempo demais em batalhas cansativas, tem momentos deliciosos como quando o jovem herói vê seu carro transformado pela primeira vez ou emocionantes como quando os autobots se apresentam. Se a idéia é criticar o filme, vai ser sopa no mel. Material não vai faltar - adorei quando reclamaram do texto num filme como este. E falar que ele é barulhento demais me parece argumento de velho. Eu gostei. Foi como brincar de novo com minha coleçãozinha de carrinhos de ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformers&lt;br /&gt;Transformers, Estados Unidos, 2007.&lt;br /&gt;direção: Micahel Bay.&lt;br /&gt;roteiro:: Roberto Orci &amp;amp; Alex Kurtzman, a partir de história deles com parceria de John Rogers, baseados nos brinquedos da Hasbro.&lt;br /&gt;elenco: Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, Rachael Taylor, Anthony Anderson, Jon Voight, John Turturro, Kevin Dunn, Julie White, Peter Cullen (voz), Bernie Mac, Sophie Bobal.&lt;br /&gt;fotografia: Mitchell Amundsen. montagem: Tom Muldoon, Paul Rubell e Glen Scantlebury. desenho de produção: Jeff Mann. música: Steve Jablonsky. figurinos: Deborah L. Scott. produção: Ian Bryce, Tom DeSanto, Lorenzo di Bonaventura e Don Murphy. duração: 144 min. site oficial. trailer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8613705758728970269?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8613705758728970269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8613705758728970269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8613705758728970269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8613705758728970269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/o-homem-e-mquina.html' title='o homem e a máquina'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1381/873124265_a52d132a88_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6579779002977002133</id><published>2007-08-01T20:31:00.000-07:00</published><updated>2007-07-30T20:31:53.146-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>do cinema e de suas fundações</title><content type='html'>O gaúcho Jorge Furtado é um homem impressionante. Trabalha dentro de uma empresa gigante - a maior em sua área no país -, serve-se de todo seu poderio e aparato (inclusive de seu imenso e talentoso elenco), é provavelmente bastante cobrado pelo retorno de seu produto no mercado, lei que rege os negócios (e cinema é arte, mas também é negócio), e, ao contrário de vários outros que aparentemente têm as mesmas condições, faz um cinema despretensioso, autoral e muito talentoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saneamento Básico - o Filme, seu quarto longa-metragem, começa ousado logo pelo título, que não parece ser nada atrativo para vender um produto; continua sua ousadia na história - a da luta de uma comunidade para a construção de uma fossa - mas termina quebrando todas as expectativas e se mostrando um filme pequeno sobre coisas grandes demais. Entre elas, o cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto preciso rapidamente incorpora a possibilidade de metalinguagem (a realização de um filme dentro do filme) à trama, transformando pessoas simples em cineastas, roteiristas, atores e técnicos. O objetivo dos personagens, a realização da obra de saneamento, ganha diversas variáveis, como o tom de crônica crítica à burocracia e ao oportunismo político. Isso sem aquele 'engajamento esquerdista' chato e típico do cinema brasileiro mais, digamos, 'politizado'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não raramente, o filme, que é basicamente uma comédia, foge de seus focos principais (o papel social e o papel cômico) para se ater em pequenos recortes das vidas de seus personagens, como o cotidiano do casal vivido por Fernanda Torres e Wagner Moura, ambos excelentes e apaixonados por suas criações, as brigas entre os veteranos Paulo José e Tonico Pereira, que, não têm recebido tamanha atenção e carinho num roteiro. Há, claro, Camila Pitanga, discretíssima ao dar forma a sua bela-burra Cilene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Furtado consegue dar conta de todos esses prismas num texto bem amarrado e equilibrado, onde as piadas são sérias, as firulas têm sentido e a simplicidade e o amor a fazer cinema ganham um elogio de quase duas horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saneamento Básico - o Filme&lt;br /&gt;Saneamento Básico - o Filme, Brasil, 2007.&lt;br /&gt;direção e roteiro:: Jorge Furtado.&lt;br /&gt;elenco: Fernanda Torres, Wagner Moura, Camila Pitanga, Bruno Garcia, Lázaro Ramos, Janaína Kremer, Tonico Pereira, Paulo José, Sérgio Lulkin, Zéu Brito, Lúcio Mauro Filho.&lt;br /&gt;fotografia: Jacob Solitrenick. montagem: Giba Assis Brasil. direção de arte: Fiapo Barth. música: Leo Henkin. figurinos: Rosângela Cortinhas. produção: Nora Goulart e Luciana Tomasi. duração: 112 min. site oficial. trailer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6579779002977002133?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6579779002977002133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6579779002977002133' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6579779002977002133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6579779002977002133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/do-cinema-e-de-suas-fundaes.html' title='do cinema e de suas fundações'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-4963913044830640597</id><published>2007-08-01T18:54:00.000-07:00</published><updated>2007-08-01T18:55:24.540-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>o assassinato do presidente</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1430/867704717_adf8680a47.jpg?v=0" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Bobby estreou no Festival de Toronto do ano passado, começou a aparecer em praticamente todas as listas de apostas para o Oscar. Personagem edificante (o futuro presidente que iria mudar os EUA), tema sério, nostálgico, com um elenco cheio de astros e estrelas e um diretor-ator, condição que a Academia adora consagrar. Apesar disso tudo, no dia do anúncio das indicações, o filme não conseguiu nenhuma, nem mesmo a ‘barbada’ que parecia ser a música composta por Bryan Adams. Foi esquecido mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, quando eu sentei para escrever este texto, finalmente descobri o porquê. Assisti ao filme na noite de sábado passado, numa pré-estréia. E me surpreendi porque o material era bem melhor do que eu tinha imaginado, mas mesmo assim decidi somente escrever sobre ele quando entrasse em circuito. O resultado é que eu quase esqueci. Os méritos de Bobby existem, mas eles não são muito resistentes ao tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro deles é a falta de pretensão. Apesar da trabalhar desavergonhadamente com a reverência histórica - Robert Kennedy era um homem perfeito, segundo Emilio Estevez -, a inserção de material documental é usada com equilíbrio e o filme nunca assume um tom definitivo, é muito mais uma homenagem. Essa condição fica ainda mais evidente quando se percebe que o longa conta a história de mais de vinte personagens... fictícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, por mais que aborde (com inteligência, como a Guerra do Vietnã - Lindsay Lohan e Elijah Wood inspirados) assuntos mais sérios, o trabalho de Estevez se apóia numa fórmula de ‘filme de hotel’ - acabei de inventar... - que o deixa ainda mais nostálgico, muito mais ‘cotidiano’ e com cara de reunião de amigos. O que é mais interessante é que, apesar do elenco elástico, o roteiro consegue dar harmonia à distribuição de tempo em tela a cada um dos personagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, quase todos os atores conseguem deixá-los suficientemente interessantes para que queiramos descobrir ‘o que acontece no final’ com cada um deles. Há apenas dois que não funcionam: a jornalista tcheca (que parece aquelas atrizes bronzeadas e com caras de burras de comédias idiotas) e o hippie drogadinho de Ashton Kutcher, que sofre com o ator ruim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De resto, todo mundo tem algum mérito, inclusive Demi Moore, vivendo uma cantora pé-de-cana, que, numa das melhores cenas do filme, tem um diálogo com Sharon Stone, em frente ao espelho, sobre o envelhecer de uma estrela. Melhores estão o hypado Shia LaBeouf e Brian Geraghty, que passam o filme sobre o efeito de alucinógenos, e Freddy Rodríguez, ótimo como o garçom chicano boa praça. Pena que tanta simpatia não faça a empolgação de Bobby durar muito. Mas será que a idéia não era essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobby &lt;br /&gt;Bobby, Estados Unidos, 2006.&lt;br /&gt;direção e roteiro:: Emilio Estevez.&lt;br /&gt;elenco: Anthony Hopkins, William H. Macy, Sharon Stone, Christian Slater, Joshua Jackson, Nick Cannon, Lindsay Lohan, Elijah Wood, Demi Moore, Emilio Estevez, Freddy Rodríguez, Laurence Fishburne, Jacob Vargas, Shia LaBeouf, Brian Geraghty, Martin Sheen, Helen Hunt, Harry Belafonte, Joy Bryant, Heather Graham, David Krumholtz, Ashton Kutcher, Svetlana Metkina, Mary Elizabeth Winstead.&lt;br /&gt;fotografia: Michael Barrett. montagem: Richard Chew. desenho de produção: Patti Podesta. música: Mark Isham. figurinos: Julie Weiss. produção: Edward Bass, Michel Litvak e Holly Wiersma. duração: 120 min. site oficial. trailer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-4963913044830640597?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/4963913044830640597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=4963913044830640597' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4963913044830640597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4963913044830640597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/08/o-assassinato-do-presidente.html' title='o assassinato do presidente'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3774746373697300775</id><published>2007-07-31T20:34:00.000-07:00</published><updated>2007-07-30T20:36:11.113-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>o mundo da fantasia</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1311/888393021_2765723a49.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bridge to Terabithia, 2007. A melhor coisa que a arte pode provocar é a surpresa. Ir ver um filme sem grandes expectativas e descobrir um pequeno tesouro é uma experiência deliciosa. Ponte para Terabítia come pelas bordas e ganha o espectador aos poucos com uma mistura impressionantemente bem conduzida de drama infantil com fábula cheia de elementos fantásticos. O diretor desconhecido Gabor Csupo sabe equilibrar essas duas vertentes com graça e, sobretudo, com seriedade. Coisa raríssima em filme destinados aos público infantil é levar a sério o que se está filmando, mesmo reciclando clichês como é o caso aqui (se a gente for querer discutir as coisas nesse ponto, o que não é o caso). Ponte para Terabítia se passa num outro plano. Um plano superior em que não se discute méritos técnicos (que o filme tem de sobra; os efeitos visuais são impressionantes), mas a capacidade de encantamento, o amor pela imaginação, o poder de uma criança. Por sinal, Josh Hutcherson e AnnaSophia Robb, a versão-mirim da Keira Knightley estão adoráveis. Um filme para ver com os olhos cheios d'água e um sorriso enorme no rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ponte para Terabítia&lt;br /&gt;direção: Gabor Csupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Josh Hutcherson, AnnaSophia Robb, Zooey Deschanel, Robert Patrick, Bailee Madison, Katrina Cerio, Devon Wood, Emma Fenton.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3774746373697300775?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3774746373697300775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3774746373697300775' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3774746373697300775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3774746373697300775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/o-mundo-da-fantasia.html' title='o mundo da fantasia'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1311/888393021_2765723a49_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-4852624061092903341</id><published>2007-07-31T20:26:00.000-07:00</published><updated>2007-07-30T20:30:31.155-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>tempos de viver</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1416/860273857_f45b3b506e.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Still Life/Sanxia Haoren, 2006. Na China atual, muita gente vaga em busca de reconstruir suas histórias. Então, não é tão irônico que uma dessas pessoas, o protagonista de Still Life, seja um homem pago para demolir? Em sua procura pela ex-esposa e pela filha que mal conheceu, ele tenta colocar de pé o que restou de sua humanidade. No caminho, nos ajuda a entender que a China é um país extremamente cruel com seu povo, que vive na miséria à margem da revolução econômica e tecnológica, seu mais novo cartão postal. Um belo filme cuja projeção tosca na Mostra de Cinema de São Paulo, em outubro passado, deixou menor (mas que devo rever em breve). Embora o trabalho de fotografia não chegue aos pés dos outros filmes do diretor, há alguns achados. E Zhang-ke, um encenador de primeira - o menino cantor é uma das melhores coisas dos últimos tempos -, sabe exatamente onde colocar cada elemento, onde posicionar a câmera e quando fazer uma nave levantar vôo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Busca da Vida&lt;br /&gt;direção: Jia Zhang-ke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Zhao Tao, Han Sanming, Zhubin Li, Hong Wei Wang, Haiyu Xiang, Lin Zhou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-4852624061092903341?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/4852624061092903341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=4852624061092903341' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4852624061092903341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4852624061092903341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/tempos-de-viver.html' title='tempos de viver'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1416/860273857_f45b3b506e_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8777155283255290840</id><published>2007-07-30T20:25:00.001-07:00</published><updated>2007-07-30T20:25:56.933-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>ação entre amigos</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1141/690464818_ba35f09f35.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impressionante como Steven Soderbergh é bem mais bem-sucedido quando é leve do que quando pretende ser sério ou experimental, como comprova seu melhor filme, Irresistível Paixão (1998). Esse terceiro filme de uma série não planejada é delicioso do começo ao fim. Ainda que algumas explicações me deixem um pouco tonto - eu confesso que tenho problemas para entender completamente filmes com muitas explicações técnicas -, todo o entorno é muito bem executado. A trilha está melhor, a edição, sem firulas, também, e há um punhado de cenas memoráveis: todas as do México, num quebra-clima muito bem-vindo com Casey Affleck inspiradíssimo; todas as com Carl Reiner, que sempre poderia ser mais bem aproveitado (o mesmo valendo, me menor escala, para Elliott Gould); e a primeira aparição de Oprah Winfrey, que só comprova como Brad Pitt e George Clooney são caras completamente legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 Homens e um Outro Segredo&lt;br /&gt;direção: Steven Soderbergh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Michael Mantell, Elliott Gould, Al Pacino, Eddie Jemison, Don Cheadle, Shaobo Qin, Casey Affleck, Scott Caan, Bernie Mac, Carl Reiner, Eddie Izzard, Ellen Barkin, Jerry Weintraub, Julian Sands, Vincent Cassel, Andy Garcia, Oprah Winfrey, David Paymer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8777155283255290840?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8777155283255290840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8777155283255290840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8777155283255290840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8777155283255290840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/ao-entre-amigos.html' title='ação entre amigos'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1141/690464818_ba35f09f35_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-2093264256169977279</id><published>2007-07-30T08:06:00.000-07:00</published><updated>2007-07-30T08:13:21.552-07:00</updated><title type='text'>Second Life vira laboratório para cientistas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,10734947-EX,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,10734947-EX,00.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h5 style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;Mundos virtuais como World of Warcraft são úteis para pesquisas de cientistas sociais.&lt;br /&gt;Pesquisadores têm acesso a muito material, de forma muito parecida ao mundo real.&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.wow-europe.com/shared/wow-com/images/info/professions/intro/ss02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 319px; height: 232px;" src="http://www.wow-europe.com/shared/wow-com/images/info/professions/intro/ss02.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jogos como World of Warcraft e o  Second Life têm se mostrado muito úteis para cientistas sociais, que os utilizam como laboratórios virtuais. Pesquisadores estão extraindo percepções da vida real ao estudar o que as pessoas fazem nos mundos virtuais, de acordo com um artigo publicado na revista “Science”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A pesquisa sugere que os mundos virtuais podem ajudar cientistas a estudar idéias de governo e até mesmo conceitos independentes. Outros podem procurar por comportamentos peculiares aos mundos on-line e como eles diferem da vida real.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mundos virtuais oferecem um grande potencial para cientistas pois superam alguns dos problemas que esses pesquisadores encontram quando procuram por sujeitos na vida real, afirmou Willian Bainbridge, da Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos, no artigo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por exemplo, cientistas sociais geralmente enfrentam problemas em achar sujeitos rapidamente ou garantir recursos para continuar com a pesquisa. Segundo o site da “BBC”, a popularidade destes jogos mostrou haver uma variedade de pessoas que poderiam ser recrutadas por longos períodos de tempo com custo pequeno.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;s mundos virtuais também reúnem grande quantidade de dados sobre seus jogadores, que podem ser facilmente analisados pelos cientistas sociais, escreveu Bainbridge. A validação desta abordagem foi demonstrada em trabalhos anteriores sobre universos on-line, revelando que os jogadores apresentam muitos comportamentos e convenções sociais que também exibem na vida real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold; text-align: justify;" class="subTitulo"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="marcador"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Revelações&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para o pesquisador, as diferenças entre os mundos on-line como World of Warcraft e Second Life foram reveladoras. No Second Life, os participantes geralmente criam um avatar que é seu alter ego e se identificam fortemente com ele. Já no World of Warcraft os jogadores mantém múltiplas versões on-line e se relacionam com elas como possessões. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os dois casos podem mostrar como as pessoas criam identidades e como elas desejam se projetar para as outras pessoas, afirmou Bainbridge no estudo. O Second Life se tornou mais popular entre os cientistas por permitir que eles criem seus próprios objetos, para testar as reações e as respostas dos jogadores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os jogos poderiam permitir que os cientistas realizassem estudos em larga escala sobre tipos de governos alternativos, algo quase impossível de ser realizado na vida real. Por exemplo, afirmou o pesquisador, o conflito atual entre os jogadores do World of Warcraft de diferentes facções sobre os minerais valiosos pode ser visto como um campo de experimento sobre “como indivíduos podem ser induzidos a cooperar para produzir bens públicos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Tecnologia Globo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-2093264256169977279?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/2093264256169977279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=2093264256169977279' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2093264256169977279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2093264256169977279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/second-life-vira-laboratrio-para.html' title='Second Life vira laboratório para cientistas'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8531166925861608443</id><published>2007-07-30T08:05:00.000-07:00</published><updated>2007-07-30T08:06:27.250-07:00</updated><title type='text'>Lula: Pan credencia país para outros eventos</title><content type='html'>&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;Para o presidente, organização mostra que Brasil pode sediar Copa ou Olímpiada.&lt;br /&gt;Quanto à segurança, Lula diz que 75% do aparato deve permanecer no Rio.&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Café com o Presidente desta segunda-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um balanço positivo dos 17 dias de Jogos Pan-Americanos ocorridos no Rio de Janeiro, elogiou os atletas brasileiros e disse que organização dá ao país credibilidade para sediar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião do presidente, o país pôde dar uma ótima infra-estrutura aos mais de 5,6 mil atletas que vieram de 42 países da América para participar dos jogos.&lt;/span&gt;         &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Ouvi de muita gente que veio do exterior, inclusive muitos atletas, a frase, ou melhor, a afirmação de que o que o Brasil conseguiu fazer para os Jogos Pan-Americanos é melhor do que muitas Olimpíadas que eles já participaram”, disse Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião do presidente o Brasil está longe de se tornar uma potência olímpica, mas caminha para isto. “Fico muito feliz como cidadão, como brasileiro e como presidente da República, de ver que nós ganhamos 54 medalhas de ouro, 40 de prata e 67 de bronze”, declarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o investimento de R$ 560 milhões em segurança para os Jogos no Rio de Janeiro, o presidente afirmou que 75% do aparato deve permanecer na cidade. E aproveitou para elogiar as pessoas envolvidas na organização do evento. “Eu acho que se a gente for olhar o que aconteceu no Pan, poderia dizer que o Rio de Janeiro já ganhou a medalha de ouro pela organização e pela tranqüilidade com que se deu o Pan”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Lula, o importante agora é que as instalações físicas do evento não caiam em má conservação nem desuso e sejam bem aproveitadas pelos atletas. “Uma praça esportiva só é boa quando as pessoas a utilizam e quando serve para atender o interesse não apenas dos atletas profissionais, mas também da comunidade”, disse Lula, sem entrar em detalhes sobre a estratégia de utilização da estrutura montada para o Pan.&lt;/span&gt;                           &lt;/p&gt;&lt;div class="editorSize" id="editorSize"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Política Globo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8531166925861608443?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8531166925861608443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8531166925861608443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8531166925861608443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8531166925861608443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/lula-pan-credencia-pas-para-outros.html' title='Lula: Pan credencia país para outros eventos'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8675048277727257701</id><published>2007-07-30T07:58:00.000-07:00</published><updated>2007-07-30T08:04:52.359-07:00</updated><title type='text'>Equipe faz autópsia de peixe pré-histórico</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,11250748,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 450px; height: 320px;" src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,11250748,00.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Espécie rara de celacanto é analisada por pesquisadores (Cientistas indonésios, franceses e japonesas) na Indonésia.&lt;/span&gt;&lt;h5 style="text-align: justify; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Animal existe desde antes da época dos dinossauros, há 360 milhões de anos.&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Fonte: Tecnologia Globo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8675048277727257701?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8675048277727257701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8675048277727257701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8675048277727257701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8675048277727257701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/equipe-faz-autpsia-de-peixe-pr-histrico.html' title='Equipe faz autópsia de peixe pré-histórico'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3840844290016475745</id><published>2007-07-27T16:09:00.000-07:00</published><updated>2007-07-27T16:10:02.746-07:00</updated><title type='text'>Medicamentos para diabetes aumentam risco de insuficiência cardíaca</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dois medicamentos populares utilizados para tratar a diabetes tipo 2 podem duplicar o risco de insuficiência cardíaca, segundo um estudo chefiado pelo professor Sonal Singh, da Wake Forest University Baptist Medical Center da Carolina do Norte. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os pesquisadores analisaram os dados de 78 mil pacientes que tomaram os medicamentos Avandia (rosiglitazona) ou Actos (pioglitazona) e descobriram que eles aumentam o risco de insuficiência cardíaca em quase 100%, indicou o estudo apresentado nesta sexta-feira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os cientistas estimam que para um grupo de 50 pacientes medicados por um período de 26 meses, um desenvolveria problemas cardíacos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Advertiram que um princípio contido nestes medicamentos não é recomendado para pacientes com riscos - ou antecedentes - de insuficiência cardíaca; já os que os combinem com tratamento de insulina se expõem a um risco ainda mais elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Nossas análises quantificam o risco pela primeira vez, e mostram que ninguém é imune", disse Singh.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O professor afirma que será preciso um novo debate sobre se os médicos deveriam voltar a usar drogas mais antigas, como Glucophage e/ou injeções de insulina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O GlaxoSmithKline, que comercializa o Avandia nos Estados Unidos desde 1999 e na Europa desde 2000, minimizou a importância do estudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Food and Drug Administration (FDA), órgão americano responsável por medicamentos, analisará, na segunda-feira, junto com especialistas se é necessário acrescentar "alertas de tarja preta" na embalagem da droga, para advertir os consumidores sobre os riscos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: UOL Ciência e Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3840844290016475745?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3840844290016475745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3840844290016475745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3840844290016475745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3840844290016475745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/medicamentos-para-diabetes-aumentam.html' title='Medicamentos para diabetes aumentam risco de insuficiência cardíaca'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1834381928324040246</id><published>2007-07-27T16:06:00.000-07:00</published><updated>2007-07-27T16:09:10.812-07:00</updated><title type='text'>Bolsa cai 1,8% no dia e acumula baixa de 7,87% na semana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dados positivos sobre a economia norte-americana divulgados nesta reduziram a tensão nos mercados mundiais, mas não foram suficientes para fazer as Bolsas de São Paulo e Nova York encerrarem em alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ibovespa (Índice Bovespa, o principal da Bolsa brasileira) fechou em queda 1,8% nesta sexta-feira e acumulou baixa de 7,87% na semana. O índice nova-iorquino &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/2007/07/27/ult29u56695.jhtm"&gt;Dow Jones&lt;/a&gt;, o mais importante do mundo, também apresentou instabilidade nesta e terminou o dia com desvalorização de 1,54%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;VARIAÇÕES DA BOLSA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table id="tblInside" style="text-align: left; margin-left: auto; margin-right: auto;" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody id="tblBodyInside"&gt;&lt;tr id="tr_tbl_1"&gt;&lt;td class="fontVerdanaBlue bg2" id="td_tbl_l1_c1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;No dia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;th class="fontVerdanaBlue bg2" id="td_tbl_l1_c2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;-1,80%&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr id="tr_tbl_2"&gt;&lt;td class="fontVerdanaBlue bg1" id="td_tbl_l2_c1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Na semana&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;th class="fontVerdanaBlue bg1" id="td_tbl_l2_c2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;-7,87%&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr id="tr_tbl_3"&gt;&lt;td class="fontVerdanaBlue bg2" id="td_tbl_l3_c1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No mês&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;th class="fontVerdanaBlue bg2" id="td_tbl_l3_c2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;-2,70%&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr id="tr_tbl_4"&gt;&lt;td class="fontVerdanaBlue bg1" id="td_tbl_l4_c1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No ano&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;th class="fontVerdanaBlue bg1" id="td_tbl_l4_c2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;+19,00%&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/cotacoes/ultnot/2007/07/27/ult1918u266.jhtm"&gt;dólar caiu 1,71%&lt;/a&gt; nesta sexta-feira e fechou cotado a R$ 1,895 na venda, na maior queda em um dia desde junho de 2006. Ainda assim, a moeda acumulou alta de 1,99% na semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo norte-americano divulgou a notícia de que a economia dos Estados Unidos cresceu 3,4% no segundo trimestre, surprendendo positivamente analistas. Ainda, uma declaração do secretário do secretário do Tesouro dos Estados unidos, Henry Paulson, tentou acalmar os investidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como não houve notícias específicas sobre os setores que mais preocupam - o crédito de risco e o segmento imobiliário - investidores continuaram vendendo ações e os mercados recuaram novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desorientados&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sem nenhum acontecimento que pudesse modificar as preocupações em relação ao crédito e ao setor de imóveis, mas com informações sobre uma melhora surpreendente no PIB americano, os investidores ficaram desorientados e a Bolsa brasileira registrou fortes oscilações, acompanhando Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de acalmar os ânimos, o presidente dos Estados Unidos, &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/reuters/2007/07/27/ult29u56687.jhtm"&gt;George W. Bush&lt;/a&gt;, e o secretário do Tesouro do mesmo país, &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/afp/2007/07/27/ult35u54295.jhtm"&gt;Henry Paulson&lt;/a&gt;, fizeram declarações enfatizando a solidez da economia norte-americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TAM ensaia recuperação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As ações da TAM, que caíram mais de 20% entre a tragédia no aeroporto de Congonhas e ontem, estiveram entre os cinco papéis mais valorizados da Bovespa nesta sexta-feira. Fecharam o dia em alta de 2,72%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa que mais se valorizou hoje foi a Sadia. Ontem, a companhia divulgou que seu lucro saltou 522% no segundo trimestre. Hoje, suas ações subiram 5,84%. Os resultados mostram que o dia foi mais positivo que ontem, quando todos os 59 papéis do Ibovespa fecharam em baixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Invertia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1834381928324040246?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1834381928324040246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1834381928324040246' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1834381928324040246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1834381928324040246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/bolsa-cai-18-no-dia-e-acumula-baixa-de.html' title='Bolsa cai 1,8% no dia e acumula baixa de 7,87% na semana'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1498398710043364241</id><published>2007-07-27T16:04:00.000-07:00</published><updated>2007-07-27T16:06:45.353-07:00</updated><title type='text'>MEC cruzará Enade e Exame de OAB em prol da qualidade, afirma ministro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta sexta-feira (27/7), durante reunião com o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, que o MEC passará a fazer o cruzamento do desempenho dos alunos de cursos de direito com os resultados do Exame de Ordem a fim de melhorar a qualidade do ensino jurídico do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Haddad, a partir desse cruzamento será estabelecida uma agenda de trabalho de supervisão e regulação do sistema de ensino jurídico, com base na qual o Ministério autorizará ou não abertura e ampliação de cursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que temos verificado é que a ampliação desmedida de vagas de ingresso nos cursos já autorizados também está prejudicando a qualidade do ensino jurídico no Brasil”, afirmou Fernando Haddad em entrevista, após audiência ao presidente nacional da OAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Isto mostra que não se trata apenas de ser mais rigorosos na autorização final dos cursos. Trata-se também de verificar ampliação de vagas de ingresso em cursos que, pelas avaliações, tem média ou baixa qualidade. E se estão nesse patamar de qualidade, não deveriam ter autorização para expandir”, completou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o ministro da Educação, quando houver coincidências na aferição da qualidade do ensino jurídico, de acordo com cruzamento dos dados do Enade com aqueles do Exame da OAB, serão deflagrados os mecanismos de supervisão do Ministério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se o governo tem subsídios e sabe que está tendo distorções na oferta de cursos, é obrigação do poder público limitar a oferta nos cursos de baixa qualidade ou estabelecer compromissos para saneamento das deficiências apontadas”, garantiu o ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL Educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1498398710043364241?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1498398710043364241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1498398710043364241' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1498398710043364241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1498398710043364241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/mec-cruzar-enade-e-exame-de-oab-em-prol.html' title='MEC cruzará Enade e Exame de OAB em prol da qualidade, afirma ministro'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1153696925089751235</id><published>2007-07-23T20:09:00.000-07:00</published><updated>2007-07-23T20:10:10.165-07:00</updated><title type='text'>Garoto compra PS2 e recebe pacote com US$ 90 mil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um adolescente inglês que decidiu comprar um videogame PlayStation 2 no site de leilão eBay foi surpreendido: em vez do aparelho de velha geração da Sony, recebeu um pacote de 65.400 euros, o equivalente a aproximadamente US$ 90 mil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; A transação do "aparelho" teria custado US$ 194 e foi feita no dia 20 de março, conforme noticiou o site Gizmodo. Agora o dinheiro está nas mãos da polícia de Norfolk. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O assunto está sendo investigado e a justiça determinou que se o proprietário do dinheiro não o reclamar até o dia 22 setembro, este poderá ser devolvido ao feliz comprador do suposto PS2 e sua família. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Sabemos que o eBay é um ótimo lugar para barganhas, embora neste caso, concordamos que o conteúdo do pacote foi um tanto fora do usual e nós auxiliaremos em qualquer investigação que a polícia deseje fazer", explicou um porta-voz do site eBay à BBC. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Terra Games&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1153696925089751235?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1153696925089751235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1153696925089751235' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1153696925089751235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1153696925089751235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/garoto-compra-ps2-e-recebe-pacote-com.html' title='Garoto compra PS2 e recebe pacote com US$ 90 mil'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5818519022732526618</id><published>2007-07-23T20:08:00.001-07:00</published><updated>2007-07-23T20:09:25.371-07:00</updated><title type='text'>Laptop de US$ 176 começa a ser produzido em larga escala</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.terra.com.br/i/2006/03/09/317223-8778-cp.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 187px; height: 265px;" src="http://img.terra.com.br/i/2006/03/09/317223-8778-cp.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A organização sem fins lucrativos Um Laptop por Criança (OLPC, na sigla em inglês) autorizou nesta segunda-feira o início da fabricação em larga escala de notebooks especiais com baixo custo e que serão dados a estudantes de países em desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Os computadores, chamados XO, serão vendidos aos governos desses países, que deverão cedê-los a alunos para ser usados em iniciativas educacionais. As máquinas devem começar a ser distribuídas em massa às crianças em outubro deste ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "Ainda temos que criar alguns programas, mas este é um grande passo para nós", disse à BBC Walter Bender, diretor de desenvolvimento de softwares da OLPC.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; A organização ¿ que havia dito anteriormente que o projeto só seria viável se pelo menos três milhões de notebooks fossem encomendados ¿, não revelou quais países compraram os primeiros computadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; A demanda mundial de XOs nos primeiros 12 meses de operação do projeto é estimada em 25 mil a 50 mil computadores, segundo informações do site da OLPC.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Críticas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, os XOs têm um custo de US$ 176 (cerca de R$ 334), embora o objetivo final da organização seja vender os computadores aos governos por US$ 100 (R$ 190).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Lançado em 2002 pelo fundador do Laboratório de Mídias do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Nicholas Negroponte, o OLPC recebeu muitas críticas desde então.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O fundador da Microsoft, Bill Gates, apontou problemas no design do computador, em especial a falta de um disco rígido e a tela "minúscula". Outros críticos questionaram a utilidade de laptops em países com necessidades mais urgentes ¿ como melhor saneamento básico, distribuição de água e assistência de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; A resposta de Negroponte às críticas é que "trata-se de um projeto educacional, não de laptops". Essa visão foi compartilhada pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, que disse em 2005 que o XO é uma "expressão de solidariedade global" que iria "abrir novas frentes" na educação infantil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Brasil&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é um dos países que participam da iniciativa. Em dezembro, universidades e outras organizações do país receberam do Ministério da Educação 60 unidades do laptop para testes, e desde então foram iniciados trabalhos para a introdução do XO em escolas de São Paulo e Porto Alegre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; No País, o projeto foi batizado de "Um Computador por Aluno". Os computadores serão produzidos em Taiwan, mas em novembro do ano passado Negroponte anunciou que os servidores que serão usados mundialmente no projeto ficarão no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Argentina, China, Egito, Índia, Nigéria e Tailândia também se dizem comprometidos com o projeto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Tecnologia Terra&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cya&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5818519022732526618?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5818519022732526618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5818519022732526618' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5818519022732526618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5818519022732526618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/laptop-de-us-176-comea-ser-produzido-em.html' title='Laptop de US$ 176 começa a ser produzido em larga escala'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5254129581081408729</id><published>2007-07-23T20:00:00.000-07:00</published><updated>2007-07-23T20:07:46.763-07:00</updated><title type='text'>Nova Ferrari terá V8 "monstro" de 510 cavalos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.terra.com.br/i/2007/07/23/560182-7907-ga.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://img.terra.com.br/i/2007/07/23/560182-7907-ga.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"  style="font-size:85%;"&gt;A Ferrari antecipou algumas informações de seu modelo F430 Scuderia, que reúne comandos adaptados de seus carros de Fórmula 1. A F430 Scuderia possui controle de tração e de estabilidade e um programa de computador que promete reduzir o tempo de troca de marchas, todos eles baseados no que é usado nos carros do brasileiro Felipe Massa e do finlandês Kimi Raikkonen.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span id="spanNoticia" class="tit"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;p&gt;A F430 Scuderia, que só será oficialmente lançado em setembro, no salão do automóvel de Frankfurt, tem poucos itens de luxo e, em seu desenvolvimento, foi priorizado o desenho para que o carro tivesse velocidade e agilidade.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.terra.com.br/i/2007/07/23/560190-5215-ga.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://img.terra.com.br/i/2007/07/23/560190-5215-ga.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;p&gt; O modelo será equipado com um motor de oito cilindros, com 510 cavalos de potência. A F430 Scuderia é cerca de 100 kg mais leve que seu modelo antecessor, a F430. Com isto, a relação entre peso e potência chega a 2,45 kg por cavalo de força.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A apresentação da F430 Scuderia será feita pelo heptacampeão mundial de Fórmula 1, atualmente consultor da Ferrari, Michael Schumacher. A fabricante italiana não divulgou o preço do novo carro.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;Fonte: Quatro Rodas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5254129581081408729?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5254129581081408729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5254129581081408729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5254129581081408729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5254129581081408729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/nova-ferrari-ter-v8-monstro-de-510.html' title='Nova Ferrari terá V8 &quot;monstro&quot; de 510 cavalos'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6606416808921283612</id><published>2007-07-17T11:37:00.000-07:00</published><updated>2007-07-18T11:38:13.472-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>SOMOS MARSHALL (We Are Marshall)</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.nicepics.blogger.com.br/marshall3.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando aluguei SOMOS MARSHALL (2006), a única coisa que eu sabia era que o filme era dirigido pelo McG, estrelado por Matthew Fox e Matthew McConaughey e que era sobre futebol americano. Na verdade, até tinha lido assim por cima algumas resenhas, mas como minha memória é curta, esqueci rapidinho. Por isso, fiquei surpreso com o início do filme, já que eu não tinha idéia de que o time quase completo de Marshall morreria num acidente de avião. A seqüência é impactante, principalmente pra quem, como eu, não esperava isso. Não que o filme traga uma cena de acidente tão explícita como a do piloto de LOST. O impacto está nas conseqüências que esse acidente traz para a vida dos familiares, amigos e amores daquelas pessoas que perderam a vida no fatídico vôo. Disso eu sou suficientemente sensível para compreender ou pelo menos imaginar. O que eu não consigo entender e gostar é mesmo do futebol americano. Por isso que depois de uma hora o filme perde um pouco da graça pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que eu tente achar interessante ou exótico, pra mim esse esporte não passa de um jogo idiota com um bando de sujeitos se esbarrando uns nos outros e deslocando seus ombros ou quebrando seus braços e cabeças. Totalmente diferente do esporte de mesmo nome criado pelos britânicos e aprimorado pelos brasileiros. Porém, isso não impede que eu admire várias qualidades do filme, dirigido por McG de maneira bem elegante. Bem diferente do estilo videoclípico de AS PANTERAS (2000) e AS PANTERAS DETONANDO (2003). Não que eu não goste desses filmes, pelo contrário, mas acredito que SOMOS MARSHALL mereceria mesmo um tratamento diferente, mais clássico, mais careta até, já que se trata de um melodrama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito provavelmente o filme não passou nos cinemas brasileiros, indo direto pras locadoras, por causa do esporte. Tanto o futebol americano quanto o beisebol não são bem aceitos ou entendidos pelos brasileiros - eu incluso. E assim como o time de beisebol que perdia quase todas mas tinha os seus fãs ardorosos de AMOR EM JOGO, o time de futebol da Universidade de Marshall também não tinha fama de ser dos melhores. Mas eles tinham amor à camisa, um sentimento de camaradagem e um treinador simpático e carismático (Robert Patrick). Depois do acidente que mata o treinador e quase todos os jogadores, o filme focaliza a atenção no assistente do técnico (Matthew Fox, que aprendeu a não entrar mais em avião depois de LOST); num importante jogador que não estava no avião (Anthony Mack); no reitor da universidade (David Strathairn); no pai de um dos jogadores mortos (Ian McShane) e na namorada do mesmo rapaz (Kate Mara). Se não fosse o esforço do personagem de Mack, o time jamais renasceria das cinzas e não despertaria a atenção de alguém que não tinha nada a ver com aquele time, o personagem de Matthew McConaughey, que no filme fala com a boca torta como um autêntico caipira americano. SOMOS MARSHALL também é tipicamente americano, no sentido de que há uma tendência a apegar-se, o máximo possível, ao ser um vencedor, em conseguir, não driblar, mas passar por cima dos desafios, como é característica do próprio esporte e dos próprios Estados Unidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6606416808921283612?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6606416808921283612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6606416808921283612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6606416808921283612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6606416808921283612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/somos-marshall-we-are-marshall.html' title='SOMOS MARSHALL (We Are Marshall)'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-2866630796815204169</id><published>2007-07-16T11:36:00.000-07:00</published><updated>2007-07-18T11:37:19.964-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX (Harry Potter and the Order of the Phoenix)</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.nicepics.blogger.com.br/harrypottereaordem_03.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo achando que a série Harry Potter só tem mesmo valor para aqueles que acompanham os livros de J.K. Rowling. Com exceção do ótimo HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN (2004), dirigido habilmente por Alfonso Cuarón, todos os demais episódios da série só me provocaram sono e tédio. O novo título, HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX (2007), dessa vez sob a batuta do inglês David Yates, infelizmente não é mais uma bem vinda exceção. Pelo contrário, pra quem não tem intimidade com os livros, o novo filme é ainda mais chato e cheio de referências, acumuladas ao longo dos volumes anteriores e rapidamente esquecidas por quem não se liga no universo da escritora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro problema do filme - ou pelo menos algo que deve ser psicologicamente esperado pelo espectador - é o excesso de discussões políticas em Hogwarts. Parece que David Yates pegou uma batata quente ao ter que adaptar justamente esse livro, considerado por vários leitores como sendo o mais fraco da série. Assim como aconteceu com o anterior, HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO (2005), incomodou-me nesse filme a fotografia enevoada e pouco nítida, típica das produções inglesas. Se bem que alguém pode até dizer que isso é proposital, para que o crescente clima sombrio da série seja mais explicitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse quinto filme da série, a personagem principal, além do próprio Harry Potter, é a megera sorridente Dolores Umbridge (Imelda Staunton) que usa de suas artimanhas para tomar o poder de Hogwarts das mãos do diretor Dumbledore. O que tira um pouco o filme do marasmo é justamente a tentativa de Harry e seus amigos de se rebelarem contra Umbridge, através de reuniões secretas para praticar a magia. Nessas reuniões, na falta de um professor, Harry é o escolhido para ser o facilitador dos treinamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por falta de tempo e pra que o filme não fique com uma duração quilométrica e ainda mais chato (138 minutos já é tempo demais, não?), o diretor preferiu não se ater muito aos personagens, concentrando-se mais na trama. Nesse sentido, até que o cineasta fez bem em cortar também várias das possíveis discussões políticas, através do recurso das manchetes de jornais e das decisões de Umbridge pregadas na parede. Porém, não dá pra se gostar de um filme cujo clímax - o momento supostamente mais trágico e que envolve a morte de um dos personagens importantes da série - é um verdadeiro balde de água fria. Para acabar de esfriar o que estava apenas morno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao trio de protagonistas, Emma Watson continua uma graça (queria vê-la em outros filmes), Rupert Grint continua com a mesma cara de amigo boboca e Daniel Radcliffe está cada vez maior, com cara de adulto. Por causa disso, os próximos filmes precisam ser feitos às pressas; senão daqui a pouco o rapaz vai aparecer barbado. O próximo da série, HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE, já está agendado para o ano que vem, tendo novamente o insosso David Yates na direção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-2866630796815204169?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/2866630796815204169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=2866630796815204169' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2866630796815204169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2866630796815204169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/harry-potter-e-ordem-da-fnix-harry.html' title='HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX (Harry Potter and the Order of the Phoenix)'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6451931137439188505</id><published>2007-07-15T19:37:00.000-07:00</published><updated>2007-07-14T19:37:43.517-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Mais Estranho Que A Ficção</title><content type='html'>Vou começar esse texto de hoje com uma pergunta bem simples: por que fazer continuações tão ruins de filmes já medianos quando o cinema americano poderia fazer mais filmes geniais como “Mais Estranho Que A Ficção”?&lt;br /&gt;Essa temporada de férias, onde os blockbusters pululam pelas telas, cada vez mais filmes têm continuações e cada vez mais suas continuações são bem ruins, bem piores do que seus originais que já não eram nada surpreendentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exemplos fáceis e que estão à mão, ou melhor, em cartaz já por aqui, são as continuações de Shrek (2 e 3), Piratas do Caribe (2 e 3), Onze Homens E Um Segredo (2 e 3) e o mais triste de todos, O Quarteto Fantástico (2, e contando).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shrek é um filme muito bom, mas muito bom mesmo, com um roteiro muito bem construído, com piadas ótimas, agrada a criança e o pai que leva ao cinema, só que foi se perdendo com as sequências. Apesar do segundo filme da franquia ser bonzinho, o terceiro se mostrou um lixo, chato, sem graça e o pior de tudo, cansativo!&lt;br /&gt;Piratas do Caribe caiu no erro de fazer em sua seqüência uma aposta pretensiosa demais: provavelmente espelhando-se em O Senhor Dos Anéis, o “genial” produtor de Piratas acharam que eles tinham material bom o suficiente pra fazer um filme com quase 5 horas de duração e dividi-lo em 2, nascendo aí os Piratas 2 e 3. Acontece que como a gente sabe que pretensão funciona pra quem tem dinheiro e cara de pau, esses dois fatores aliados nos deram 2 filmes chatíssimos, paesar de todo o carisma de Jack Sparrow, o melhor personagem dos últimos tempos do cinema americano, claro, graças ao talento sem fim de Johnny Depp. Enquanto o Senhor dos Anéis tinha história, trama, personagens, material suficiente pra ser o que foi, Piratas afunda já na primeira hora do segundo filme; burro que sou, fui ver o terceiro e quase chorei de tristeza. Mas foi bom pra poder escrever essas linhas com mais propriedade. Até Keira Knightley, que eu acho muito boa, desencanta nesse terceiro filme. Tem gente que não sabe a hora de parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme dos ladrões do George Clooney e do Brad Pitt é outro que pensando bem, a gente sabe pra que serve: Clooney tem uma produtora com o diretor Soderbergh e eles dizem que fazem filmes grandes como esses “…Homens…” para ganhar dinheiro para fazer filmes menores e mais aspas experimentais aspas como Bublle. Na minha humilde opinião, eles deveriam parar de fazer os dois, o grande e o pequeno, não saberia dizer qual é pior, se o blockbuster que não traz nada de novo e só relê o roteiro já saturado do primeiro ou se o pior é a pretensão do segundo, feito em HDTV com roteiro pífio e com (de novo) a pretensão correndo solta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o pior de todos é disparado a franquia do Quarteto Fantástico. O primeiro filme é de uma mediocridade ímpar e não sei como, acho que por contrato prévio, o estúdio realiza o segundo (e o provável terceiro) e não é que o filme é … medíocre também? (Mais uma vez eu aqui faço um meã-culpa de ter visto esse filme também, sem arrumar desculpas, fui mesmo e assumo!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, do outro lado do espectro cinematográfico industrial americano, um filme como Mais Estranho Que A Ficção é realizado, exibido e passa desapercebido, quando passa. Roteiro genial na linha surreal dos filmes do francês Michel Gondry, “…Ficção” é um primor, que parte da idéia de que a vida monótona de um fiscal de renda está sendo escrita/contada por uma escritora. Esse homem um dia ouve uma voz que vai narrando tudo o que ele acabou de fazer e acha que primeiro ficou louco, depois percebe que sua vida está sendo contada e fica com medo de morrer de uma hora pra outra. E ele sai atrás da voz da narradora. E se depara com uma escritora que estava com bloqueio criativo e se re-encontra no livro que está escrevendo, que por acaso é a vida desse homem de verdade. Confuso? Nada. Na verdade o roteiro do filme é bem doido e funciona muito bem. Coisas improváveis acontecendo e coisas prováveis que não acontecem, esse é o segredo. Dirigido pelo talentosíssimo Marc Foster, o melhor de tudo nesse filme acaba sendo o elenco. Todos os atores principais saem de seus costumeiros estereótipos cinematográficos e todos eles são muito bem dirigidos e se comportam de uma forma primorosa, todos com grande potencial para serem premiados, inclusive. Mas, como seria de se esperar, o filme é do ano passado e todos os prêmios a que o filme concorreu, perdeu, obviamente. A menção honrosa desse filme pra mim é de seu ator principal, Will Ferrel, o humorista que desde que saiu da tv do Saturday Night Live, vem fazendo sempre o mesmo personagem, o doidão engraçado. Pela primeira vez ele faz um papel dramático, sério mas com muito humor, como seria de se esperar num filme que beira o surreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que eu acho que se puder, assista todos os filmes, mas se não puder, pule o óbvio, não precisa ver o Shrek 3 enquanto pérolas como …Ficção passam quase desapercebidas pelos nossos olhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6451931137439188505?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6451931137439188505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6451931137439188505' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6451931137439188505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6451931137439188505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/mais-estranho-que-fico.html' title='Mais Estranho Que A Ficção'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1323468975694098733</id><published>2007-07-14T19:36:00.001-07:00</published><updated>2007-07-14T19:36:44.443-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>declarações de amor</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1133/739140456_077c541715_o.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior problema de um filme em episódios sempre será o desequilíbrio entre eles, mas um final meio "de produtor" até serve para amarrar bem os 18 curtas de cinco minutos que compõem este longa-metragem. O filme que abre Paris, Te Amo é o sem muita graça de Bruno Podalydès, que parecia contar que sua mistura de humor negro e melancolia funcionasse melhor. Gurinder Chadha faz um interessante continho sobre integração, que ao mesmo tempo em que combina perfeitamente com seu cinema globalizado, tem uma cena final bonita, uma ode à Paris de todos. Gus Van Sant não estava nem aí para a cidade (foi o único que fez isso e se deu bem), fez um episódio simples, bem humorado e muito bem resolvido, com direito a Marianne Faithful no elenco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme dos irmãos Coen parece extremamente com seu cinema, mas o humor quase pastelão, bem exagerado, atrapalha um pouco. Alfonso Cuarón, numa só tomada, aposta demais no pequeno segredinho do roteiro que tem nas mãos. E esse segredinho não é lá estas coisas, apesar de o episódio casar bem com o resto. O único completamente estranho aos demais é o de Vicenzo Natali, tentativa de homeangear a Paris fantástica, bem fraquinho. Wes Craven, que faz uma ponta neste episódio certeiro, se sai muito melhor como diretor, na visita de um casal ao túmulo de Oscar Wilde. Muito bom. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walter Salles e Daniela Thomas fazem parte da cota crítica social. O episódio é fechadinho, mas não está à vontade entre os outros. Ruim mesmo é o de Olivier Schimitz, que se mete a mostrar como o estrangeiro pode ser devorado pela cidade com excesso de invenção. Tom Tykwer utiliza algumas de suas marcas num episódio bastante clichê, mas simpático. Richard La Gravenese aposta na inteligência de seu roteiro e se dá mal, mas tem Fanny Ardant. E Nobuhiro Suwa desperdiça Juliette Binoche num episódio inócuo, que não casa com filme e difícil de comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Coixet cometeu um dos melhores curtas, um filme narrado em off com um roteiro belíssmo, com Sergio Castellitto redescobrindo como amar. Olivier Assayas conseguiu um belo resultado, embora não tão bom quanto o da espanhola, com uma história simples e bem interpretada. A dupla Frédéric Auburtin e Gérard Depardieu não tem um grande texto nas mãos, mas o valoriza com o encontro de Ben Gazzara e Gena Rowlands numa mesa de bar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Christopher Doyle erra feio ao tentar se valer uma fantasia que não sabe dominar. O lúdico funciona muito bem no curta de Sylvain Chomet, que resgata um clássico francês: o mímico. E ainda faz uma curtinha, mas excelente crítica aos turistas norte-americanos. Mas, e talvez por isso mesmo ele tenha sido deixado por último, é de Alexander Payne o melhor dos episódios. O melhor de longe, talvez uma pequenina obra-prima. A princípio, com um carta sendo lida em off, Payne não apenas destrói a ignorância norte-americana, como alfineta a visão pasteurizada e publicitária da cidade, para, em seguida, numa transição digna dos grandes escritores, fazer sua protagonista descobrir um certo porquê da maneira mais linda possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paris, Te Amo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montmartre &lt;br /&gt;direção: Bruno Podalydès.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais de Seine &lt;br /&gt;direção: Gurinder Chadha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le Marais &lt;br /&gt;direção: Gus Van Sant.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tuileries &lt;br /&gt;direção: Joel &amp; Ethan Coen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loin du 16e &lt;br /&gt;direção: Walter Salles &amp; Daniela Thomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porte de Choisy &lt;br /&gt;direção: Christopher Doyle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bastille &lt;br /&gt;direção: Isabel Coixet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Place de Victoires &lt;br /&gt;direção: Nobuhiro Suwa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tour Eiffel &lt;br /&gt;direção: Sylvain Chomet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parc Monceau &lt;br /&gt;direção: Alfonso Cuarón.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quartier des Enfants Rouges &lt;br /&gt;direção: Olivier Assayas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Place de Fêtes &lt;br /&gt;direção: Olivier Schmitz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pigalle  &lt;br /&gt;direção: Richard La Gravenese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quartier de la Madeleine &lt;br /&gt;direção: Vicenzo Natali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Père-Lachase &lt;br /&gt;direção: Wes Craven.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faubourg Saint-Denis &lt;br /&gt;direção: Tom Tykwer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quartier Latin &lt;br /&gt;direção: Frédéric Auburtin &amp; Gérard Depardieu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14e Arrondissement &lt;br /&gt;direção: Alexander Payne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Bruno Podalydès, Leila Bekhti, Cyril Descours, Marianne Faithfull, Elias McConnell, Gaspard Ulliel, Steve Buscemi, Catalina Sandino Moreno, Barbet Schroeder, Sergio Castellitto, Miranda Richardson, Leonor Watling, Juliette Binoche, Willem Dafoe, Hippolyte Girardot, Nick Nolte, Ludivine Sagnier, Lionel Dray, Maggie Gyllenhaal, Seydou Boro, Aïssa Maïga, Fanny Ardant, Bob Hoskins, Wes Craven, Elijah Wood, Emily Mortimer, Alexander Payne, Rufus Sewell, Melchior Beslon, Natalie Portman, Gérard Depardieu, Ben Gazzarra, Gena Rowlands, Margo Martindale.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1323468975694098733?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1323468975694098733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1323468975694098733' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1323468975694098733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1323468975694098733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/declaraes-de-amor.html' title='declarações de amor'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-2781357434422729312</id><published>2007-07-13T19:35:00.000-07:00</published><updated>2007-07-14T19:35:44.393-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>sublime amor</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1055/689968101_edb1c096b6.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito fácil 'ler' este filme como um draminha simplório, antigo, quadradão. É muito burro também. O Despertar de uma Paixão nunca é simplório. É um filme simples, mas cheio de pequenas complexidades no estabelecimento da reconstrução de uma amor. A credibilidade surge do frescor, da vitalidade do texto, mesmo num filme feito à moda antiga, que poderia não saber se livrar dos clichês, que poderia ser apenas a bela fotografia e a excelente música de Alexandre Desplat. Mas é mais. Ser formal, clássico, não é pecado nem demérito. Ainda mais quando se tem Naomi Watts e Edward Norton para dar paixão a seus personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Despertar de uma Paixão &lt;br /&gt;direção: John Curran.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Edward Norton, Naomi Watts, Liev Schreiber, Toby Jones, Diana Rigg, Juliet Howland, Anthony Wong Chau-Sang.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-2781357434422729312?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/2781357434422729312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=2781357434422729312' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2781357434422729312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2781357434422729312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/sublime-amor.html' title='sublime amor'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1055/689968101_edb1c096b6_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1623691415443539477</id><published>2007-07-12T19:33:00.000-07:00</published><updated>2007-07-14T19:34:50.296-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>o dia em que a máscara caiu</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1030/768450913_6a35494f93.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho um blogue que trata exclusivamente sobre cinema há quase cinco anos. Os textos que eu publico aqui são meus. A maioria, resenhas. Eu nunca gostei de chamar o que eu escrevo aqui de 'críticas', mas não é raro receber essa classificação. Muitas vezes, sou relaxado em me aprofundar sobre determinado aspecto, para elaborar meus argumentos, preguiçoso para pesquisar mais, me falta rigor na revisão dos textos e, às vezes, minha dislexia - único aspecto em que eu Tom Cruise temos muito em comum - me faz cometer impropérios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é fato que, quando eu sento atrás do computador para dar minha opinião aqui, eu estou me atrevendo a determinar se um filme é bom ou não. Verdade, por mais que o texto menos incisivo, ele sempre traz um aval (ou uma reprovação). Eu escrevo que isso é isso e aquilo é aquilo. E essa imposição da minha opinião termina por ter um caráter arrogante, manipulador e autoritário. Uma vezes mais, outras menos, mas sempre tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que na internet - e no mundo dos blogues, mais especificamente - tudo depende de compartilhar. Minha ousadia em dar um ponto final sobre algum filme também sobrevive da sua disposição em me dar alguma 'moral'. Eu nem sempre mereço. Nem sempre gosto dos meus textos. É claro que, como jornalista, me orgulho de ter escrito este ou aquele, de perceber que uma criação sua ficou realmente boa. Mas estes casos não são tão comuns. E o pior é que às vezes você se pega incluindo determinada palavra ou expressão ou pensamento no texto porque sabe que aquilo vai gerar discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tento não fazer isso de maneira gratuita, mas é difícil lidar com certas 'obrigações' que esta função - de comentador, não de crítico - traz. Não gosto, realmente não gosto, daqueles que escrevem apenas para polemizar. Ter fama de ranzinza, radical, linha dura faz muitas carreiras. Mas geralmente é tão irritante, mal educado e desnecessário ler textos deste tipo... No entanto, às vezes comparo o que eu escrevo com os desses e vejo que nem sempre evito as armadilhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Ratatouille existe o personagem de um crítico, grande composição de Peter O'Toole. Por mais que a historinha do ratinho que queria ser cozinheiro e do rapaz que queria ser levado a sério seja emocionante, bem contada e que se utilize da tecnologia de uma maneira especial, não há nada mais encantador do que a participação do crítico no longa. É muito fácil prever o que vai acontecer, afinal este é um filme infantil clássico, com catarse e lição de moral. O difícil é saber como vai acontecer. E é aí que Brad Bird ganha muitos pontos porque ele sabe que ser definitivo é muito chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discorde sempre que você quiser, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ratatouille &lt;br /&gt;direção e roteiro:: Brad Bird, a partir de história de Brad Bird, Jim Capobianco e Jan Pinkawa.&lt;br /&gt;Ratatouille, Estados Unidos, 2007.&lt;br /&gt;elenco: Patton Oswalt, &lt;br /&gt;Ian Holm, Lou Romano, Brian Dennehy, Peter Sohn, Peter O'Toole, Brad Garrett, Janeane Garofalo.&lt;br /&gt;fotografia: Sharon Calahan e Robert Anderson. direção de arte: Harley Jessup. montagem: Darren T. Holmes. música: Michael Giacchino. figurinos: Roseanne Fiedler. produção: Brad Lewis. duração: 110 min. site oficial. trailer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1623691415443539477?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1623691415443539477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1623691415443539477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1623691415443539477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1623691415443539477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/o-dia-em-que-mscara-caiu.html' title='o dia em que a máscara caiu'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1030/768450913_6a35494f93_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7752066586987785358</id><published>2007-07-12T19:32:00.000-07:00</published><updated>2007-07-14T19:33:52.107-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>novos titãs</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1106/796903661_9e297a71a2.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu comecei a ler quadrinhos com uma revista que mostrava uma aventura dos Novos Titãs, o grupo de sidekicks (os parceiros adolescentes) dos heróis mais famosos da DC Comics. Os Titãs eram diferentes de todos os heróis que eu conhecia. Suas histórias mostravam muito mais seu cotidiano do que lutas espetaculares ou grandes sagas. Elas existiam, claro, mas eram minoria. Asa Noturna, Moça Maravilha, Kid Flash, Ravena, Mutano, Cyborg e Estelar eram adolescentes que começavam a ensaiar seus primeiros passos solo, encarando o mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistir a Harry Potter e a Ordem da Fênix me fez lembrar muito dos Titãs. No quinto filme da série, Hogwarts é cenário de uma revolta juvenil. O motivo em questão tem menos a ver com hormônios e mais com responsabilidades. Os meninos da escola de mágicos se unem porque somente assim têm chances frente a um mal tão desconhecido quanto assustador. Mal que pode fazer com que eles, meninos, morram, deixem de existir, percam seus queridos, percam o mundo como conhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo longa impõe ao grupo o peso de uma idade adulta precoce contra o que está errado e contra a ditadura. Desta vez não apenas Harry está na contramão. Ele e seus fiéis Ronnie e Hermione ganharam aliados, que ainda não saem muito bem como administrar seus dons, mas que foram um grupo de verdade, como os Titãs, aprendendo juntos como passar para a próxima página. O texto de J.K. Rowling, traduzido para o cinema por Steve Kloves com mesma precisão que Marv Wolfman fazia nos quadrinhos que eu lia é emocionante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de um material mais rico, o diretor estreante na série, David Yates, vindo de séries da TV britânica, conseguiu resultados impressionantes. Primeiro, trabalha sem excessos. Na mesma medida em que o filme tem momentos mais dramáticos, em que ressalta laços familiares e, sobretudo, laços de amizade, não há cenas chorosas, muito menos pieguice. A delicadeza é a escolha certeira, como nas flores que emolduram o primeiro beijo de Harry ou nos encontros com a família Weasley.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yates também é seguramente o melhor diretor de atores de todos os filmes. Além de revitalizar as interpretações de Rupert Grint e Alan Rickman, escanteados em tempo e espaço no longa anterior, aproveita melhor tanto Daniel Radcliffe quanto Emma Watson, ambos muito bem, deixa Gary Oldman num tom certíssimo e nos apresenta duas novas e excelentes aquisições: a primeira é a estreante Evanna Lynch, dona de um olhar incômodo e de algumas das melhores cenas sem ação ao lado de Harry. A segunda é Imelda Staunton, uma vilã genial, neurótica e nervosa. Candidata séria a melhor atriz coadjuvante do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu falei de ação, não é? Pois é, assim como nas HQs dos Titãs, ela quase inexiste no filme, que só fica mais 'animadinho' na meia hora final. Mas a falta de cenas de ação é recompensada com a excelência e a unidade da direção de Yates, que fez o mais bem decupado dos filmes. Apesar disso, o cineasta sabe dar textura dramática às cenas em que se precisa de esforço físico. A primeira cena é filmada de maneira inédita na série, com sua câmera trêmula. O duelo na sala das profecias também é exemplar nesse sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À medida em que o tempo passava, meu amor pelo filme só fazia aumentar. Gostava de tudo, de todos. Saí de Harry Potter e a Ordem da Fênix exatamente como quando terminava de ler uma revista dos Titãs. Morrendo de vontade de chegar a continuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry Potter e a Ordem da Fênix &lt;br /&gt;direção: David Yates.&lt;br /&gt;roteiro:: Michael Goldenberg, baseado em livro de J.K. Rowling.&lt;br /&gt;Harry Potter and the Order of the Phoenix, Estados Unidos/Inglaterra, 2007.&lt;br /&gt;elenco: Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson, Matthew Lewis, Bonnie Wright, Evanna Lynch, Katie Leung, Oliver Phelps, James Phelps, Gary Oldman, Michael Gambon, Imelda Staunton, Alan Rickman, Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Brendan Gleeson, Richard Griffiths, Jason Isaacs, Fiona Shaw, Maggie Smith, David Thewlis, Emma Thompson, Julie Walters, Mark Williams, Tom Felton, Warwick Davis, Natalia Tena, Harry Melling, Robert Hardy.&lt;br /&gt;fotografia: Slawomir Idziak. direção de arte: Stuart Craig. montagem: Mark Day. música: Nicholas Hooper. figurinos: Jany Temime. produção: David Barron e David Heyman. duração: 138 min. trailer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7752066586987785358?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7752066586987785358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7752066586987785358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7752066586987785358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7752066586987785358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/novos-tits.html' title='novos titãs'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1106/796903661_9e297a71a2_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8886397898367535982</id><published>2007-07-10T23:02:00.000-07:00</published><updated>2007-07-10T23:04:09.315-07:00</updated><title type='text'>Hotel da Índia é eleito melhor do mundo pela 1ª vez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.terra.com.br/i/2007/07/10/549143-8412-cp2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://img.terra.com.br/i/2007/07/10/549143-8412-cp2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;" id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;b&gt;Hotel Oberoi Udaivilas tem diárias que variam de US$ 600 a US$ 3,3 mil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Um hotel da Índia foi eleito como o melhor do mundo pela primeira vez em uma pesquisa de uma revista de viagens, enquanto Florença, na Itália, ganhou como melhor cidade do mundo pelo segundo ano consecutivo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;p&gt;A publicação &lt;i&gt;Travel + Leisure&lt;/i&gt; divulgou na terça-feira sua 12ª lista anual dos melhores do mundo, conduzida pela Harris Interactive.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O hotel Oberoi Udaivilas, em Udaipur, une ambiente espetacular com arquitetura palaciana. As diárias variam de US$ 600 dólares a US$ 3,3 mil para uma suíte exclusiva com piscina particular, de acordo com o site do hotel. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A magnífica arte e a arquitetura de Florença levaram a cidade ao topo da lista, seguida por Buenos Aires e Bangcoc. A escolha foi feita por leitores da revista, publicada mensalmente pela American Express Publishing Corp. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A seguir, veja a lista dos 10 prêmios que serão entregues durante uma cerimônia em Nova York, no dia 23 de julho:  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;1. Melhor cidade - Florença, Itália&lt;br /&gt;2. Melhor hotel - Oberoi Udaivilas, Índia&lt;br /&gt;3. Melhor ilha - Bali, Indonésia&lt;br /&gt;4. Melhor linha de cruzeiros com grandes navios: Crystal Cruises&lt;br /&gt;5. Melhor linha de cruzeiros com pequenos navios: SeaDream Yacht Club&lt;br /&gt;6. Melhor operador de turismo- Micato Safaris&lt;br /&gt;7. Melhor cia. aérea doméstica - Midwest Airlines&lt;br /&gt;8. Melhor cia. aérea internacional - Singapore Airlines&lt;br /&gt;9. Melhor agência de aluguel de carros - Hertz 10&lt;br /&gt;10.Melhor hotel por US$ 250 ou menos - The Peninsula, Bangcoc&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fonte:  Invertia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8886397898367535982?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8886397898367535982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8886397898367535982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8886397898367535982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8886397898367535982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/hotel-da-ndia-eleito-melhor-do-mundo.html' title='Hotel da Índia é eleito melhor do mundo pela 1ª vez'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-931921990763285013</id><published>2007-07-10T23:00:00.000-07:00</published><updated>2007-07-10T23:02:19.489-07:00</updated><title type='text'>Médica usa brinquedo erótico para ensinar alunos</title><content type='html'>&lt;h2 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todo início de ano letivo, a dra. Carla Pugh faz uma verdadeira jornada em sex shops da cidade americana de Chicago atrás de brinquedos sexuais que serão utilizados em aula. Segundo a emissora britânica BBC, ela é professora assistente de Cirurgia na Faculdade de Medicina da Universidade Northwestern, e usa os artefatos para ensinar seus alunos.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pugh disse que começou a usar réplicas comerciais de pênis e vaginas depois que percebeu que os modelos da escola eram imprecisos. "Eu decidi então ir atrás do meu próprio modelo. Fui a dezenas de lojas e pedi todo tipo de pênis. Os vendedores caíam na risada quando eu explicava o motivo da compra", relembra a médica à BBC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu acho que meus alunos não fazem idéia do que eu passo todo ano para conseguir o material usado em aula." Com os brinquedos, Pugh conseguiu desenvolver novas maneiras para ensinar técnicas sobre cirurgia e exames.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desses métodos é a inserção de pequenos sensores em um manequim de silicone que avalia a precisão do toque no exame preventivo do câncer de próstata.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;Fonte: Educação Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-931921990763285013?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/931921990763285013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=931921990763285013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/931921990763285013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/931921990763285013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/mdica-usa-brinquedo-ertico-para-ensinar.html' title='Médica usa brinquedo erótico para ensinar alunos'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3623903998167660365</id><published>2007-07-07T14:57:00.001-07:00</published><updated>2007-07-07T14:58:18.159-07:00</updated><title type='text'>Revista americana diz que retorno do Genesis é o mais lastimável</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://cifraclub.terra.com.br/contrib/noticias/genesis_1183804999.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://cifraclub.terra.com.br/contrib/noticias/genesis_1183804999.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2007 está na metade, mas já entra para a história musical como o período que protagonizou mais retorno às atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bandas como &lt;a title="Veja cifras de Smashing Pumpkins" target="_blank" href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/smashing-pumpkins/" onclick=" "&gt;Smashing Pumpkins&lt;/a&gt;, &lt;a title="Veja cifras de The Police" target="_blank" href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/the-police/" onclick=" "&gt;The Police&lt;/a&gt;, &lt;a title="Veja cifras de Genesis" target="_blank" href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/genesis/" onclick=" "&gt;Genesis&lt;/a&gt;, &lt;a title="Veja cifras de Soda Stereo" target="_blank" href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/soda-stereo/" onclick=" "&gt;Soda Stereo&lt;/a&gt; e &lt;a title="Veja cifras de Spice Girls" target="_blank" href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/spice-girls/" onclick=" "&gt;Spice Girls&lt;/a&gt; resolveram zerar as diferenças e colocarem o pé na estrada promovendo turnês mundiais com faturamentos milionários. Pensando no constragimento que algumas reuniões podem causar na cena musical, a revista estadunidense &lt;em&gt;"Blender"&lt;/em&gt; publicou em seu site uma lista com os retornos mais lamentáveis do rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  reunião do Genesis ocupa o primeiro lugar porque está vendendo menos ingressos do que se esperava. A reencarnação do Stogges também é muito criticada pela &lt;em&gt;"Blender"&lt;/em&gt; em função da perfomance do vocalista &lt;a title="Veja cifras de Iggy Pop" target="_blank" href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/iggy-pop/" onclick=" "&gt;Iggy Pop&lt;/a&gt;. "É triste ver um velho acabado gritando e simulando sexo com um amplificador", escreveu James Jung (responsável pela matéria) sobre Iggy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confira a lista completa das reuniões lamentáveis:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01. Genesis&lt;br /&gt;02. Stooges&lt;br /&gt;03. The Doors&lt;br /&gt;04. Van Halen com Gary Cherone&lt;br /&gt;05. Great White&lt;br /&gt;06  INXS&lt;br /&gt;07. Steely Dan&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3623903998167660365?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3623903998167660365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3623903998167660365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3623903998167660365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3623903998167660365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/revista-americana-diz-que-retorno-do.html' title='Revista americana diz que retorno do Genesis é o mais lastimável'/><author><name>.BrunO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14032297384287726365</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3891284577748429611</id><published>2007-07-07T14:55:00.000-07:00</published><updated>2007-07-07T14:57:06.325-07:00</updated><title type='text'>Ozzy Osbourne pode voltar para antiga banda, segundo a sua esposa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://cifraclub.terra.com.br/contrib/noticias/ozzy_1183818984.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://cifraclub.terra.com.br/contrib/noticias/ozzy_1183818984.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sharon Osbourne, empresária e esposa do cantor lendário cantor &lt;a href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/ozzy-osbourne/" target="_blank" title="Veja cifras de Ozzy Osbourne" onclick=" "&gt;Ozzy Osbourne&lt;/a&gt;, garantiu que o marido pode reassumir em breve os vocais do &lt;a href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/black-sabbath/" target="_blank" title="Veja cifras de Black Sabbath" onclick=" "&gt;Black Sabbath&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos falando mesmo com os caras. Vamos esperar eles terminarem a turnê deles (Heaven and Hell com &lt;a href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/ronnie-james-dio/" target="_blank" title="Veja cifras de Ronnie James Dio" onclick=" "&gt;Ronnie James Dio&lt;/a&gt;) e o &lt;em&gt;"Ozzfest"&lt;/em&gt; (evento musical que a famíla Osbourne promove há 11 anos) acabar, para então sentar e discutir isso com mais tempo", disse ela durante uma coletiva concedida afim de promover o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ozzy que, há pouco tempo lançou o disco &lt;em&gt;"Black Rain&lt;/em&gt;", afirmou recentemente que gostaria de gravar novamente um bom álbum com o Black Sabbath.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3891284577748429611?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3891284577748429611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3891284577748429611' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3891284577748429611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3891284577748429611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/ozzy-osbourne-pode-voltar-para-antiga.html' title='Ozzy Osbourne pode voltar para antiga banda, segundo a sua esposa'/><author><name>.BrunO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14032297384287726365</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1990228865390864959</id><published>2007-07-06T22:33:00.000-07:00</published><updated>2007-07-06T22:35:01.370-07:00</updated><title type='text'>Holandeses criam HD cem vezes mais rápido</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pesquisadores holandeses criam disco rígido a laser muito mais rápido do que os convencionais, que gravam as informações com impulsos magnéticos. A tecnologia deve estar no mercado em dez anos ou menos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Segundo o site &lt;i&gt;Science Now&lt;/i&gt;, os pesquisadores da Universidade de Radboud, em Nijmegen, Holanda, conseguiram em laboratório escrever dados em um disco magnético em velocidades altíssimas. A técnica baseia-se no fato de que os fótons da luz polarizada podem alterar a polaridade magnética de uma superfície. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; De acordo com um dos integrantes da equipe de pesquisadores, o doutorando romeno Claudiu Daniel Stanciu, 27 anos, o procedimento funciona porque cada fóton transmitido pelo laser tem uma característica conhecida pelos físicos como momento angular, permitindo à partícula interagir com o disco rígido. Além disso, cada pulso de laser aquece um minúsculo espaço no disco, apenas o suficiente para inverter facilmente a polaridade daquela pequena região e, conseqüentemente, armazenando um bit de dados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A chave é mudar a polaridade dos pulsos de laser incidentes, produzindo o equivalente a códigos binários compostos por zeros e uns na mídia de armazenamento do disco. Note-se porém que, como fótons não têm carga elétrica, o conceito de inversão de polaridade aplica-se neles com relação ao chamado spin, uma característica da dinâmica rotacional de cada partícula. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Aplicando um método antes considerado impossível de realizar, os pesquisadores conseguiram gravar dados a intervalos de 40 femtossegundos (40 quatrilionésimos de segundo), cerca de 100 vezes mais rápido do que um disco rígido comum. O processo não funciona com os discos atuais, que usam um óxido de ferro como tinta magnética para recobrir discos cerâmicos ou metálicos. Em vez disso, os pesquisadores fabricaram um disco especial composto por gadolínio, ferro e cobalto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A idéia de usar luz polarizada de laser, para alterar a camada magnética de um disco não é nova. Os discos Magneto-Ópticos, ou MO, existem há bem mais de uma década. Os MOs são uma espécie de CD-RW, mas enquanto este último usa um princípio puramente óptico (reflexões do feixe de laser), os MOs empregam o laser para "escrever" sobre a superfície magnética. Pelo alto custo e baixo desempenho, comparado ao CD-RW, a tecnologia MO foi deixada de lado por muito tempo mas, agora, o mesmo princípio está sendo estudado para uso em discos rígidos de alta velocidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O site oficial do Instituto para Moléculas e Materiais da Universidade de Radboud é www.ru.nl/imm/. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Terra Tecnologia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1990228865390864959?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1990228865390864959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1990228865390864959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1990228865390864959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1990228865390864959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/holandeses-criam-hd-cem-vezes-mais.html' title='Holandeses criam HD cem vezes mais rápido'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-631999449808043103</id><published>2007-07-06T22:31:00.000-07:00</published><updated>2007-07-06T22:33:02.319-07:00</updated><title type='text'>Tomada inteligente controla gasto de luz</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.terra.com.br/i/2007/07/06/546517-1676-cp.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 205px; height: 291px;" src="http://img.terra.com.br/i/2007/07/06/546517-1676-cp.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cabos de energia são um problema em questão de organização em qualquer aparelho eletrônico. Os Energy Saving Adapters, criados por Gilles Belley, não só organizam os cabos, como ajudam a economizar energia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; De acordo com o criador, cerca de 10% de toda energia vem de aparelhos no modo standby. O Energy Saving Adapter consegue identificar quando o aparelho não está ligado e opcionalmente é possível interromper a energia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O design do aparelho também é um dos atrativos. Luzes são acesas dependendo da quantidade de energia que passa pela tomada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Ainda não se sabe quando o produto vai entrar no mercado ou qual o seu valor de venda. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Terra Tecnologia&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-631999449808043103?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/631999449808043103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=631999449808043103' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/631999449808043103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/631999449808043103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/tomada-inteligente-controla-gasto-de.html' title='Tomada inteligente controla gasto de luz'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6774027813296465028</id><published>2007-07-06T07:19:00.000-07:00</published><updated>2007-07-06T07:22:03.043-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Nina</title><content type='html'>&lt;img src="http://img58.imageshack.us/img58/6928/nina01kw6.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro Hitchcock/Truffaut, o ícone francês da Nouvelle Vague entrevista o mestre inglês do suspense. Entre outras coisas, pergunta-lhe sobre uma eventual adaptação de Crime e Castigo (1866), o clássico de Fiodor Dostoievski (1821-1881) que possui todo tipo de elemento familiar aos temas hitchcockianos, como morte, solidão e culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele rejeita, e explica: “O que não entendo é que alguém se apodere totalmente de uma obra, de um bom romance que o autor levou três ou quatro anos para escrever e que é toda a vida dele. Se você pega um romance de Dostoievski, não apenas Crime e Castigo, qualquer um, todas as palavras ali dentro têm uma função. Para expressar a mesma coisa de modo cinematográfico, seria preciso um filme de seis ou dez horas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hitchcock não gostava de escrever. Passou a carreira transformando romances menores em obras-primas. Neste caso específico, tinha razão. A criação definitiva do russo, um dos maiores ensaios morais da história da literatura, exige respeito. Desencoraja aventureiros com as suas caudalosas quinhentas páginas, com os seus personagens que tomaram vida, se encorparam ao longo de todos esses cento e tantos anos e impregnaram o imaginário mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corajoso em sua estréia na direção, o publicitário Heitor Dhalia decide tomar o clássico para si. Numa livre releitura, tira-o de São Petersburgo e o contextualiza na São Paulo dos dias de hoje. O brasileiro não tem o perfeccionismo exacerbado de Hitchcock. Também não tem medo de errar. Então faz do protagonista Raskolhnikov uma menina, Nina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perene pesadelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parceria com outro destemido, o roteirista Marçal Aquino, Nina (2004) parte da mesma premissa do clássico russo. Nina (Guta Stresser, do humorístico global A grande família), como Raskolhnikov, vive num quarto insalubre com o pouco dinheiro tirado de empregos rasos. Não faz muito para mudar de vida, é verdade. Mas a vida também não faz por merecer. Tanto ela quanto ele se indignam, mesmo, com a fartura alheia. O russo assassinou uma velha rica a machadadas por causa disso – e ela nem havia lhe causado mal algum. Já Nina tem motivos vários para cair matando no pescoço de Dona Eulália (Myriam Muniz, excelente na caricatura que lhe cabe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diferenças começam aí. Não havia esse esboço de maniqueísmo no clássico. Dona Eulália, dona do apartamento onde Nina aluga um cômodo, ganha logo a antipatia do público por roubar-lhe as correspondências, escravizá-la com a limpeza doméstica, por negar-lhe comida até que receba o aluguel. O público toma imediatamente as dores de Nina, e isso periga comprometer a vocação crítica e imparcial do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dhalia atenua essas desvantagens com vigorosas opções estéticas. Nina pode ter poucos momentos de originalidade genuína – como a emblemática e genial passagem do cego, que inexiste no livro - mas as suas imagens são certamente memoráveis. Filmado nas locações capengas do centro da cidade, com objetos de cena reciclados ou “catados”, o filme transpira sujeira. Transmite, assim, juntamente com as animações viscerais de Lourenço Mutarelli, mais emoção do que a limitada Guta Stresser é capaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria mais um produto da safra nacional tecnicamente impecável, mas inseguro na dramaturgia, se a porção final não reservasse gratas surpresas. No seu momento mais introspectivo, de tempos-mortos que traduzem o caos na cabeça de Nina, o filme consegue finalmente sair da sombra de Dostoievski. É, finalmente, a reinvenção prometida desde o começo. E não são precisas todas as horas que calcula Hitchcock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dhalia pega ilusão e realidade e os embaralha, à moda de David Lynch e David Cronenberg. Em Crime e Castigo essas duas perspectivas não se misturam durante as febres de Raskolhnikov: a morte do cavalo é sonhada, mas os pintores estão lá, assim como o acusador da rua e a polícia também são de carne-e-osso. Aqui, ficam as dúvidas. Onde terminam os fatos e começam as alucinações de Nina? Afinal, houve crime ou não? Será também nosso, meu e seu, esse perene pesadelo da urbanidade? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Marcelo Hessel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6774027813296465028?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6774027813296465028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6774027813296465028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6774027813296465028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6774027813296465028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/nina.html' title='Nina'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-4844155749931013738</id><published>2007-07-05T19:33:00.000-07:00</published><updated>2007-07-05T19:35:20.995-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>[os nerds contra-atacam]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1046/690465322_2960528cf3.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fila para a sessão de O Balconista 2, pouco antes da 20h. Como cheguei em cima do horário da sessão, tive que garantir minha junk food para não desmaiar dentro do cinema. Lanche na mão, foi então que ouvi o seguinte diálogo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você já viu o novo desenho do Quarteto?, perguntava uma cópia fiel o Hurley, de Lost, para seus amigos Jay e Silent Bob - ou quase isso.&lt;br /&gt;- Não, resposta de ambos.&lt;br /&gt;- Passa no canal tal... (momento de reflexão) Putz, cara, bem que poderia ter Fanta Uva, né?, indagou Hurley.&lt;br /&gt;- Nunca vi Fanta Uva em máquina, respondeu Jay (talvez tenha sido Silent Bon, eu estava de costas).&lt;br /&gt;- Eu já vi - revelou o terceiro - mas não sei onde... nem quando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nerdice, comida trash, o clima estava perfeito para me divertir com o novo filme de Kevin Smith, mas não foi bem isso o que aconteceu. Em 1994, quando o longa original estreou, o cenário era propício ao gosto do cineasta: época de louvação ao pop, às citações ao cinema, às referências à música, época de Quentin Tarantino e Pulp Fiction. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nerd e cool eram palavras bem próximas naquele tempo. Era divertido perceber as brincadeiras, ver coisas de que eu gostava citadas de forma 'inteligente', descontraída. E a idéia dos personagens Jay e Silent Bob eram uma piada muito boa. Dava até para rir quando os diálogos eram apenas grosseiros, racistas ou escatológicos. Kevin Smith era a promessa de um cinema simples, leve e espertinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí o tempo passou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citações ao mundo pop viraram obrigatórias no cinema jovem. De tão obrigatórias, ficaram batidas e, exceto em raríssimos casos, chatas. A metalinguagem - nerds falando de nerds - saiu de moda. Surgiram o freks e o geeks, bem mais densos e interessantes (quer dizer...). Kevin Smith, que também passeou pelos quadrinhos do Homem-Aranha, Demolidor e do Arqueiro Verde, continuou fazendo filmes. Em 1997, atingiu seu ápice criativo no cinema, com um filme mais maduro, Procura-se Amy. Depois, voltou para seu habitat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sensação, vendo O Balconista 2, hoje, é que: se ele tivesse sido feito há treze anos, seria um bom filme (mas já tinha o primeiro, né?). Se ele tivesse diálogos menos escatológicos ou maneirasse na quantidade de sexo verbal, ele seria menos adolescente, menos igual a tudo o que ele já fez (talvez eu esteja velho ou seja moralista, mas aquele papo de masturbação, de eat pussy, de anus-mouth, de boquete, de zoofilia me pareceu um pouco excessivo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se Jay e Silent Bob não tivessem aparecido tanto ao longo desse tempo todo, seria mais legal reconhecê-los no filme. E se houvesse textos melhores para as pontas de Ben Affleck e Jason Lee, eu teria rido mais. E se todos os atores fossem tão bons quanto o excelente novato Trevor Fehrman, o nerd superior, o filme cresceria bastante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não dizer que não gostei de nada, há um ótimo diálogo sobre O Senhor dos Anéis x Star Wars (exemplo da exaltação à nerdice que deu certo), uma Rosario Dawson adorável e um clima de nostalgia até bonito principalmente no plano final. Pena que é só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Balconista 2 &lt;br /&gt;direção, montagem e roteiro:: Kevin Smith.&lt;br /&gt;Clerks II, Estados Unidos, 2006.&lt;br /&gt;elenco: Brian O'Halloran, Jeff Anderson, Rosario Dawson, Jason Mewes, Kevin Smith, &lt;br /&gt;Trevor Fehrman, Jennifer Schwalbach Smith, Jason Lee, Scott Mosier, &lt;br /&gt;Wanda Sykes, Earthquake, Ben Affleck.&lt;br /&gt;fotografia: David Klein. direção de arte: Robert Holtzman. música: James L. Venable. figurinos: Roseanne Fiedler. produção: Scott Mosier e Kevin Smith. duração: 97 min. site oficial. trailer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-4844155749931013738?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/4844155749931013738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=4844155749931013738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4844155749931013738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4844155749931013738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/os-nerds-contra-atacam.html' title='[os nerds contra-atacam]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1046/690465322_2960528cf3_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-4967277095412937829</id><published>2007-07-05T09:15:00.001-07:00</published><updated>2007-07-05T09:15:51.967-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Mysterious Skin</title><content type='html'>&lt;img src="http://img61.imageshack.us/img61/2860/bscap0271ha2.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa época em que assistimos incrédulos à divulgação de casos e mais casos de pedofilia, um pouco pelo mundo inteiro, o cinema tem ultimamente mas quase timidamente abordado o tema da pedofilia e dos problemas da juventude. Filmes como The Woodsman – O Condenado, com Kevin Bacon ou Mean Creek são disso mesmo o exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enquanto que em The Woodsman - O Condenado, pela primeira vez no cinema, a pedofilia era abordada sob o ponto de vista do pedófilo, em Mysterious Skin tudo recai sobre dois jovens com um passado em comum. Em The Woodsman - o Condenado essa abordagem ao tema era cuidada, quase indirecta e tentava de certo modo, não ferir susceptibilidades, tornando-se assim um pequeno grande filme, fruto igualmente da fabulosa interpretação de Kevin Bacon. Aliás o tema não é novo para o actor. Quem não se lembra de Sleepers – Sentimento de Revolta? Em Mysterious Skin, o registo é completamente diferente de The Woodsman - O Condenado, mais próximo de Sleepers - Sentimento de Revolta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme foca a vida de dois rapazes, Neil e Brian, entre a infância e a adolescência, com um passado infeliz em comum. Neil é um adolescente homossexual que sempre se sentiu atraído por homens mais velhos e que ganha a vida prostituindo-se. Brian, tem segmentos da sua infância que não se recorda e sofre desmaios constantes e contínuos black-outs. Apenas sabe que algo de grave aconteceu, mas não se recorda o quê, acreditando que tenha sido raptado por extraterrestres. Na sua busca por respostas vai cruzar caminho com o seu colega de infância Neil, descobrindo a terrível verdade…! Ambos, no final, acabam por, de alguma forma, exorcizar os seus demónios interiores de acontecimentos que marcarão as suas vidas para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mysterious Skin é um filme bastante pesado, não só pela temática abordada mas também porque contém várias cenas de sexo homossexual Todas elas chocam, seja por abordarem certos fetiches, seja pelo fantasma da SIDA ou pelos diversos “clientes” de Neil, que mostram a homossexualidade ocultada nos mais diversos níveis etários e sociais. Não é um filme sobre sexo mas contém ma carga sexual forte, essencial na concepção do filme, na medida em que está ligado directamente ao que rodeia os personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois protagonistas Joseph Gordon-Levitt e Brady Corbet são soberbos na composição dos seus personagens. Aliás, Gordon-Levitt (conhecido essencialmente da série de Tv. 3º calhau a contar do sol) é surpreendente, num papel de registo dramático e de grande composição de personagem. Os restantes membros do elenco são igualmente competentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gregg Araki cria uma película de tom pesado mas ao mesmo tempo de uma subtileza e sensibilidade notáveis. A narrativa flui de uma forma pacífica suportada por uma montagem onde os flashbacks da infância dos personagens encaixam na perfeição. O trabalho de câmara do cineasta é bem direccionado, servido por uma fotografia e partitura sonora, competentes. A par da realização competente, os actores transportam grande realismo e credibilidade às personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mysterious Skin é um filme que, sobretudo, tenta abordar os efeitos que a pedofilia tem sobre a vida de uma criança e as repercussões que terá para toda a vida. Apesar do material pesado é um filme realizado de forma sensível e sensata. Altamente recomendável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-4967277095412937829?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/4967277095412937829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=4967277095412937829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4967277095412937829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4967277095412937829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/mysterious-skin.html' title='Mysterious Skin'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3253938423882628711</id><published>2007-07-05T09:10:00.000-07:00</published><updated>2007-07-05T09:13:59.541-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>MISTÉRIOS DA CARNE de Gregg Araki</title><content type='html'>&lt;img src="http://img62.imageshack.us/img62/3268/bscap0270se8.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Araki compõe um filme superior em que sua surpreendente estética encontra uma história de crueza e honestidade emocional que se completam num assombroso, mas esperançoso final. Imperdível.&lt;br /&gt;Bernardo Krivochein (Rio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no mínimo irônico que o melhor filme da carreira de Gregg Araki é também o primeiro a ter sido adaptado pelo diretor de outra fonte. No livro “Mysterious Skin” de Scott Heim, o diretor encontra o território perfeito para exercer suas teses sobre uma juventude indiferente e desafeiçoada, mas ao invés de estabelecer uma crítica ácida apoiada nas vigas da cultura pop, em “Mysterious Skin” o diretor trabalha a tal indiferença como um dos vários métodos que um ser humano lida com traumas do passado. É a primeira vez, inclusive, que a extensa enciclopédia pop do diretor (ex-crítico musical da “Rolling Stone”) é posta a serviço da história de maneira não intrusiva. A iconografia pop em seus filmes anteriores (o road movie “The living end”, a trilogia da juventude perdida: “Totally Fucked Up”, o ótimo “Nowhere” e o fraco “Geração Maldita”; e o simpático “Splendor”) tipicamente exemplificava o quão alienados eram seus personagens do mundo em sua volta, mas em “Mistérios da pele” essa iconografia salva suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação do filme, que narra a infância dos personagens principais, é de difícil digestão e deve revoltar os mais conservadores, mesmo que estabeleça com propriedade alguns pontos dignos de discussão geral. Em uma cidadezinha qualquer dos EUA, dois meninos de 8 anos sofrem abuso sexual, mas encontram maneiras diferentes de absorver o evento: enquanto Brian acredita que, na realidade, ele tenha sido abduzido por alienígenas, Neil, que clama ser repleto de desejo sexual já naquela idade, propositalmente se faz atraente para cair nas graças do treinador de baseball pedófilo (um arrepiante-por-parecer-totalmente-normal Bill Sage). A narração em que Neil admite maliciosamente jogar com o desejo do homem mais velho é de deixar qualquer um desconfortável (exceto, claro, os pedófilos), mas se não é lá algo agradável de se testemunhar, ao menos funciona para quebrar os paradigmas norte-americanos sobre o sexo antes da idade adulta (onde a relação consentida entre alguém mais jovem e outro mais velho é chamada de estupro – “statutory rape” – se fosse no Brasil, a metade da população estaria presa). A cena em que o dito cujo acontece (e olha que nem é a mais pesada que o filme tem a nos oferecer) se passa em meio de praticamente todas as marcas de cereais produzidos pela Kellog’s, que deve estar enlouquecida a este ponto. A abertura do filme precisa ser subversiva porque as vítimas estão justamente subvertendo e aterrando os terrores desse passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brian não se lembra do que lhe aconteceu na infância e cresce um adolescente assexuado (interpretado por Brady Corbet) obcecado por OVNIs, enquanto Neil (um incrível Joseph Gordon-Levitt) torna-se um michê que usa seu sex-appeal para manter as pessoas, especialmente seus amigos Wendy (Michelle Trachtenberg) e Eric (Jeffrey Licon), orbitando em sua volta. Particularmente, é interessante observar como Neil adota uma preferência por homens realmente mais velhos, carecas e barrigudos – conheço algumas pessoas que compartilham do mesmo fetiche e sempre assumi que fosse algo relacionado à presença (ou ausência) da figura paterna. Enfim, Brian percebe em Neil a chave para desvendar seu passado, mas Neil está a caminho de Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a sinopse parece a receita perfeita para um filme de cortar os pulsos, Araki foge de visões morais em preto-e-branco. Desde o início, o diretor adota um tom leve para a narrativa e, mesmo que o filme seja sexualmente carregado, há uma inocência que permeia todo o roteiro, desde o modo como Brian lida com o seu passado, como o modo que Neil lida naturalmente com sua homossexualidade. Apresentar dois personagens afetados pelo mesmo trauma, mas que acabam crescendo com personalidades tão distoantes permite ao espectador que ele mesmo diagnostique até onde o abuso sexual realmente os afetou enquanto pessoas – “Mysterious skin” não permite que acreditemos que Neil tenha se tornado gay por ter sido abusado, ou Brian um assexuado pelo mesmo motivo. Esse desafio torna o filme muito mais interessante, não fornecendo soluções fáceis e prontas para o espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande força do filme consiste na performance de seus dois protagonistas. Corbet cria um personagem cuja confusão pessoal – maior que a de Neil, mas tão auto-iludido quanto – está enraizada em sua incapacidade de lidar com o passado. Quando ele se liga a Avalyn (Mary Lynn Rajskub), supostamente abduzida por aliens, seu relacionamento se revela um rodeio patético entre duas pessoas enganando a si mesmas e uma a outra. Mas a performance de Godon-Levitt é uma usina de forças. Quem diria que o adolescente nerd raquítico de “3rd. Rock From the Sun” poderia realizar uma performance tão devastadora e hipnótica? Na pele de Neil, Gordon-Levitt compõe um jovem que se esforça para parecer forte e auto-suficiente para as pessoas em sua volta, nem que para isso ele se faça de ignorante quanto à paixão de ambos os amigos por ele, o que faz o pedido de Neil para que Eric veja se seu pênis está infectado ser ainda mais insensível. Vale ressaltar os papéis menores, como a amiga-barba de Trachtenberg, o pobre-amigo-gótico-gay Licon e a mãe-bicho-solto Elizabeth Shue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso é que Neil não recorda dos eventos de infância nem um pouco mais claramente do que Brian. Do abuso, ele não se lembra nem um pouco melhor do que os videogames ou os cereais da época, memórias periféricas que se entremearam no trauma durante o ritual de recuperação emocional de tal evento. Os personagens decidem confrontar as memórias desse passado sombrio e tais memórias sofrem um processo de osmose estética. Araki compõe um filme superior em que sua estética surpreendente encontra uma história de crueza e honestidade emocional que se completam num assombroso, mas esperançoso final, em que ambos os personagens descobrem que só podem se confortar um no outro. Imperdível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;““Mysterious Skin” EUA, 2004. 99 mins. Direção: Gregg Araki. Estrelando: Joseph Gordon-Levitt, Brady Corbett, Elizabeth Shue, Michelle Trachtenberg, Jeffrey Licon, Mary Lynn Rajskub. Distribuidora: Fortissimo Films/Tartan Films. Site oficial: www.mysterioussthemovie.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3253938423882628711?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3253938423882628711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3253938423882628711' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3253938423882628711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3253938423882628711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/mistrios-da-carne-de-gregg-araki.html' title='MISTÉRIOS DA CARNE de Gregg Araki'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6334384365624404264</id><published>2007-07-03T19:19:00.000-07:00</published><updated>2007-07-03T19:20:23.917-07:00</updated><title type='text'>MEC admite grave falta de professores no ensino médio</title><content type='html'>&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Um relatório divulgado nesta terça pela Câmara de Educação Básica, do Conselho Nacional de Educação (CNE) concluiu que faltam 245 mil professores no ensino médio. O ministro da Educação, Fernando Haddad, recebeu o relatório e avisou que está será a prioridade de sua gestão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O levantamento aponta ainda que os temas mais carentes são Física, Química, Matemática e Biologia. Entre as causas para a falta de profissionais, o estudo destaca o baixo investimento em educação, o salário baixo, a violência nas escolas e a falta de perspectiva profissional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Haddad, que recebeu o relatório durante visita à cidade de Belém, elogiou o trabalho conduzido pelo CNE, que é ligado ao Ministério da Educação. "O resgate do papel do professor é fundamental. É ele o protagonista da mudança do sistema educacional", disse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O ministro destacou que pretende implantar um sistema nacional de formação permanente de professores. "Temos de formar recursos humanos de nível superior não só para o nível superior, mas para todos os níveis educacionais."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Mozart Neves Ramos, relator do levantamento, acredita ser preciso aumentar os salários. Ele defende ainda o uso da televisão e da Internet no ensino público. "Sem isso, com o tamanho continental do Brasil, nós não vamos enfrentar esse problema do déficit, pelo menos a curto prazo", disse ao Jornal Nacional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Terra Educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6334384365624404264?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6334384365624404264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6334384365624404264' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6334384365624404264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6334384365624404264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/mec-admite-grave-falta-de-professores.html' title='MEC admite grave falta de professores no ensino médio'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7965524974806804307</id><published>2007-07-03T19:17:00.000-07:00</published><updated>2007-07-03T19:20:57.135-07:00</updated><title type='text'>Municípios carentes receberão R$ 4 bi do PAC</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt; A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciou nesta terça-feira, em Fortaleza (CE), investimentos de R$ 4 bilhões em saneamento básico - R$ 1 bilhão por ano - em municípios carentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;p&gt; Receberão os recursos cidades com menos de 50 mil habitantes, comunidades com alta incidência de doença de Chagas e malária, além de populações indígenas e quilombolas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  "O governo deverá lançar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Funasa para atender a essa população", disse a ministra. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A seleção dos projetos, acrescentou, será feita neste segundo semestre. "Assim que for encerrado o lançamento do PAC nos Estados, o governo apresentará o PAC Funasa (Fundação Nacional de Saúde)", disse Dilma, durante a solenidade de lançamento dos investimentos do PAC no Ceará. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Nos Estados, esses investimentos atendem a municípios com mais de 150 mil habitantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Dilma explicou que "esses investimentos visam ao mesmo que o PAC que hoje estamos lançando: melhorar as condições de vida da população".&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Invertia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7965524974806804307?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7965524974806804307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7965524974806804307' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7965524974806804307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7965524974806804307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/07/municpios-carentes-recebero-r-4-bi-do.html' title='Municípios carentes receberão R$ 4 bi do PAC'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6680818538628357874</id><published>2007-06-30T18:07:00.001-07:00</published><updated>2007-07-01T10:11:43.881-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Im a Cyborg, But Thats Ok .2006. Park Chan-Wook</title><content type='html'>Passou hoje na mostra competitiva o mais novo filme de um dos nomes mais respeitados/comentados do cinema internacional hoje, o coreano Park Chan Wook, diretor de Oldboy. O filme chama-se I'm a Cyborg But That's Ok (Sou um Ciborgue, Mas Tudo OK), virada interessante no cineasta que ganhou destaque com a sua ultra-violenta trilogia da vingança - além de Oldboy, fez também Sympathy For Mr. Vengeance e Sympathy For Lady Vengeance. Park continua apaixonado pela loucura, e fez um filme essencialmente sobre isso. O melhor elogio que pode ser feito ao filme é afirmar que não trata-se de um filme sobre loucos, mas um filme louco sobre doidos, e disso resulta um tratamento sempre imprevisível e surpreendentemente doce. Park deixou a insanidade do ódio e da vingança e entra agora na insanidade com ambientação clássica de manicômio, exercitando os mùsculos da delicadeza num filme que fica bem longe do sombrio. De fato, temos um filme teen de amor enterrado numa sadia curiosidade autoral, e esse toque de autor já era perceptível no mix sempre incômodo de brutalidade e delicadeza dos seus filmes anteriores. I'm a Cyborg But That's Ok veste a lógica de um maníaco depressivo, em especial a de uma adolescente que parece ter herdado geneticamente o problema da sua querida avó. A garota pensa que é um ciborgue com pente de balas na boca, entranhas mecânicas e uma portinhola nas costas. No manicômio, seus colegas têm, cada um, suas dificuldades de lidar com a realidade. Extremamente bem filmado, e suas imagens manipuladas digitalmente por efeitos especiais inusitados, este filme desenvolve-se com ritmo desigual de rapidez e lentidão, mas para um final delicado e surpreendente como imagem. O cinema de Park - sensação frequente no moderno cinema coreano - passa a sensação de que há muita coisa louca sendo feita no mundo, bem longe das convenções tão firmemente estabelecidas. Juntando os três filmes anteriores de Park e de quebra o cult e inédito no Brasil (totalmente insano) Save The Green Planet, de Joon Hwang Jang, temos uma filmografia coreana claramente iluminada pela perturbação, onde a delicadeza é brutalmente interrompida pela loucura. Desta vez, a loucura é interrompida pela delicadeza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6680818538628357874?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6680818538628357874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6680818538628357874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6680818538628357874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6680818538628357874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/im-cyborg-but-thats-ok-2006-park-chan.html' title='Im a Cyborg, But Thats Ok .2006. Park Chan-Wook'/><author><name>Doctor Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://img135.imageshack.us/img135/7362/b72944georgesanderspostcs1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-900044366535296066</id><published>2007-06-30T13:04:00.000-07:00</published><updated>2007-06-30T13:06:51.350-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Takeshi Kitano, Zatoichi, Japão, 2003</title><content type='html'>&lt;img src="http://img530.imageshack.us/img530/1322/zatoichi05rj5.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente do que costuma acontecer com os que adentram à galeria dos "super-autores" do cinema mundial, Takeshi Kitano não se acomoda num modelo que tenha dado certo nem se contenta com a mera reciclagem de formas. Como prova maior disso, em Dolls ele embarcou numa jornada estetizante que mantinha ausente da tela exatamente os aspectos mais marcantes de seus melhores filmes. Além das gags e da sanguinolência, tinha ficado de fora de Dolls, e agora retorna em Zatoichi, a presença do ator Kitano, ou melhor, Beat Takeshi, figura ao mesmo tempo transparente e opaca, simpática e fechada – e de uma violência que lhe é absolutamente imanente, brotando da circunstância sem que haja qualquer mudança na sua fisionomia. Uma vez que seus personagens são também formas (e dispõem de uma intensidade incrível), Kitano sabe que não pode estagná-los, precisa reinventar sua máscara a cada nova imagem. Assim sendo, em Zatoichi ele aparece loiro e encarnando um lendário espadachim cego. Essa reconfiguração implica não só um novo repertório de expressões faciais e uma maior diferenciação de Kitano em relação aos outros: implica também uma nova interação com o espaço e com os sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zatoichi é o filme de Kitano mais centrado na sua figura, mas é igualmente o filme em que ele mais se distrai com o mundo à volta de seu personagem. Integrante do imaginário popular, Zatoichi carrega uma aura mítica por conta de, mesmo sendo cego, protagonizar as maiores proezas no manejo da espada. Na mais conhecida lógica das histórias sobre heróis, ele tira da deficiência a sua força, o que está simbolizado no fato de sua espada e seu bastão de cego serem o mesmo objeto. Ora examinando o espaço, ora dilacerando corpos, esse objeto estabelece a relação ambígua entre Zatoichi e tudo que lhe é exterior. Enquanto ele anda, é o bastão quem disfarça a espada; mas enquanto ele luta, é a espada quem esconde a existência de uma deficiência para a qual ela serve de apoio nas horas vagas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andarilho que vive do jogo e de prestar serviços como massagista, Zatoichi é alguém que conta com a intuição e com o tato. O filme começa com sua chegada à cidade em que a gangue de Ginzo atormenta a população, cobrando impostos arbitrários e matando gratuitamente. Tão-logo começa, o filme estabelece um diálogo com o western leoniano (a persona kamikaze do andarilho, o cenário lúdico em que explode a violência) e com o filme de gangster à Scorsese (as ações da quadrilha de Ginzo, o flashback em que se mostra como a família das duas gueixas foi massacrada). É curioso que os filmes mais violentos do festival, de Kill Bill Vol. 2 e Zatoichi à retrospectiva de Sergio Leone, estejam encharcados de lirismo. Kitano também insere o processo violento de seu filme numa abstração de movimentos que só pode existir no cinema, e que repousa no exagero e no elogio do artifício. Não à toa, Kitano usa um mesmo filme para sublinhar cenas de luta e cenas de dança (aquela que intercala o presente e o passado da gueixa transformista, com a montagem preservando a continuidade da coreografia, é das mais brilhantes do filme, revelando uma relação com o tempo simultaneamente idílica e seca). Isso não significa dizer, de forma alguma, que as lutas de Zatoichi estejam desprovidas de contato físico, ou de peso. A parcela física lá está, mas há uma profunda valorização dos interstícios, do que se perde entre um e outro plano, daquilo que o corte nos subtrai à visão. Entre um e outro golpe desferido, localiza-se um mundo de ações não visíveis, não filmáveis. E esse mundo é aquele a que Zatoichi se refere no plano final do filme, quando tropeça e cai, dizendo em seguida que, mesmo com os olhos arregalados, não pode ver o que não é para ser visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cinema vem questionando, através de grandes filmes, o retorno à sua tarefa primordial de simplesmente recortar um pedaço do mundo e entregá-lo ao olhar em condições privilegiadas de atenção e visibilidade. Zatoichi é mais um filme em que o (re)ver o mundo está sendo posto em causa a todo segundo, mas com um detalhe: Kitano não abre mão de ser um fabulista. Se em Dolls ele construiu um universo que parecia de brinquedo e compôs uma melodia visual das mais melancólicas, em Zatoichi sua busca pela canção natural que exala das coisas resulta em vivacidade e alegria, culminando na dança triunfante do final. A cegueira de seu personagem, ao aguçar os sentidos que lhe restam, justamente ressalta esse murmúrio do entorno. Zatoichi recolhe os sons emitidos pelo mundo e os devolve a ele em forma de música (a seqüência do mutirão é bastante significativa, com marretadas e barulhos metálicos se harmonizando até compor a trilha sonora da cena), atitude que ilustra bem o cinema de Kitano, voltado para a complexa melodia da vida de quem está sempre no limite – o que não impede a recorrência daqueles teclados sentimentais, timbre musical mor de sua obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem dois foras-de-campo no cinema de Kitano. Um é o que diz respeito à continuação do espaço para além dos limites do enquadramento. E o outro é o que opõe ao material filmado, como numa relação de campo-contracampo, todo um imaginário ilimitado, vazado por todos os lados, fendido pelo real mas favorável à fantasia. Imaginário que remete a um volume de códigos que, se precisou esperar algumas décadas de cinema para surgir, hoje parece avassalador. Esse segundo espaço-fora-da-tela é perfeitamente suscetível a devaneios. É aquele ocupado, por exemplo, pelo personagem que corre semi-nu e grita loucamente em Zatoichi – o burlesco encontra facilmente seu lugar nesse espaço. Kitano está sempre disposto a contribuir com a cativante infantilidade que surge espontaneamente em seus filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como ninguém enxerga tudo, há coisas que até o cego consegue ver. No confronto com o antigo chefe mafioso, que se disfarça como um decrépito ajudante na icônica taverna em que ocorrem importantes cenas do filme, Zatoichi sobe, pela primeira vez, suas pálpebras e expõe olhos que parecem de vidro. Ele corta os olhos do mafioso como punição que considera pior do que a morte. O inimigo viverá, mas sem a dádiva da visão. Não basta ter olhos, é preciso um algo mais: donde a evidência de que, mesmo quando se concentra na transparência e ignora a ausência intrínseca à imagem, o cinema esbarra no mistério que o mantém vivo. É preciso resgatar o vazio – e preenchê-lo sem a pretensão de encerrá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zatoichi é um filme de acúmulo, de soma. Na seqüência final, a música e a coreografia evoluem num crescendo, até a interrupção brusca imposta pelo personagem de Kitano, que naquele momento está unindo as duas figuras (ator e diretor) numa só, intercalando as imagens da dança com a imagem dele em algum lugar distante dali (o presente do filme e o seu alhures). Sem exceder as bordas, esse acúmulo dá excelente continuidade a uma carreira que já rendeu (Sonatine, Brother) e ainda pode render obras-primas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Carlos Oliveira Jr.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-900044366535296066?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/900044366535296066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=900044366535296066' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/900044366535296066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/900044366535296066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/takeshi-kitano-zatoichi-japo-2003.html' title='Takeshi Kitano, Zatoichi, Japão, 2003'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8882369261874948459</id><published>2007-06-30T13:03:00.001-07:00</published><updated>2007-06-30T13:03:52.973-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Zatoichi</title><content type='html'>&lt;img src="http://img297.imageshack.us/img297/5035/bscap0222au5.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Uma obra de arte lírica, de extrema beleza e com uma história que consegue prender do início ao fim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelente. Não existe melhor palavra para definir esse filme dirigido pelo brilhante Takeshi Kitano (que interpreta o próprio Zatoichi), um nome não muito conhecido no meio ocidental, mas muito elogiado no lado asiático. Baseado em um conto, a história do samurai cego é levada ao cinema pela terceira vez, sendo as anteriores Zatoichi Kenka-Tabi, em 1963 e  Zatoichi, em 1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com cenas de luta sempre rápidas e eficientes, com uma bela reprodução do Japão do século 19, personagens carismáticos e cativantes e uma excelente trilha sonora, Zatoichi merece ser apreciado por todos os amantes do cinema oriental, ou simplesmente por quem procura um bom filme, capaz de prender a atenção do início ao fim. O filme conta a história de um andarilho cego que sobrevive como massagista, que procura levar sua vida pacata, apostando em jogos de dados, mas que não hesita em mostrar toda sua habilidade como excelente espadachim que na verdade é. Um exímio espadachim conhecido como Zatoichi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suas andanças, Zatoichi vai parar em uma vila dominada pelo bando de um homem conhecido por Ginzo, que explora os comerciantes locais cobrando abusivos impostos de "proteção". Zatoichi, que inicialmente se coloca alheio aos problemas da vila, acaba se envolvendo ao encontrar duas gueixas que procuram vingança pela morte de todos os seus familiares pelas mãos de um grupo de assassinos comandados por Ginzo. No decorrer da história somos apresentados à curiosos e cativantes personagens, que possuem, a seu modo, o dom de nos divertir e emocionar com suas histórias e costumes. Em tomadas dinâmicas que não deixam cair o andamento, somos bombardeados por cenas de ação, humor e drama. Todas mescladas em dose e momentos certos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como nem tudo é somente qualidade, Zatoichi também possui seus defeitos, como algumas tomadas que são bastante confusas, fazendo com que o espectador não saiba se a ação está se passando no momento presente ou no passado (através das lembranças de algum personagem). Problema que seria facilmente contornado se simplesmente mudasse um pouco a tonalidade da imagem para um tom pastel ou até mesmo em branco-e-preto. O destino (e mesmo a origem) de alguns personagens, como a esposa do novo guarda-costas de Ginzo, também são um pouco confusos. Acabamos ficando sem entender o motivo que leva a personagem a tomar a atitude que toma, se a mesma não sabia o que estava acontecendo a alguns quilômetros dali. E é claro que os exageros também estão presentes, como em todo bom filme de luta asiático. Mas nada que quebre as leis da física, como os personagens flutuantes de O Tigre e o Dragão (atenção, esse não se trata de um comentário pejorativo, já que no filme em questão tais habilidades são aceitáveis pelo seu estilo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No resultado, as qualidades acabam sobrepondo os defeitos, e no final Zatoichi ainda nos presenteia com uma ótima seqüência de sapateado no ritmo oriental, mas que não deixa nada a desejar a nenhum outro já visto. Com uma ótima trilha sonora e um dos melhores e mais completos finais que já vi em um filme (que sempre que achamos estar terminando somos tomados por novas surpresas e acontecimentos), Zatoichi é um filme que mostra o brilho do cinema Asiático, que no passado nos encheu os olhos com as ótimas películas do brilhante Akira Kurosawa e atualmente vem brilhando com pérolas como O Tigre e o Dragão, Herói e com o recente O Clã das Adagas Voadoras. Recomendo não assistir procurando ver cenas de ação desenfreada, como é comum em algumas produções do gênero, mas procurando enxergar o lirismo e a beleza que mesmo uma lembrança amarga pode demonstrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Ed Carlos Inácio de Sousa&lt;br /&gt;02/03/2005&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8882369261874948459?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8882369261874948459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8882369261874948459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8882369261874948459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8882369261874948459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/zatoichi_30.html' title='Zatoichi'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7063100571112638466</id><published>2007-06-29T20:34:00.001-07:00</published><updated>2007-06-29T20:35:59.605-07:00</updated><title type='text'>Cientistas dão o primeiro passo para a produção de vida sintética</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://cs.i.uol.com.br/infograficos/genome_process.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 440px; height: 506px;" src="http://cs.i.uol.com.br/infograficos/genome_process.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os cientistas deram o primeiro passo para a produção de vida sintética, com a transferência de material genético de uma bactéria para a outra, transformando a segunda em uma cópia da primeira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O objetivo da técnica é criar bactérias projetadas para realizar funções como produzir combustível artificial ou limpar o lixo tóxico, afirmam os pesquisadores na edição de sexta-feira da revista Science.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"É o equivalente a transformar um Macintosh em PC incluindo um novo software", disse Craig Venter, pioneiro do genoma que hoje chefia seu próprio instituto em Rockville, Maryland, numa entrevista coletiva por telefone. "Acho que vamos acabar conseguindo fazer células artificiais", acrescentou. "É um primeiro passo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Venter vem tentando há anos criar um micróbio do zero. Ele ainda não conseguiu isso, mas sua equipe reprogramou uma espécie de bactéria ao acrescentar a ela material genético de um outra espécie parecida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os cientistas projetaram o cromossomo substituto para resistir a um antibiótico, e então submeteram o experimento à droga. As bactérias que sobreviveram carregavam apenas os genes que tinham sido incluídos. Os pesquisadores acreditam que as outras morreram, mas não sabem bem como o novo DNA reprogramou as bactérias nem o que aconteceu com o DNA original.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mesmo assim, a equipe de Venter pediu a patente do processo e pretende explorá-lo industrialmente. Venter acredita que será relativamente simples construir um novo cromossomo a partir do nada, que tenha funções predeterminadas, para assim se criar uma bactéria feita sob medida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"O que estamos relatando na Science não é sobre um organismo sintético", disse ele. "É um passo essencial pois, quando tivermos um cromossomo sintético, já sabemos que é possível incluí-lo. A biologia sintética e a genômica sintética estão bem mais perto de serem provadas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No experimento foi usada uma bactéria bem simples, o Mycoplasma capricolum, que costuma infectar animais. As bactérias não têm núcleos como as células de organismos mais complexos. A equipe inseriu então um cromossomo da espécie Mycoplasma mycoides.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os pesquisadores admitem que será muito mais difícil fazer essa transformações em organismos mais complexos, mesmo bactérias, que têm paredes celulares e mecanismos de defesa para repelir DNA estranho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Ciência &amp;amp; Saúde UOL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7063100571112638466?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7063100571112638466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7063100571112638466' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7063100571112638466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7063100571112638466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/cientistas-do-o-primeiro-passo-para.html' title='Cientistas dão o primeiro passo para a produção de vida sintética'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6834909149619827004</id><published>2007-06-29T20:32:00.000-07:00</published><updated>2007-06-29T20:34:16.089-07:00</updated><title type='text'>Após seis meses de espera, iPhone chega às lojas dos EUA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://te.i.uol.com.br/especial20070629iphone2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 134px; height: 191px;" src="http://te.i.uol.com.br/especial20070629iphone2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O produto, que combina celular, browser de Internet e player de mídia é a aposta da Apple para deixar de seu uma marca cultuada por nichos profissionais como publicitários e designers para estabelecer-se de fato como potência no setor de bens de consumo eletrônicos, posição que ensaia assumir desde que lançou o player de mídia digital iPod, praticamente sinônimo de toca-MP3 no mundo todo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O gadget é uma aposta do co-fundador e presidente-executivo da Apple, Steve Jobs. O iPhone será um teste para sua reputação como líder de tendências tecnológicas. E seu desafio não é pequeno: provar que o iPhone pode fazer pela telefonia celular o que o iPod fez pela música digital —unificar um mercado fraturado e confuso por meio de um produto elegante e simples de usar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Eles querem ampliar o domínio que têm em termos de sua capacidade de criar integração realmente elegante entre hardware e software", disse Mark McGuire, analista do grupo de pesquisa Gartner. "Para eles, esse será o novo grande negócio", acrescentou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Ansiedade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; A antecipação quanto ao novo celular atingiu níveis que costumam ser reservados ao lançamento de novos discos de superastros do rock ou de novos consoles de videogame.&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os clientes estão há dias acampados diante das lojas Apple, os grandes jornais do mundo todo vêm ocupando suas primeiras páginas com artigos sobre o iPhone, e qualquer migalha de informação merece divulgação em uma galáxia de blogs de entusiastas por tecnologia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Quero ser a primeira pessoa a brincar com ele", disse Jose Sanchez, 22, funcionário de uma loja de sapatos que estava na fila diante da loja da Apple na 5ª Avenida, em Nova York.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O aparelho terá duas versões, com preços de US$ 500 (com capacidade de armazenamento de 4 GB) e US$ 600 (versão de 8 GB), e obriga o usuário a assinar um contrato de serviço de dois anos com a operadora de telefonia móvel norte-americana AT&amp;T, com planos de voz e dados com tarifas que vão de US$ 60 a US$ 100. Não há previsão de lançamento do iPhone para o mercado brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Poucos tocaram&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Após ter sido visto e tocado por poucos jornalistas durante a MacWorld de janeiro, a concessão de aparelhos para testes antes do lançamento oficial foi ainda mais rigorosa. Um dos únicos profissionais da imprensa a receber um iPhone paa avaliação foi David Pogue, colunista de tecnologia do jornal The New York Times.&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na resenha que fez do aparelho, Pogue diz que o aparelho faz jus à atenção que recebeu —o gadget foi tema de mais de 11 mil reportagens impressas nos últimos seis meses. "O iPhone é revolucionário; e tem defeitos. É substância, é estilo. Faz coisas que nenhum telefone jamais fez; e não tem algumas características encontradas nos telefones mais básicos", afirma o colunista norte americano em seu artigo. "Grande parte da sensação e algumas críticas se justificam."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O tom de Pogue —entusiasmado, mas com ressalvas— fica explícito quando ele fala dos defeitos do incensado telefone celular da Apple. "Então, sim, o iPhone é incrível. Mas não, não é perfeito. Não tem 'slot' para cartão de memória, nem programa de bate-papo, nem ligação por voz. Você só pode instalar novos programas da Apple; outras companhias podem criar miniprogramas feitos especialmente para o iPhone na Web. O navegador não suporta Java nem Flash, o que o priva de milhões de vídeos da Web."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Tecnologia UOL&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Cya&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6834909149619827004?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6834909149619827004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6834909149619827004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6834909149619827004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6834909149619827004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/aps-seis-meses-de-espera-iphone-chega-s.html' title='Após seis meses de espera, iPhone chega às lojas dos EUA'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7705265293186956172</id><published>2007-06-29T13:01:00.000-07:00</published><updated>2007-06-30T13:02:49.579-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Zatoichi</title><content type='html'>&lt;img src="http://img297.imageshack.us/img297/5076/bscap0223si9.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Sua espada fez dele um herói... Sua coragem o tornou uma lenda. A justiça é cega"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conferi este filme no Festival do Rio e devo confessar que me surpreendeu. Antes de falar das qualidades de “Zatoichi” em específico, gostaria de falar um pouco do cinema asiático, principalmente o japonês e o chinês. Neste mesmo festival pude conferir uma série de filmes dessas nacionalidades, sendo de ação ou não. Os dramas do Japão normalmente são muito arrastados, como é o caso de “Ninguém pode Saber”, enquanto nos da China isso não acontece, um exemplo é o dinâmico “20: 30: 40”. Já em relação aos excelentes (de ambos os lados) filmes de lutas a diferença é mais fácil de perceber. Enquanto nos filmes chineses vemos pessoas voando e andando sobre a água (“Herói” que o diga), nas produções japonesas isso não acontece. Essas se preocupam basicamente com as batalhas, não ligando para cenários, figurinos etc. Mas isso é um defeito? De forma alguma, os filmes japoneses de luta, que na maioria das vezes envolve samurais, também tem sua beleza.&lt;br /&gt;É muito difícil falar sobre a magia dessas produções, ainda mais com as dezenas de barris de sangue que são gastos. É ver para entender. “Zatoichi” é extremamente trash, conta com cenas que matam de rir de tão absurdas. É deste estilo de filme que vemos onde Quentin Tarantino se inspirou para realizar “Kill Bill”. Vemos também o quanto Quentin foi contido nessa inspiração, pois “Kill Bill” é um filme de criança, sem violência, perto deste aqui. Obviamente aqui não se trata de uma superprodução como é a de Tarantino, então é muito mais mal feita. Mas se não fosse mal feita não teria a mesma graça.&lt;br /&gt;Vencedor do prêmio de melhor diretor (Takeshi Kitano, que também escreve o roteiro e protagoniza o longa) e prêmio do público de melhor filme no Festival de Veneza de 2003 (!?!?!?!), o filme gira em torno de Zatoichi (Kitano), um andarilho cego que sobrevive como massagista. Apesar da aparência humilde, ele é um espadachim de raro talento. Numa de suas andanças, ele chega a uma aldeia dominada pelo sanguinário Ginzo (Ittoku Kishibe), que, com a ajuda do samurai Hattori (Tadanobu Asano) elimina quem se oponha aos seus objetivos.&lt;br /&gt;“Zatoichi” é um filme brilhante e não é por menos que conquistou o público do Festival de Veneza, conta com uma história interessante e com muitas e muitas cenas de embate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucas Salgado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7705265293186956172?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7705265293186956172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7705265293186956172' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7705265293186956172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7705265293186956172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/zatoichi.html' title='Zatoichi'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7281784436863017394</id><published>2007-06-28T12:59:00.000-07:00</published><updated>2007-06-30T13:01:37.935-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>ZATOICHI - de Takeshi Kitano</title><content type='html'>&lt;img src="http://img297.imageshack.us/img297/6072/bscap0224vc9.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um filme híbrido, genial do início ao fim, mas que vai irritar aquele espectador mais xiita, que acredita que se um filme for drama, ele não pode se transformar em uma ficção-científica. E um filme tão extravagante quanto seu criador. Beat Takeshi: genial é pouco.&lt;br /&gt;Bernardo Krivochein (Rio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre se falou de como Takeshi Kitano era violento e sensível ao mesmo tempo, mas nunca se falou o quanto ele é engraçado. Pois "Zatoichi" é a perspectiva de Kitano sobre a fábula de um famoso personagem do folclore japonês, um filme tão sangrento quanto hilário e inusitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O personagem Zatoichi, um samurai/massagista cego que cruza o Japão Feudal numa série de aventuras, já rendeu "n" filmes, mas nenhum deles deu a sorte de ser feito numa época em que o cinema japonês estivesse em foco. Mais sorte do que isso, a história de "Zatoichi" encontra um abrigo perfeito sob os olhos e a imaginação de Kitano. Sem se prender a regras, sejam elas do folclore, sejam elas cinematográficas, "Zatoichi" é um filme híbrido, genial do início ao fim, mas que vai irritar aquele espectador mais xiita, que acredita que se um filme for drama, ele não pode se transformar em uma ficção-científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que você quebre a cabeça, "Zatoichi" é uma mistura de filme de samurai/comédia rasgada/musical da Broadway. A mistura de gêneros é anunciada cedo no filme e trabalhada para que não seja causada tanta estranheza. O próprio Kitano interpreta Zatoichi, recém chegado numa cidadezinha controlada por um clã de mal-feitores. Ele encontra abrigo junto à uma gentil senhora, sofredora da extorsão dos bandidos. Zatoichi acaba criando amizade com o sobrinho azarado da mesma e um casal de irmãos viajantes, em busca de vingança pela morte dos pais. À medida em que os personagens acabam se transformando em uma estranha família, a fama do ceguinho bom de faca vai se espalhando. Meio sem querer, Zatoichi vai dando cabo na turma do mal e seu caminho fatalmente cursa um encontro com um habilidoso Ronin mercenário, contratado como guarda-costas do chefão salafrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Zatoichi" é rico na delineação de seus personagens. Todos tem uma motivação em seus atos, suas decisões não são insensatas ou incompreensíveis. O protagonista é mantido um mistério - tanto para nós quanto para os outros personagens -, mas isso não nos impede de simpatizar com sua simpática figura, especialmente quando ele bota pra capar ao lutar com seus inimigos. Principalmente intrigante é o personagem do Ronin, que apenas decepa membros alheios para conseguir dinheiro a fim de pagar o tratamento de sua mulher, severamente doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A miscigenação é o que distingüe "Zatoichi" de outros filmes do gênero. O look remete a uma obra de época, com a belíssima reconstituição e direção de arte impecável, mas a trilha sonora - fuderosa de boa, aliás - é composta por sintetizadores e batidas eletrônicas. O avant-garde está presente também na opção de Kitano em fazer todo o sangue e tripas atravessadas em CGI. Há um método nessa loucura: propositalmente falso, o diretor quis reproduzir a sensação de mangá - os jatos de hemoglobina são praticamente desenhos animados. Tenho que confessar, no entanto, que esse efeito não me agradou em particular e quebrou meu envolvimento com o filme. A coreografia das lutas, no entanto, são ágeis e o espectador não fica com a menor dúvida de que Kitano, um senhor, não seja capaz de botar para f... como está na tela. A expectativa para as cenas de luta de espada são recompensadas através de incríveis - mesmo que rápidos - momentos onde tanto Zatoichi e o Ronin tornam-se exércitos de um homem só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Zatoichi" consegue ganhar o espectador por não deixar haver tempo morto em sua história (e Kitano não confunde isso com: "vamos colocar ação atrás de ação" como Jerry Bruckheimer). Se a história principal não está se desenvolvendo, ou há uma luta, ou há uma piada. O humor é até singelo, mas vem como uma brisa fresca no meio de tantas intrigas. A comédia está concentrada na segunda metade, quebrando o princípio que o começo deve ser leve e o resto deve ser carregado de tensão, que assolam a maioria dos filmes. O melhor: é realmente engraçado, humor bobo sem pedir desculpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lado musical (!) do filme é indicado através da incorporação de sons ambientes á própria trilha sonora (imagine "Dançando no escuro"). "Zatoichi" guarda um grand-finale tipo "Stomp!", mesclado com batalha de samurais e deve ser um dos finais mais absurdos, inventivos e excitantes dos últimos tempos. O clímax de "Zatoichi" praticamente catapulta o espectador - de mente aberta - para fora do cinema, numa explosão de alegria. Ao que acaba, a platéia está refletindo, mas sorrindo por ter acabado de testemunhar o que acabou de ver. Eu e meus amigos saímos do cinema absolutamente felizes, ainda mais apaixonados por cinema e suas possibilidades. "Zatoichi" é um filme tão extravagante quanto seu criador. Beat Takeshi: genial é pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Zatôichi" Japão, 2003. 116 mins. Direção: Takeshi Kitano. Estrelando: Takeshi Kitano, Michyio Ookusu, Gadarukanaru Taka, Daigorô Tachibana, Yuuko Daike, Tadanobu Asano. Distribuidora: Miramax. Site oficial: http://office-kitano.co.jp/zatoichi&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7281784436863017394?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7281784436863017394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7281784436863017394' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7281784436863017394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7281784436863017394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/zatoichi-de-takeshi-kitano.html' title='ZATOICHI - de Takeshi Kitano'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8432818795774050949</id><published>2007-06-27T16:36:00.001-07:00</published><updated>2007-06-27T16:55:22.576-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Géminis .2005. Albertina Carri</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.cinenacional.com/images/galeria/fotos/g/geminis01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.cinenacional.com/images/galeria/fotos/g/geminis01.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;À frente de uma família argentina de classe alta, tipicamente matriarcal, está Lucía (Cristina Banegas), superficial e controladora, tentando impor a sua bem pensada ordem em tudo o que a rodeia, num claro contraste com um pai quase autista de tão ausente (Daniel Fanego). Mas há algo que foge ao controlo de Lucía, quase como símbolo da podridão de um sistema baseado nas aparências - a relação incestuosa entre os seus filhos, Meme (María Abadi) e Jere (Lucas Escáriz).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ezequiel (Damián Ramonda), o irmão mais velho, chega de Barcelona com Montse (Julieta Zylberberg) para se casar, num casamento teatralizado apenas para a sua família. Numa das cenas mais fortes deste filme, é Montse quem evidencia o mal que se gera dentro de um organismo pouco saudável, que impõe aos outros a sua vontade para camuflar a sua própria fragilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A utilização de uma situação extrema para questionar as convenções e tradições deste conjunto de pessoas afasta o espectador da possibilidade de identificação. E, apesar dos esforços de Cristina Banegas (cuja cena final é demonstrativa do seu poder), a crítica social acaba por cair na caricatura, um pouco à semelhança de Norma Aleandro em “Señora Beba”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;É só quando se afasta desse objectivo, que o filme de Albertina Carri (o seu documentário &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;“Los Rubios”&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; fez parte da selecção do IndieLISBOA do ano passado) mostra mais força. Sem nunca apresentar um ponto de vista moralizador, sem explicações, justificações ou críticas, e inclusivamente com uma certa cumplicidade. Carri capitaliza nas interpretações naturais de Abadi e Escáriz; não fosse a condenação social e poderíamos até ver este amor e este desejo como algo puro. Mas, por outro lado, Carri perde a oportunidade de tirar partido do confronto com a personagem do irmão mais velho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A câmara de Guillermo Nieto move-se pelos corredores da casa, descobrindo os seus meandros numa atmosfera opressiva. Sabemos de antemão e sem surpresa que a tensão acumulada caminhará para um inevitável clímax de tragédia grega, cuja força é potenciada pelo desajuste com a contenção emotiva que marca todo o restante filme.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Por vezes, o que está de errado na fotografia é simplesmente o lado de cá, o humano.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8432818795774050949?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8432818795774050949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8432818795774050949' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8432818795774050949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8432818795774050949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/gminis-2005-albertina-carri.html' title='Géminis .2005. Albertina Carri'/><author><name>Doctor Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://img135.imageshack.us/img135/7362/b72944georgesanderspostcs1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5784146733417082595</id><published>2007-06-27T13:07:00.000-07:00</published><updated>2007-06-30T13:08:50.508-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Zatoichi</title><content type='html'>&lt;img scr="http://img530.imageshack.us/img530/387/indexvz7.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zatoichi é um icon japonês, um herói nacional, adaptado ao cinema por mais de 26 vezes, entre 1962 e 1989 , sempre interpretado pelo mesmo actor, Shintaro Katsu, até à altura da sua morte, precisamente em 1989. Trata-se de uma série de filmes de muito sucesso e extremamente respeitados, ao qual Takeshi Kitano, quis prestar a sua homenagem, readaptando o personagem ao cinema e imprimindo-lhe o seu cunho pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não se pense que este novo Zatoichi é uma continuação da série de filmes; antes pelo contrário é uma transformação, uma roupagem completamente nova e por essa razão, apesar dos elogios e da colecção de prémios internacionais, váras facções do japão não concordaram com o que consideram uma desvirtuação do original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zatoichi, o espadachim cego, é nesta nova versão interpretado pelo próprio Kitano, que acumula as funções de realizador e escreve também o argumento. É uma espécie de justiceiro solitário, semelhante aos personagens interpretados por Clint Eastwood, calmo, sereno, sem transparecer emoções, mas ultra rápido com a espada, acima de tudo um homem de bom coração, apesar de jogador inveterado. A chegada do espadachim cego a uma pequena vila, irá desencadear uma luta para salvar a comunidade da ditadura imposta pelo sanguinário Gizu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nível de actores, além de Kitano, destaque para o seu arqui-inimigo Hattori, interpretado por um sempre competente Tadanobu Asano (Gohatto). Kitano pega numa premissa básica de filme de vingança, e ao aplicar o seu cunho pessoal, cria um objecto no qual fotografia, cenários e música, estão afinados e adequados ao ambiente do filme, prestando por um lado um tributo aos filmes do género dos anos 60 e 70, e por outro lado, acrescentando um toque moderno. As cenas de luta estão muito bem coreografadas (a rapidez do espadachim é completamente visível ao espectador) e até o vermelho carregado do jorrar do sangue acrescenta uma dose de humor (tal como Kill Bill) pouco vista neste tipo de filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, Zatoichi não é o melhor filme de Kitano, mas dada a sua premissa minimalista, pode-se dizer que o cineasta Japonês, consegue cria um objecto capaz de atingir vários públicos, acessivel, esteticamente irrepreensivel, com humor, acção e suspense, num cocktail que não deixa ninguém indiferente. Sem querer estragar o visionamento, apenas chamo a vossa atenção para o excelente número de sapateado em pleno Japão Feudal do século 19 que ocorre o filme... Portanto, se pretendem ser surpreendidos, pela abordagem pouco convencional que Kitano imprime ao género, então não devem perder Zatoichi!.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Lopes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5784146733417082595?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5784146733417082595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5784146733417082595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5784146733417082595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5784146733417082595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/zatoichi_27.html' title='Zatoichi'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5576590690007106221</id><published>2007-06-26T08:47:00.000-07:00</published><updated>2007-06-26T08:48:47.950-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>[canção do exílio]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/220/480832414_f43e81b6f0.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Johnnie To, eu conheço bem pouco. Até então, meu único contato com sua obra tinha sido Eleição, belo longa que evocava os grandes filmes de máfia norte-americanos. Nada que me preparasse para a experiência que viria ser assistir a Exilados. Minha história com o filme é antiga. Eu perdi a chance de vê-lo bem antes - e em película -, quando ele foi incluído de última hora na repescagem do Festival do Rio do ano passado. Com seu lançamento em DVD, pude reparar, ao custo de perder o impacto de um filme destes no cinema, este erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Johnnie To trabalha neste filme com um conceito diferente na relação entre os personagens. Em vez de comparsas em que não se pode confiar, seus protagonistas são cinco amigos de infância que se vêem colocados em lados diferentes do jogo. Dessa maneira, há um farto material sobre lealdade, confiança e parceria em questão e To se propõe a celebrá-lo ao longo do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o começo, a influência óbvia é Sergio Leone. Há planos muito abertos que acompanham os movimentos dos atores. A fotografia é, ao mesmo tempo, cheia de virtuoses e graciosa, tratando com carinho cada personagem. Existe também uma impressionante noção do espaço. As cenas da entrada na casa, logo no começo, e o duelo no apartamento do médico brincam justamente com esse domínio exato do cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os enquadramentos revelam planos diferentes de ação e a montagem trata de coordená-los. A música, assim como em Leone, é fundamental para aplicar a ambientação final que o diretor pretende para cada seqüência. Há ainda uma segunda referência direta: o cinema de Sam Peckinpah. É dele que Exilados herda a habilidade de criar espetáculo a partir da violência em massacres sangrentos filmados como balés coreografados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os maneirismos de câmera e de cortes são tratados com tanta inteligência que de incômodos passam a primorosos. O resto é o talento de To para mover os personagens em cena como num calculado jogo de xadrez, com sua disposição quase operística para movimentá-los. Essa maneira de manipular os protagonistas rendeu um show vigoroso e de uma coerência difícil para um produto tão, acredite, pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;exilados estrelinhaestrelinhaestrelinhaestrelinhaestrelinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;direção: Johnnie To.&lt;br /&gt;Fong Juk/Exiled, Hong Kong, 2006&lt;br /&gt;roteiro: Kam-Yuen Szeto e Tin-Shing Yip.&lt;br /&gt;elenco: Anthony Wong Chau-Sang, Francis Ng, Josie Ho, Nick Cheung, Richie Ren, Simon Yam, Roy Cheung, Suet Lam, Ka Tung Lam, Siu-Fai Cheung, Shiu Hung Hui, Ping-Man Tam, Ellen Chan, Chi Wai Wong.&lt;br /&gt;fotografia: Siu-keung Cheng. montagem: David M. Richardson. desenho de produção: Tony Yu. música: Guy Zerafa. produção: Johnny To. duração: 110 min. site oficial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5576590690007106221?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5576590690007106221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5576590690007106221' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5576590690007106221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5576590690007106221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/cano-do-exlio.html' title='[canção do exílio]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/220/480832414_f43e81b6f0_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1655163662096300250</id><published>2007-06-26T08:46:00.000-07:00</published><updated>2007-06-26T08:47:31.305-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>exiled</title><content type='html'>&lt;img src="http://photos1.blogger.com/blogger/178/2898/200/festival%20-%20exiled.0.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Exiled” entrou de última hora na programação do festival. Uma enorme e feliz surpresa. Um dos melhores filmes do esteta do movimento Johnnie To. Trata-se de mais um thriller urbano, dessa vez, passado em Macao, pouco antes da ilha retornar ao domínio chinês. Dois mafiosos de Hong Kong são enviados a este lugar para assassinar um membro renegado, que está tentando uma nova vida com a esposa e bebê recém-nascido. Os assassinos entram num dilema quando outros dois antigos membros da máfia também aparecem, com o intuito de proteger o alvo a qualquer custo. Uma simples e velha foto de infância nos revela a amizade que existe entre estes cinco homens e isso explica porque eles serão eternamente leais uns aos outros. Temos de maneira ainda mais direta os dois principais valores do universo de To: o dever e a amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To está definitivamente entre os melhores realizadores de gênero hoje no mundo. No entanto, ele figura neste top como um desconstrutor um tanto burlesco. “Exiled” é filme de gêneros. Dois gêneros, para ser mais exato. O longa parece um trabalho de fim de curso sobre o western spaghetti sob a perspectiva dos filmes policiais de Hong Kong dos anos 90. O tema Sam Peckinpahniano, o movimento matemático-cinético de Tsui Hark e Jonh Woo, e o revestimento épico (trilha e espaços, alguns desérticos) à la Sergio Leone, se fundem numa unidade indefinida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E To parece ainda mais desenvolto por aqui, arrastando um tom tenso por todo o longa, e explodindo, vez por outra, em seqüências de ação magistrais. Num tom operístico, To dirige com a autoridade de um mestre Zen. Tempos mortos convivem com um quadro em constante instabilidade - os elogios devem ser estendendidos ao exímio trabalho de Chen Siu-keung (fotógrafo) e David M. Richardson (montador). “Exiled” é um deleite estético que só o cinema pode gerar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1655163662096300250?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1655163662096300250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1655163662096300250' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1655163662096300250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1655163662096300250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/exiled.html' title='exiled'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7973947263674568240</id><published>2007-06-25T19:21:00.000-07:00</published><updated>2007-06-25T19:22:52.487-07:00</updated><title type='text'>CNPE aprova construção da usina nuclear Angra 3</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.terra.com.br/i/2007/06/25/538105-9172-cp2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://img.terra.com.br/i/2007/06/25/538105-9172-cp2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;" id="spanNoticia" class="tit"&gt;Foto de arquivo das usinas Angra 1 e Angra 2; Angra 3 será construída no mesmo local&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O Conselho Nacional de Política Energética aprovou nesta segunda-feira a construção da  usina nuclear Angra 3, projeto polêmico que deve custar aproximadamente US$ 3,7 bilhões. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Angra 3 pode ser apenas o início da retomada do programa  nuclear brasileiro. Um estudo do governo indica a possibilidade  de construção de entre quatro e oito novas usinas nucleares até  2030. &lt;/span&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;p&gt;A decisão ainda precisa ser ratificada pelo presidente Luiz  Inácio Lula da Silva, que já se declarou favorável à opção  nuclear para geração eletricidade como fonte auxiliar na matriz  energética brasileira, fortemente sustentada nas  hidrelétricas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Grupos ambientalistas fazem forte oposição ao projeto,  principalmente devido ao aumento do volume de resíduos atômicos  que precisará ser posteriormente estocado em algum local seguro  no país por um longo período. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; A previsão é de que Angra 3 fique pronta em 2013, caso não  surjam muitos problemas relacionados a licenças ambientais e  financiamento do projeto. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Ativistas do Greenpeace protestaram do lado de fora da  reunião do CNPE nesta segunda-feira. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Um dos slogans que usaram foi o "Angra 3, 2, 1 ... governo,  não ative essa bomba". &lt;/p&gt; &lt;p&gt; O Brasil comprou algumas partes de seu planejado terceiro  reator nuclear há mais de 20 anos, por estimados US$ 800 milhões, mas congelou o projeto devido à falta de fundos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; A empresa alemã que forneceu os equipamentos na época foi  comprada posteriormente pela francesa Areva, que informou  anteriormente estar otimista com os prospectos para a retomada  e prevê início das obras ainda este ano. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Defensores do projeto no governo federal dizem que o país  vai necessitar de toda a energia que puder gerar, incluindo a  nuclear, para que um ritmo de crescimento ao redor de 5 por  cento ao ano possa ser mantido. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; O Conselho Nacional de Política Energética é formado por  representantes de vários ministérios, incluindo o do Meio  Ambiente, de Marina Silva, forte opositora da energia nuclear. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Mas apesar da oposição de ambientalistas, a eletricidade  gerada por reatores nucleares está retomando apelo em vários  países no mundo, devido ao fato de não gerar emissões de gases  que compõem o efeito estufa, e pelo estímulo indireto dos altos  preços do petróleo e do gás utilizados em termelétricas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Os dois reatores já em operação em Angra geram cerca de 2  mil megawatts, ou cerca de 3% da eletricidade do  Brasil. O novo projeto vai gerar cerca de 1,35 mil megawatts. &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt; Angra 3 pode ser apenas o início da retomada do programa  nuclear brasileiro. Um estudo do governo indica a possibilidade  de construção de entre quatro e oito novas usinas nucleares até  2030.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Terra Economia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7973947263674568240?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7973947263674568240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7973947263674568240' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7973947263674568240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7973947263674568240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/cnpe-aprova-construo-da-usina-nuclear.html' title='CNPE aprova construção da usina nuclear Angra 3'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-4174359860945015242</id><published>2007-06-25T19:19:00.000-07:00</published><updated>2007-06-25T19:23:39.760-07:00</updated><title type='text'>Estudantes de medicina de SP criam código de ética</title><content type='html'>&lt;h2 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estudantes de medicina de São Paulo terão, a partir desta terça-feira, um código de ética próprio. A publicação será lançada às 18h, na sede do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), e aborda, em 43 artigos, os direitos e deveres dos alunos, a relação com os pacientes durante aulas práticas, as relações entre profissionais de saúde e as responsabilidades das escolas médicas, entre outros temas. &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cerca de 13 mil estudantes de Medicina do Estado receberão a publicação, que foi elaborada pelos próprios alunos, sob coordenação da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (Denem). A iniciativa teve apoio do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A partir desta terça-feira, o Código de Ética do Estudante de Medicina estará disponível no site www.cremesp.org.br, segundo informações do Cremesp.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Terra Educação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-4174359860945015242?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/4174359860945015242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=4174359860945015242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4174359860945015242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4174359860945015242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/estudantes-de-medicina-de-sp-criam.html' title='Estudantes de medicina de SP criam código de ética'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7388127030111059492</id><published>2007-06-25T17:38:00.000-07:00</published><updated>2007-06-25T17:39:18.835-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>[o pulso da vida]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1108/555858873_8201ae6afa_m.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À primeira vista, Ciro é um boa-vida. Adulto, mora sozinho, mas recebe ajuda financeira dos pais. 'Estudado', inteligente, vive recusando trabalhos como tradutor. Adota um cachorro, mas não o alimenta. Nem um nome dá pro pobre bicho. Conhece uma menina linda, gostosa, encantadora e, depois de uma noite de 'amor', não demonstra o mínimo interesse em revê-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciro não quer compromisso, mas não é um cara sacana. Ele só tem medo. Medo de se separar completamente da família e de ter que se virar no mundo. Medo de se aceitar um trabalho que não o pague satisfatoriamente e que o condene ao sub-emprego. Medo de dar um nome a um cachorro e de transformá-lo em 'seu cachorro' e de ter que cuidar de alguém mesmo sem saber tomar conta de si próprio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciro tem medo de ter uma namorada porque ele não saberia lidar com alguém tão de perto. Ele até gosta da idéia de que alguém cuide dele, mas sabe que a contrapartida seria ter que cuidar de alguém. Ele não quer ter que revelar para ninguém como é grande o medo que ele guarda somente pra ele porque dá vergonha se sentir assim. Ciro tem medo de ser adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucas coisas acontecem nos 82 minutos de Cão Sem Dono. Poucas coisas mesmo. Os fatos pouco interessam aos diretores Beto Brant e Renato Ciasca. O foco é como o homem lida com suas limitações e com sua inevitável transformação aos moldes do mundo. O processo pelo qual Ciro é forçado a passar é conseqüência das experiências que ele mesmo se permite ter. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que segue é uma espécie de transição tardia de um mundo paralelo, de isolamento e solidão, para a vontade de se estabelecer, de celebrar sua existência. É o embate entre a então confortável – e assustadora - escolha pela abstração e o amor, o que mais?, que oferece direção, drama e densidade. Com razão e sentido, a pergunta não é mais sobre quando a vida vai mudar, mas sobre o que ela tem para oferecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cão Sem Dono é sobre vida pulsando. E sobre querer um quadro na parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cão_sem_dono &lt;br /&gt;direção: Beto Brant e Renato Ciasca.&lt;br /&gt;Cão Sem Dono, Brasil, 2007.&lt;br /&gt;roteiro: Marçal Aquino, Beto Brant e Renato Ciasca, baseado no livro 'Até o Dia em que o Cão Morreu', de Daniel Galera. &lt;br /&gt;elenco: Júlio Andrade, Tainá Müller, Luiz Carlos V. Coelho, Marcos Contreras, Roberto Oliveira, Sandra Possani, Janaína Kremer, Churras.&lt;br /&gt;fotografia: Toca Seabra. montagem: Manga Campion. direção de arte: Luiz Roque. música: Instituto. figurinos: Marisa Carboni. produção: Bianca Villar. duração: 104 min. site oficial. trailer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7388127030111059492?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7388127030111059492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7388127030111059492' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7388127030111059492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7388127030111059492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/o-pulso-da-vida.html' title='[o pulso da vida]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1108/555858873_8201ae6afa_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-2524725488843070654</id><published>2007-06-25T17:34:00.000-07:00</published><updated>2007-06-25T17:36:13.247-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>[surfando sem destino]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1045/618414488_379b99f936.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu juro que sou um cara que acredita. Acredito que, no fundo, o bem vence o mal (ou pelo menos é a melhor opção), que vamos vencer o aquecimento global (ou pelo menos minimizá-lo), que vão fazer uma propaganda decente pra revista Piauí (embora eu não a leia e, assim, talvez passe a comprá-la) e que nenhum atleta estrangeiro ou brasileiro vai morrer com uma bala perdida no PAN do Rio (embora as coisas por lá não estejam na esportistas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, eu costumo acreditar. E creio que parte desse meu convencimento na possibilidade de que as coisas dêem certo vem da quantidade de quadrinhos que eu li. Quadrinhos de super-heróis, basicamente. Nas páginas de uma HQ, por mais que crises cósmicas ameaçassem o futuro da humanidade e que grandes heróis morressem em sacrifícios grandiosos, tudo dava certo (ou quase) no final. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim que o trailer de Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado me encheu de esperanças de ver um bom filme de quadrinhos. Ou pelo menos um filme melhor do que o vexaminoso longa original, que muitos chamaram de bobo e divertido, mas que quem tem o mínimo contato com a principal 'família' da Marvel Comics sabe o quanto é distante do que o grupo representa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que o trailer seja exatamente uma obra-prima, mas tinha tantos elementos instigantes que era impossível não se envolver. Tinha um dos mais filosóficos personagens da editora, o Surfista Prateado, a iminência do surgimento do devorador de mundos Galactus, a reaparição de um aparentemente mais ameaçador Doutor Destino. Tinha tudo para me fazer esquecer a futilidade do primeiro filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imbuído deste espírito, acreditei que o elenco fraco pudesse estar mais à vontade com seus personagens e que pudessem me oferecer contato com algo mais próximo com nomes que fazem parte da minha vida de menino crescido há mais tempo do que eu possa calcular. Imaginei que Ioan Gruffudd poderia ser um Sr. Fantástico mais sério, que Jessica Alba poderia ser uma Mulher-Invisível mais forte, que Michael Chiklis pudesse finalmente impor o magnetismo de seu Coisa e que Chris Evans, o melhor em cena no filme anterior, mantivesse o espírito maloqueiro do Tocha Humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui cheio de boas intenções ao cinema. E o que eu ganhei? Um casal-protagonista completamente apático, um Coisa inexpressivo e um Tocha Humana reprisado e repetitivo. Um texto medíocre, com piadas estúpidas e timing zero, seja para a comédia (estrutura em que o filme teima em se apoiar), seja para o drama (constrangedor quando o o roteiro tenta criar tensão), seja para a aventura (porque não há absolutamente nenhuma cena que fique na memória por mais de cinco minutos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma que se dá para Galactus até que é uma solução adequada porque materializar o personagem idêntico ao dos quadrinhos poderia fazer o filme afundar no ridículo, missão que os efeitos visuais, sobretudo os ligados aos poderes do Sr. Fantástico cumprem com louvor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta Norrin Radd, um ser que vaga pelas estrelas sacrificando seu amor para poupar sua vida e a de seu planeta. Um homem cheio de conflitos que aceira ser arauto do mal para fazer um bem. A dedicação em criar o Surfista Prateado da forma mais crível possível é até louvável, mas Tim Story sabe como simplificar a complexidade de um personagem tão cheio de nuances. Melhor do que tudo foi a participação de Stan Lee, talvez a melhor do mestre num filme da Marvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a mim, eu me recuso a desistir. E preciso ler minha revista dos Vingadores antes de dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quarteto_fantástico_e_o_surfista_prateado &lt;br /&gt;direção: Tim Story.&lt;br /&gt;Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer, Estados Unidos, 2007.&lt;br /&gt;roteiro: Mark Frost, baseado nos personagens criados por Jack Kirby, Stan Lee e Don Payne. &lt;br /&gt;elenco: Ioan Gruffudd, &lt;br /&gt;Jessica Alba, Chris Evans, Michael Chiklis, Doug Jones, Julian McMahon, Kerry Washington, Beau Garrett, Andre Braugher, Stan Lee, Laurence Fishburne (voz).&lt;br /&gt;fotografia: Larry Blanford. montagem: Peter S. Elliot, William Hoy e Michael McCusker. desenho de produção: Kirk M. Petrucelli. música: John Ottman. figurinos: Mary E. Vogt. produção: Avi Arad, Bernd Eichinger e Ralph Winter. duração: 92 min. site oficial. trailer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-2524725488843070654?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/2524725488843070654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=2524725488843070654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2524725488843070654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2524725488843070654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/surfando-sem-destino.html' title='[surfando sem destino]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1045/618414488_379b99f936_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8798395264271032211</id><published>2007-06-24T17:36:00.000-07:00</published><updated>2007-06-25T17:37:17.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>[os segredos e o a mais]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1271/606572281_f5006734e0.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz da criança-fantasma provocou efeitos devastadores. É tão irritante que me fez querer devastar o que estivesse na minha frente. Seu tom é do encantamento a todo custo, da tentativa de Isabel Coixet cooptar o espectador para sua história de dores e encontros. É um tom estranho para um filme que tenta ser tão pouco permissivo em relação a seus personagens. É tão duro que não parece real. Sarah Polley está muito, demais, excessiva para querer justificar os segredos e as muralhas da protagonista. Falta equilíbrio à textura do melodrama, que era o grande forte de Minha Vida sem Mim, obra anterior da diretora. Incomoda ainda a necessidade de ser um filme mundial: a personagem central passa são muitos países, conhece personagens (e atores) de nacionalidades diferentes, come comidas de vários lugares. É o mundo globalizado? O pior de tudo é quando o filme revela suas motivações políticas e de mensagem. Fica mais forte, mas mais óbvio e excessivamente didático, como na cena com Julie Christie. E, definitivamente, não gosto nada do Tim Robbins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a_vida_secreta_das_palavras &lt;br /&gt;direção: Isabel Coixet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Sarah Polley, Tim Robbins, Javier Cámara, Eddie Marsan, Steven Mackintosh, Julie Christie, Danny Cunningham, Dean Lennox Kelly, Daniel Mays, Sverre Anker Ousdal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8798395264271032211?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8798395264271032211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8798395264271032211' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8798395264271032211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8798395264271032211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/os-segredos-e-o-mais.html' title='[os segredos e o a mais]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm2.static.flickr.com/1271/606572281_f5006734e0_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-2307821420060446972</id><published>2007-06-23T17:37:00.000-07:00</published><updated>2007-06-25T17:39:35.663-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>[agressão gratuita]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1298/573824040_62f3e1ef93.jpg?v=0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei nove anos da minha vida trabalhando em emissoras de televisão e posso garantir que Carreiras é um filme estúpido, irresponsável e, com o perdão do trocadilho, carreirista. Para começar, existe uma completa ignorância de como funciona uma redação de TV. Parece que não tiveram dinheiro para contratar alguém para pesquisar melhor - se bem que as informações poderiam sair de uma mesa de bar... se é que não saíram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, há uma visão preconceituosíssima do jornalista de uma maneira geral, condenado à alcunha de figura desumana, vendida, corrupta e drogada - o título 'espertinho' faz uma perversa alusão a isso. Se fosse escrito decentemente ou tivesse um diretor inteligente, a visão clichê nem incomodaria tanto, mas o argumento é precário e a realização, medíocre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma saída pra tentar equilibrar essa falta de talento é, acovardadamente, transformar Priscilla Rozenbaum numa versão feminina de Domingos Oliveira - com dicção melhor - efusivazinha, verborragicazinha, inquietazinha. Uma aposta certa numa fórmula batida. Sua personagem 'cheirada' é vergonhosa. Mas a apelação não pára por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a desculpa de justificar sua condição, digamos, 'artesanal', o filme tenta se vender como produto indie necessário para um "e a luta continua" da ala do cinema brasileiro que acha que tem alguma coisa a dizer. Para um filme que abre com um pedido de desculpas por existir, que se transforma em "me aceitem do jeito que eu sou e me defendam porque eu não tenho dinheiro" logo depois, era pedir demais qualquer coisa diferente. Fazia tempo que um filme não era tão ofensivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;carreiras &lt;br /&gt;direção: Domingos Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Priscila Rozenbaum, Domingos Oliveira, Paulo Carvalho, Fábio Florentino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-2307821420060446972?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/2307821420060446972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=2307821420060446972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2307821420060446972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2307821420060446972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/agresso-gratuita.html' title='[agressão gratuita]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3863081711396044545</id><published>2007-06-23T15:00:00.000-07:00</published><updated>2007-06-23T15:01:16.290-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>[os melhores filmes]</title><content type='html'>O American Film Institute, um dos mais importantes órgãos na preservação de filmes nos Estados Unidos, lançou, na noite desta quarta-feira, num programa de TV especial com três horas de duração, sua nova lista dos 100 maiores filmes em língua inglesa. A divulgação comemora os dez anos da primeira lista do instituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1 (1) Cidadão Kane (1941), de Orson Welles&lt;br /&gt;2 (3) O Poderoso Chefão (1972), de Francis Ford Coppola&lt;br /&gt;3 (2) Casablanca (1942), de Michael Curtiz&lt;br /&gt;4 (24) Touro Indomável (1980), de Martin Scorsese&lt;br /&gt;5 (10) Cantando na Chuva (1952), de Gene Kelly e Stanley Donen&lt;br /&gt;6 (4) ...E o Vento Levou (1939), de Victor Feming&lt;br /&gt;7 (5) Lawrence da Arábia (1962), de David Lean&lt;br /&gt;8 (9) A Lista de Schindler (1993), de Steven Spielberg&lt;br /&gt;9 (61) Um Corpo que Cai (1958), de Alfred Hitchcock&lt;br /&gt;10 (6) O Mágico de Oz (1939), de Victor Fleming&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orson Welles e seu Cidadão Kane continuam imbatíveis em primeiro lugar, mas Francis Ford Coppola, com O Poderoso Chefão, conseguiu tomar a segunda posição de Casablanca, de Michael Curtiz. Entre os dez mais, duas novidades em relação à lista de 1997: entraram Touro Indomável, de Martin Scorsese, e Um Corpo que Cai, de Alfred Hitchcock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 (76) Luzes da Cidade (1931), de Charles Chaplin&lt;br /&gt;12 (96) Rastros de Ódio (1956), de John Ford&lt;br /&gt;13 (15) Guerra nas Estrelas (1977), de George Lucas&lt;br /&gt;14 (18) Psicose (1960), de Alfred Hitchcock&lt;br /&gt;15 (22) 2001 (1968), de Stanley Kubrick&lt;br /&gt;16 (12) Crepúsculo dos Deuses (1950), de Billy Wilder&lt;br /&gt;17 (7) A Primeira Noite de um Homem (1967), de Mike Nichols&lt;br /&gt;18 (--) A General (1927), de Clyde Bruckman e Buster Keaton&lt;br /&gt;19 (8) Sindicato de Ladrões (1954), de Elia Kazan&lt;br /&gt;20 (11) A Felicidade Não se Compra (1946), de Frank Capra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois filmes que perderam a vaga no top ten foram: A Primeira Noite de um Homem, de Mike Nichols, e Sindicato de Ladrões, de Elia Kazan, rebaixados para os vinte mais. Em toda a lista, há 23 filmes que não constavam na relação anterior. Desses 'novatos', quem conseguiu se dar melhor foi A General, de Clyde Bruckman e Buster Keaton, que estreou em 18º lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 (19) Chinatown (1974), de Roman Polanski&lt;br /&gt;22 (14) Quanto Mais Quente Melhor (1959), de Billy Wilder&lt;br /&gt;23 (21) As Vinhas da Ira (1940), de John Ford&lt;br /&gt;24 (25) E.T. - O Extraterrestre (1982), de Steven Spielberg&lt;br /&gt;25 (34) O Sol é para Todos (1962), de Robert Mulligan&lt;br /&gt;26 (29) A Mulher faz o Homem (1939), de Frank Capra&lt;br /&gt;27 (33) Matar ou Morrer (1952), de Fred Zinneman&lt;br /&gt;28 (16) A Malvada (1950), de Joseph L. Mankiewicz&lt;br /&gt;29 (38) Pacto de Sangue (1944), de Billy Wilder&lt;br /&gt;30 (28) Apocalypse Now (1979), de Francis Ford Coppola&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em toda a lista, o filme que mais perdeu posições foi Uma Aventura na África, de John Huston, que desceu 48 degraus, indo 17º para o 65º lugar. Na contrapartida, outro John, o Ford, foi o que viu seu Rastros de Ódio mais crescer: nada menos do que 84 posições, passando do 96º para uma surpreendente 12ª colocação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31 (23) Relíquia Macabra (1941), de John Huston&lt;br /&gt;32 (32) O Poderoso Chefão - 2ª Parte (1974), de Francis Ford Coppola&lt;br /&gt;33 (20) Um Estranho no Ninho (1975), de Milos Forman&lt;br /&gt;34 (49) Branca de Neve e os Sete Anões (1937), de David Hand&lt;br /&gt;35 (31) Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977), de Woody Allen&lt;br /&gt;36 (13) A Ponte do Rio Kwai (1957), de David Lean&lt;br /&gt;37 (37) Os Melhores Anos de Nossas Vidas (1946), de William Wyler&lt;br /&gt;38 (30) O Tesouro de Sierra Madre (1948), de John Huston&lt;br /&gt;39 (26) Dr. Fantástico (1964), de Stanley Kubrick&lt;br /&gt;40 (55) A Noviça Rebelde (1965), de Robert Wise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Victor Fleming foi o único cineasta que conseguiu emplacar dois filmes entre os dez primeiros colocados. ...E O Vento Levou ficou em 6º e O Mágico de Oz, em 10º. No entanto, o diretor que mais apareceu na lista foi Steven Spielberg, com cinco títulos: A Lista de Schindler, E.T. - O Extraterreste, Caçadores da Arca Perdida, Tubarão e O Resgaste do Solado Ryan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41 (43) King Kong (1933), de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack&lt;br /&gt;42 (27) Uma Rajada de Balas (1967), de Arthur Penn&lt;br /&gt;43 (36) Perdidos na Noite (1969), de John Schlesinger&lt;br /&gt;44 (51) Núpcias de Escândalo (1940), de George Cukor&lt;br /&gt;45 (69) Os Brutos Também Amam (1953), de George Stevens&lt;br /&gt;46 (35) Aconteceu Naquela Noite (1934), de Frank Capra&lt;br /&gt;47 (45) Uma Rua Chamada Pecado (1951), de Elia Kazan&lt;br /&gt;48 (42) Janela Indiscreta (1954), de Alfred Hitchcock&lt;br /&gt;49 (--) Intolerância (1916), de D. W. Griffith&lt;br /&gt;50 (--) O Senhor dos Anéis: a Sociedade do Anel (2001), de Peter Jackson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários outros diretores tiveram mais de um filme citado na relação: Alfred Hitchcock, Billy Wilder e Stanley Kubrick (com 4, cada), Francis Ford Coppola, Martin Scorsese, Frank Capra, George Stevens, John Huston e Charles Chaplin (com 3) e Michael Curtiz, David Lean, John Ford, George Lucas, Mike Nichols, Elia kazan, William Wyler, Ribert Wise, Robert Altman, Alan J. Pakula e Sidney Lumet (com 2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51 (41) Amor, Sublime Amor (1961), de Robert Wise e Jerome Robbins&lt;br /&gt;52 (47) Taxi Driver (1976), de Martin Scorsese&lt;br /&gt;53 (79) O Franco-Atirador (1978), de Michael Cimino&lt;br /&gt;54 (56) M*A*S*H* (1970), de Robert Altman&lt;br /&gt;55 (40) Intriga Internacional (1959), de Alfred Hitchcock&lt;br /&gt;56 (48) Tubarão (1975), de Steven Spielberg&lt;br /&gt;57 (78) Rocky, um Lutador (1976), de John G. Avildsen&lt;br /&gt;58 (74) Em Busca do Ouro (1925), de Charles Chaplin&lt;br /&gt;59 (--) Nashville (1975), de Robert Altman&lt;br /&gt;60 (85) Diabo a Quatro (1933), de Leo McCarey&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme mais antigo que aparece na lista é Intolerância (1916), de D. W. Griffith, o único da década de 10. O mais recente é O Senhor dos Anéis: a Sociedade do Anel (2001), de Peter Jackson, representante solitário dos anos 2000. Na relação, além do filme de Jackson, há apenas mais dois filmes produzidos depois da lista de 1997: O Resgate do Soldado Ryan (1998) e O Sexto Sentido (1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61 (--) Contrastes Humanos (1941), de Preston Sturges&lt;br /&gt;62 (77) Loucuras de Verão (1973), de George Lucas&lt;br /&gt;63 (--) Cabaret (1972), de Bob Fosse&lt;br /&gt;64 (76) Rede de Intrigas (1976), de Sidney Lumet&lt;br /&gt;65 (17) Uma Aventura na África (1951), de John Huston&lt;br /&gt;66 (60) Caçadores da Arca Perdida (1981), de Steven Spielberg&lt;br /&gt;67 (--) Quem Tem Medo de Virginia Woolf? (1966), de Mike Nichols&lt;br /&gt;68 (98) Os Imperdoáveis (1993), de Clint Eastwood&lt;br /&gt;69 (62) Tootsie (1982), de Sydney Pollack&lt;br /&gt;70 (46) Laranja Mecânica (1971), de Stanley Kubrick&lt;br /&gt;71 (--) O Resgate do Soldado Ryan (1998), de Steven Spielberg&lt;br /&gt;72 (--) Um Sonho de Liberdade (1994), de Frank Daranbont&lt;br /&gt;73 (50) Butch Cassidy (1969), de George Roy Hill&lt;br /&gt;74 (65) O Silêncio dos Inocentes (1991), de Jonathan Demme&lt;br /&gt;75 (--) No Calor da Noite (1967), de Norman Jewison&lt;br /&gt;76 (71) Forrest Gump (1993), de Robert Zemeckis&lt;br /&gt;77 (--) Todos os Homens do Presidente (1976), de Alan J. Pakula&lt;br /&gt;78 (81) Tempos Modernos (1936), de Charles Chaplin&lt;br /&gt;79 (80) Meu Ódio Será Tua Herança (1969), de Sam Peckinpah&lt;br /&gt;80 (93) Se Meu Apartamento Falasse (1960), de Billy Wilder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos 100 filmes, 20 são da década de 70, a mais representiva. Os anos 60 vêm em segundo lugar, com 18 títulos. Pela lista, Intolerância seria o melhor filme da década de 10, A General, o da década de 20, ...E O Vento Levou, o dos anos 30, Cidadão Kane, o dos 40, Cantando na Chuva ganharia o título nos anos 50, Lawrence da Arábia nos 60, O Poderoso Chefão nos 70, Touro Indomável venceria nos 80, A Lista de Schindler na década de 90 e A Sociedade do Anel, nos anos 20000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81 (--) Spartacus (1960), de Stanley Kubrick&lt;br /&gt;82 (--) Aurora (1927), de F. W. Murnau&lt;br /&gt;83 (--) Titanic (1997), de James Cameron&lt;br /&gt;84 (88) Sem Destino (1969), de Dennis Hopper&lt;br /&gt;85 (--) Uma Noite na Ópera (1935), de Sam Wood&lt;br /&gt;86 (83) Platoon (1986), de Oliver Stone&lt;br /&gt;87 (--) Doze Homens e uma Sentença (1957), de Sidney Lumet&lt;br /&gt;88 (97) Levada da Breca (1938), de Howard Hawks&lt;br /&gt;89 (--) O Sexto Sentido (1999), de M. Night Shyamalan&lt;br /&gt;90 (--) Ritmo Louco (1936), de George Stevens&lt;br /&gt;91 (--) A Escolha de Sofia (1982), de Alan J. Pakula&lt;br /&gt;92 (94) Os Bons Companheiros (1990), de Martin Scorsese&lt;br /&gt;93 (70) Operação França (1971), de William Friedkin&lt;br /&gt;94 (95) Pulp Fiction (1994), de Quentin Tarantino&lt;br /&gt;95 (--) A Última Sessão de Cinema (1971), de Peter Bogdanovich&lt;br /&gt;96 (--) Faça a Coisa Certa (1989), de Spike Lee&lt;br /&gt;97 (--) Blade Runner (1982), de Ridley Scott&lt;br /&gt;98 (100) A Canção da Vitória (1942), de Michael Curtiz&lt;br /&gt;99 (--) Toy Story (1995), de John Lasseter&lt;br /&gt;100 (72) Ben-Hur (1959), de William Wyler&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saíram da lista nesses dez anos: Doutor Jivago, O Nascimento de uma Nação, A Um Passo da Eternidade, Amadeus, Sem Novidades no Front, O Terceiro Homem, Fantasia, Juventude Transviada, No Tempo da Diligências, Contatos Imediatos do Terceiro Graus, Sob o Domínio do Mal, Sinfonia em Paris, O Morro dos Ventos Uivantes (1939), Dança com Lobos, Assim Caminha a Humanidade, Fargo, O Grande Motim, Frankenstein, Patton, O Cantor de Jazz, Minha Bela Dama, Um Lugar ao Sol e Adivinhe Quem Vem para Jantar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3863081711396044545?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3863081711396044545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3863081711396044545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3863081711396044545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3863081711396044545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/os-melhores-filmes.html' title='[os melhores filmes]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-914496103958359285</id><published>2007-06-20T15:52:00.000-07:00</published><updated>2007-06-20T16:01:00.996-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Um Longo Caminho</title><content type='html'>Após os relatos épicos de “Herói” e “O Clã das Adagas Voadoras”, Zhang Yimou retoma uma chave mais intimista e contemporânea para este seu novo filme. “Em Um Longo Caminho”, saem os efeitos especiais e o visual estonteante dos dois filmes anteriores e entra uma história singela e sobriamente encenada sobre a sempre conturbada relação entre pai e filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Takata é um simples e pacato pescador de uma pequena cidade litorânea do Japão, um homem sozinho e de poucas palavras. Ao saber que seu filho – com quem havia brigado e não conversava há anos – encontra-se internado em estado terminal, parte para a China com o objetivo de concretizar o que seria um sonho irrealizado de seu filho e, através desse ato reconciliador, reconquistar o respeito e amor de seu filho. Antes disso, porém, ele precisará passar por um longo processo de descobertas e auto-conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a história contada assim trás consigo um quê de pieguice e déjà vu, é exatamente isso que o filme de Zhang Yimou entrega ao espectador. Sem buscar uma particularidade que faça desse enredo comum uma experiência única e expressiva, o diretor exagera o tom no sentimentalismo e na busca pela emoção (principalmente através da música) e acaba com isso atingindo um resultado oposto ao esperado, de indiferença ou, no mínimo, distanciamento do espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal escolha equivocada, entretanto, não impede Zhang Yimou de trabalhar algumas questões interessantes através do filme, sendo a principal delas a crença do diretor no poder da tecnologia de aproximar as pessoas e permitir que elas expressem melhor seus sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois se Takata, em sua viagem à China, vê a sensação de solidão e isolamento aumentarem devido à dificuldade imposta pela língua e à imensidão daquele espaço (muito bem exposta pela câmera de Zhang Yimou), é através de seu aparelho celular que ele não apenas se mantém informado sobre o estado de seu filho no Japão, como se faz compreender por aqueles com os quais cruza em sua trajetória, através do auxílio de uma tradutora para a qual liga toda vez que a barreira lingüística se impõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, Takata se utiliza de um vídeo captado por sua filmadora para sensibilizar os funcionários do Ministério das Relações Exteriores para sua causa (único momento do filme onde ele deixa transparecer claramente seus sentimentos) e é através de sua máquina fotográfica digital que ele é capaz de emocionar o artista atrás do qual ele foi para a China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tais artifícios se prestam a reinstalar o cinema de Zhang Yimou na contemporaneidade, após os recortes históricos de seus últimos filmes, eles estão longe de justificarem a presença de "Um Longo Caminho" na filmografia de um diretor que, se não é uma unanimidade, ao menos já provou ser capaz de instigar reações mais entusiasmadas a seus filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo Mecchi&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-914496103958359285?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/914496103958359285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=914496103958359285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/914496103958359285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/914496103958359285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/um-longo-caminho_20.html' title='Um Longo Caminho'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7277231509633173877</id><published>2007-06-20T15:37:00.000-07:00</published><updated>2007-06-20T15:38:07.016-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Um Longo Caminho (Qian Li Zou Dan Qi)</title><content type='html'>&lt;img src="http://img404.imageshack.us/img404/6146/bscap0146iy5.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um grande filme de Zhang Yimou! Que forma maravilhosa de contar o relacionamento entre duas pessoas, pai e filho, que são bem parecidos no espírito solitário e de pouco conseguirem expressar suas emoções, através das formas mais indiretas possíveis. O que poderia simplesmente ser uma situação resolvida, com algum custo, através de uma conversa, de um contato mais direto, caso fossem outros espíritos e outra cultura no filme as coisas nunca são fáceis assim, há um longo caminho a percorrer. Pai vai visitar o filho doente no hospital após longos anos que os dois não se falam e após a recusa do filho em vê-lo o pai através de uma fita de vídeo descobre algo que pode fazer com que se reconecte ao filho. E Yimou faz isso através da modernidade diante de uma das regiões menos favorecidas das diversas províncias chinesas. Num primeiro momento a viagem à China é uma loucura, algo despropositado que aos poucos vamos entendendo o quanto isso é o caminho mais natural para se chegue ao real sentimento do pai em busca do filho (ambos japoneses). A barreira da linguagem já é um grande empecilho e todos se comunicam melhor por instrumentos como celulares, telefones, vídeos, fotos, apito, máscara, cartas, bandeiras, dicionário... A mediação é a única forma que certos personagens conseguem se abrir emocionalmente, tanto que o pai inveja a forma direta que o ator demonstra estar triste e com saudades do filho. Mas isso nunca é um dificultador das relações humanas, há uma grande compreensão da jornada daquele pai e uma receptividade além das expectativas desse pai pelas pessoas mais simples possíveis. Quando o cinismo atual apontaria os defeitos dessas comunicações indiretas Yimou apresenta um facilitador, não uma necessidade, mas algo possível para alcançar o outro e se fazer entender. Por isso são memoráveis as cenas de mediação como o vídeo do pai para o pessoal do ministério das relações internacionais ou o slide de fotos para os prisioneiros. Nisso podemos pensar não só nas pessoas de diferentes culturas se comunicando, da melhor forma que encontram, como também no próprio cinema, esse canal por onde Yimou (e todos que participaram do filme) nos alcança. O melodrama não pede desculpas, ele aparece e emociona pela sinceridade. As paisagens são de grande beleza e muito adequadas para os estados de espírito dos personagens em determinadas situações como as grandes rochas, os telhados da vila, as estradas sinuosas, etcs. E disse que o pai é feito pelo grande Ken Takakura? Que escolha excelente! Que tributo à esse ator! Os seus silêncios e sua fala que parece emperrada são brilhantes. Consegue transmitir tudo sem dizer nada! É mais um grande feito de Yimou dar esse grande personagem e esse belíssimo filme ao Takakura. No dvd há um making of de 18 minutos, que infelizmente só é legendado em inglês, onde ficamos sabendo que, fora Takakura e a atriz que faz sua nora, todo o resto é um elenco de amadores, de pessoas que nunca atuaram; que o filme também tem seu paralelo com a história contada pois levou um longo caminho para sua feitura; que o clima do set foi muito alegre e emocional; que a assistente de direção é bonita e também teve seus momentos de emoção; que Takakura trabalhou com apenas 4 cineastas estrangeiros e Yimou o fez lembrar bastante de Ridley Scott (o que não deixou de ser uma nota legal para mim); que o garoto que faz Yang Yang realmente é um achado; e que deve ter sido muito foda ter trabalhado neste filme, voltando à bonita assistente, foi "inesquecível".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;posted by RENATO DOHO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7277231509633173877?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7277231509633173877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7277231509633173877' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7277231509633173877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7277231509633173877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/um-longo-caminho-qian-li-zou-dan-qi.html' title='Um Longo Caminho (Qian Li Zou Dan Qi)'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5604992525361973395</id><published>2007-06-20T15:33:00.000-07:00</published><updated>2007-06-20T15:34:46.826-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>UM LONGO CAMINHO</title><content type='html'>&lt;img src="http://img404.imageshack.us/img404/7088/bscap0147ch5.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zhang Yimou, Qian li zou dan qi, Hong Kong/China/Japão, 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longo é o caminho cheio de percalços que percorre o Sr. Takata até os confins da China para filmar Li Jiamin cantando a ópera popular "Um Longo Caminho". Longos são também a distância que separa Takata do filho e o percurso interno que ele fará para conquistar o sentimento de paternidade. Pois no filme de Zhang Yimou, todos os caminhos se encontram e todas as questões em jogo se refletem umas nas outras. Trata-se de um roteiro absolutamente coeso, em que tudo conspira para um único e esclarecedor sentido e no qual o mundo resume-se aos limites da história e da trama. Toda a jornada do Sr. Takata não é apenas uma aventura pessoal, mas uma espinha dorsal que organiza e centra a narrativa em torno dos princípios morais que o filme se propõe a "resgatar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho "pedagógico" de Zhang Yimou, desenvolvido nas mais diversas direções, está em Um Longo Caminho voltado para a relação pai-e-filho e as reservas emocionais que podem advir entre eles. Radicado em algum ponto entre o humanismo e o melodrama, o diretor toma sempre o partido do sentimentalismo, de forma que a moralidade nas relações sociais que ele encena está menos ligada a regras, interditos e tradições, do que a uma ampla "capacidade de amar" que definiria o humano e salvaria o mundo de eventuais vilanias e mesquinharias. Assim sendo, toda a jornada de Takata justifica-se pelo "aprendizado" do amor paterno e da importância da expressão deste amor. A morte do seu filho, elemento trágico, é então sublimada por esta lógica e não se faz sentir dramaticamente: mais importante do que a relação efetivada (a presentificação da superação final das desavenças), é a solução moral do conflito e a celebração dos sentimentos (a grande aprendizagem em jogo no filme). Os dados do mundo saem do âmbito da experiência para erigir lições que promovem a educação dos personagens (e dos espectadores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É neste sentido que Takata pode encontrar o amor pelo filho de forma atravessada, no afeto do menino gerado por Li Jiamin e criado por toda a sua aldeia, garantindo não apenas a sua redenção como pai frustrado, como a do cantor. Se onde a distância era factualmente a maior possível, a afetividade pôde irromper e unir um homem e uma criança, no campo de uma relação familiar dada, não há o que justifique a não-expressão de um sentimento. Esta é a lição que Takata ao mesmo tempo encarna e promove através de sua campanha, que constitui em si mesma uma prova de amor, dispensando o contato real entre ele e seu filho. A simbologia ganha largamente sobre a concretude dos fatos em toda a extensão do roteiro que sustenta o filme. O próprio registro da performance de Li Jiamin, propulsor primeiro da narrativa, revela-se desnecessário e é levado a cabo apenas pelas significações que passa a adquirir. Vencer todas as provas que se interpõem no seu caminho em direção a esta "conquista", para Takata, é a superação de uma relação fria e complicada e a abertura para um amor sem contenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta "descoberta" e este amor estão também transfigurados, ao longo do caminho percorrido pelo personagem, na relação estabelecida entre ele e a cultura chinesa com a qual ele trava contato. Se para seu filho, o refúgio nos confins deste imenso país correspondia a um reflexo de sua solidão (e da falta subentendida que para ele fazia o carinho do pai) – "ele ficava por muito tempo olhando as montanhas", diz a tradutora –, para Takata, pisar este mesmo caminho é encontrar seu filho e descobrir um pouco sobre ele, ao desbravar um mundo desconhecido que lhe revela um sentido de interação humana e de afetividade que ele ignorava. Dos tons monocromáticos e frios do Japão para o colorido das manifestações culturais chinesas. Da frieza de uma relação distante para o calor de uma ampla receptividade e uma terna sensibilidade para com a sua causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este contraste direto e banal explorado por Zhang Yimou, assim como toda a estrutura óbvia do seu roteiro, anula qualquer possível força do filme e faz recair sobre os acontecimentos, pura e simplesmente, toda a emotividade pressuposta pela narrativa. Um Longo Caminho sobrevém, pois, como um roteiro estruturado, em que os acontecimentos são "plantados" para fazer andar a narrativa e destilar significados, e não como um filme que se desenvolve. Takata é uma espécie de herói do afeto, de baluarte do amor paterno entravado pelas complicações da vida, um estrangeiro em missão nobre, para o qual todos abrem caminho e cuja "tarefa" é saudada e endossada sem restrições, além de alguns empecilhos legais rapidamente superados. Trata-se de um filme-redoma, protegido do mundo, dos perigos, das dores, dos traumas. As lágrimas vertidas pelos personagens são doces e estéreis, porque carregam consigo a certeza de uma conciliação final. Li Jiamin pode não ter conseguido ver seu menino, mas assim que cumprir sua pena, irá certamente encontrá-lo e ele o acolherá, da mesma forma que Takata não foi capaz de falar uma última vez com seu filho doente, mas obteve à distância o reconhecimento do seu afeto. Diante de uma tal disposição narrativa, pergunta-se: de que vale viver uma vida (ou um filme) da qual já se sabe o final e da qual já se carrega uma conclusão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tatiana Monassa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5604992525361973395?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5604992525361973395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5604992525361973395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5604992525361973395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5604992525361973395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/um-longo-caminho.html' title='UM LONGO CAMINHO'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-4108845243054241364</id><published>2007-06-17T19:28:00.001-07:00</published><updated>2007-06-17T19:29:41.698-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Fong Juk/Exiled</title><content type='html'>&lt;img src="http://img69.imageshack.us/img69/8986/exiled1st0.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizado por  Johnnie To Kei-fung&lt;br /&gt;Hong Kong, 2006 Cor – 100 min. Anamórfico.&lt;br /&gt;Com: Anthony Wong Chau-Sang, Francis Ng Chun-yu, Nick Cheung Ka-fai, Josie Ho Chiu-yi, Lam Suet, Roy Cheung Yiu-yeung, Simon Yam Tat-wah, Richie Ren Xianqi, Eddie Cheung Siu-Fai, Gordon Lam Ka-Tung&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Macau, últimos dias da administração portuguesa. Dois homens chegam a uma casa situada numa rua estreita, à procura de um indivíduo chamado Wo. A mulher que os recebe diz que não mora ali ninguém com esse nome. Os homens não se mostram convencidos e esperam. Pouco depois, juntam-se mais dois homens, com intenções diferentes. Wo é um alvo a abater por ter traído o líder da tríade a que pertencia, mas o serviço não é fácil de levar a cabo quando os assassinos cambaleiam entre a amizade que os liga ao gangster retirado e a lealdade ao líder que os mandou matá-lo. Nem quando se vêem numa sala onde todos têm uma arma na mão e uma mira apontada ao centro da testa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Exiled» é referido amiúde como sequela de «Cheong Feng/The Mission» (1999), um erro que poderá ter origem no próprio material promocional da Media Asia. Mesmo alguns de entre os que conhecem o filme anterior de To Kei-feung parecem sentir-se obrigados a procurar paralelismos ou a dizer que os actores interpretam papéis semelhantes. Não é bem assim. Em «The Mission», as personagens reúnem-se para um trabalho (proteger um líder criminoso) e em «Exiled» trata-se de um grupo de amigos que se conhecem há muito tempo e que se reúnem quando um deles tem um contrato sobre a sua cabeça. Este quinto elemento é interpretado por Nick Cheung, cuja primeira participação num filme de To foi em «Dai Si Gin/Breaking News» (2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anthony Wong, Francis Ng, Lam Suet, Roy Cheung e Simon Yam fizeram parte do elenco de «The Mission», e todos marcaram presença noutras obras de To. Na filmografia de Yam contam-se, pelo menos, uma dezena de filmes de To, tendo sido protagonista nos mais recentes «Hak Se Wui/Election» (2005) e «Hak Se Wui Yi Wo Wai Kwai/Election 2» (2006), bem como em «PTU» (2003), juntando-se papéis secundários ou a título de “participação especial” (como é o caso em «Exiled»). Lam Suet e Hui Siu-hung — aqui, na pele do polícia que quer chegar à reforma sem se meter em chatices — são dois rostos particularmente frequentes nas galerias de personagens secundárias do cinema de Johnnie To. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estilo de «Exiled» é diverso do de «The Mission» apesar da óbvia ligação temática; ambos os filmes são, afinal, sobre tríades que lutam entre si, com personagens unidas por fortes laços de amizade e submetidos ao código de honra do submundo ou jianghu. «The Mission» é um filme mais sóbrio e realista, onde a composição, a espera e as poses se sobrepõem aos conflitos propriamente ditos. Por seu lado, «Exiled», é menos contemplativo e pouco se preocupa em ser verosímel; é entretenimento em estado puro, repleto de acção e tiroteios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To já mostrou em títulos anteriores que é possível fazer um filme com personagens interessantes sem necessidade de interromper a narrativa com flashbacks ou diálogos extensos a título de caracterização. As personagens vão sendo conhecidas pelo caminho e basta-nos saber o essencial, sem necessidade de “histórias”. To e a equipa de argumentistas da Milkyway 1 sugerem a existência de um background de relações entre as personagens que não precisa de ser anunciado ou abordado directamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Exiled» é uma das obras essenciais de To Kei-fung do período subsequente a «The Mission», atingindo uma excelência que o coloca ao lado de «Am Fa/The Longest Nite» (1998) ou «PTU» (2003) e, fora do registo “policial”, de duas outras produções de 2003: «Heung Joh Chow Heung Yau Chow/Turn Left, Turn Right» e «Daai Chek Liu/Running on Karma» — ambos co-realizados com Wai Ka-fai. O filme marca não só a boa forma como o actual estado de graça do realizador de Hong Kong no circuito internacional de festivais. Seria altura para perguntarmos se To pondera desistir de utilizar o seu nome para assinar comédias comercialonas, para não manchar a reputação que tem gozado nos últimos anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por cá, tem sido o IndieLisboa a apresentar os filmes de To; um por ano, na verdade, desde a primeira edição: «Breaking News» (2004), «Lung Fung Dau/Yesterday Once More» (2005), «Election» (2006) e este «Exiled» (2007). Aparte a irrelevância total de «Yesterday Once More», os restantes títulos foram boas apostas no contexto da diversificação das selecções do festival de inspiração independente. O Fantasporto mostrou, em 1999, um dos títulos mais interessantes do período inicial da Milkyway: «Leung Goh Ji Nang Woot Yat Goh/The Odd One Dies» (1997), formalmente de Yau Tat-chi, um “discípulo” de To, que foi afastado depois de assinar três produções da Milkyway Image.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-4108845243054241364?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/4108845243054241364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=4108845243054241364' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4108845243054241364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4108845243054241364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/fong-jukexiled.html' title='Fong Juk/Exiled'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-9212419358531891747</id><published>2007-06-17T19:26:00.000-07:00</published><updated>2007-06-17T19:28:13.672-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Ssaibogeujiman Gwaenchanha [I'm a Cyborg, But That's OK]</title><content type='html'>&lt;img src="http://img69.imageshack.us/img69/4200/cyborg1ot0.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizado por  Park Chan-uk [Park Chan-wook]&lt;br /&gt;Coreia do Sul, 2006 Cor – 105 min.&lt;br /&gt;Com: Im Su-jeong, Jeong Ji-hun, Oh Dal-su, Lee Yeong-mi, Park Jun-myeon, Kim Chun-gi, Lee Yong-nyeo, Kim Ju-hui, Cheon Seong-hun, Choi Hui-jin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cha Yeong-gun (Im), uma jovem mentalmente perturbada, é internada numa instituição psiquiátrica depois de uma aparente tentativa de suicídio. Yeong-gun recusa alimentos porque acredita ser uma ciborgue, capaz de se tornar uma máquina de morte (se, ao menos, conseguir recarregar as baterias) e de conversar com luzes fluorescentes e máquinas de café. Quando o tratamento psiquiátrico não produz resultados e o seu organismo rejeita a alimentação forçada, Park Il-sun (Jeong), um paciente que se afirma capaz de roubar traços de personalidade alheios, tenta convencê-la a comer, utilizando argumentos compatíveis com o seu estado metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de terminada a sua “Trilogia da Vingança” («Mr. Vengeance», «Oldboy», «Lady Vengeance»), Park Chan-uk dedicou-se a um projecto de menor dimensão e agora adequado para quase todos os públicos (M/12 na Coreia). O escalão etário não é garante de bons resultados de bilheteira e «I'm a Cyborg, But That's O.K.» seria retirado da maioria dos cerca de 280 ecrãs onde estava a ser exibido, duas semanas depois da estreia, devido à fraca resposta por parte do público e à necessidade de disponibilizar salas para outras estreias fortes no período de Natal, nomeadamente «The Restless» («Jungcheon»), do mesmo distribuidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A performance decepcionante do filme não seria esperada tendo em conta os nomes fortes envolvidos. Park tornou-se um realizador “popular”, com os êxitos de «Oldboy» (2003) e «Sympathy for Lady Vengeance» («Chinjeolhan Geumjassi», 2005), ambos com mais de três milhões de bilhetes vendidos, os quais lhe trouxeram também vários prémios internacionais, maxime o Grand Prix de Cannes para o primeiro. O elenco é encabeçado por duas jovens estrelas: Im Su-jeong 1, uma das mais populares jovens actrizes coreanas, e Jeong Ji-hun, cantor pop de sucesso, que grava sob o artístico Bi (Rain, na forma inglesa). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As razões para o sucesso ou insucesso de um filme nunca são fáceis de isolar, mas Park foi bem sucedido com thrillers para um público adulto, onde existe um risco económico superior, devido à audiência mais delimitada, e as coisas não correram bem com um filme classificado para maiores de 12 anos, com rostos jovens e populares e que se anunciava uma “comédia romântica”. No entanto, há muito no filme que pode desiludir tanto os indefectíveis do realizador, à procura das emoções fortes que caracterizaram as obras anteriores, como o público mainstream, em busca de mero entretenimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é light até certo ponto, sendo constituído por uma galeria de personagens fortemente distintas. A acção passa-se num hospital psiquiátrico e cada paciente tem uma doença, ou mania, particularizada. Em algumas ocasiões, estas especificidades definem as personagens como uma espécie de “super-heróis” falhados. Yeong-gun é uma ciborgue, e Il-sun, além de roubar características de personalidade, insinua-se “invisível” até junto das suas vítimas. Outras personagens incluem uma mulher que vê o mundo através de um espelho e sonha com os Alpes suíços e um homem demasiado bem educado e que se julga culpado de tudo o que corre mal à sua volta (interpretado pelo conhecido actor secundário Oh Dal-su). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://img69.imageshack.us/img69/6836/cyborg3vo5.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«I'm a Cyborg...» tem um arranque forte no plano estético, com imagens que não temos dificuldade em associar à obra de Park Chan-uk. A sequência dos créditos desenrola-se sobre o cenário de uma linha de montagem de rádios, onde os uniformes vermelhos das operárias contrastam com o fundo esverdeado. A personagem central é aqui introduzida e a sequência termina de forma violenta, com o acto que precede o internamento. Os créditos não se sobrepõem à imagem; integram-se no cenário e nos acessórios. O nome do realizador marca o final da introdução e deixa-nos no cenário do hospício, onde decorrerá toda a acção. “Park Chan-uk” é retirado da etiqueta que identifica os doentes internados num quarto, e substituído por “Cha Yeong-gun”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que poderá distinguir este de outros filmes com um pano de fundo similar — e talvez o que possa ter desagradado a boa parte da audiência — é que acompanhamos sempre as personagens no seu estado de doença mental, sem que haja lugar a uma “luta contra a doença” ou contra o sistema. Não está em causa saber se o casal de protagonistas se vai curar e regressar à sociedade — onde poderão, quem sabe, viver felizes para sempre. Il-sun usa a sua lógica própria para tentar convencer Yeong-gun a alimentar-se, sabendo que se não o conseguir fazer ela acabará por morrer. A dinâmica não é entre a sanidade dos médicos, e na utilização da racionalidade clínica para entender a paciente, mas num confronto de lógicas e insanidades diferentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visualização das fantasias das personagens potencia sequências de acção “cibernética” que em várias ocasiões sugerem que poderia ser mais interessante se Park tivesse uma fantasia “pura” nas mãos — um filme de acção e ficção científica 2 —, sobre uma rapariga-ciborgue, com jactos nas solas dos ténis, determinada a eliminar todos os que se metessem no seu caminho. A vertente do romance e do melodrama não funciona tão bem, pois as personagens não se afastam suficientemente do respectivo conjunto de tiques, trejeitos e fixações determinadas pela respectiva condição mental, quando, a dada altura, é esperado que os vejamos como duas pessoas apaixonadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, um conjunto de personagens curiosas e situações interessantes que, globalmente, poderiam ter trazido resultados melhores. Há também uma boa interpretação de Im Su-jeong, num papel que foi inicialmente anunciado para Kang Hye-jeong, no meio de muitas personagens secundárias que dificilmente poderiam ter uma presença que fosse para além do decorativo, com excepção talvez da médica que acompanha Yeong-gun. Mas, como referido acima, o filme não se centra em curas ou processos clínicos, de modo que a personagem não interfere de forma significativa no destino de Yeong-gun.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-9212419358531891747?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/9212419358531891747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=9212419358531891747' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/9212419358531891747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/9212419358531891747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/ssaibogeujiman-gwaenchanha-im-cyborg.html' title='Ssaibogeujiman Gwaenchanha [I&apos;m a Cyborg, But That&apos;s OK]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7038645077911503176</id><published>2007-06-17T19:23:00.000-07:00</published><updated>2007-06-17T19:26:00.828-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O Verão de Kikujiro/Kikujiro No Natsu</title><content type='html'>&lt;img src="http://img402.imageshack.us/img402/6642/bscap0251lz0.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizado por  Kitano Takeshi&lt;br /&gt;Japão, 1999 Cor – 121 min.&lt;br /&gt;Com: 'Beat' Takeshi, Sekiguchi Yusuke, Kishimoto Kayoko, Yoshiyuki Kazuko, Great Gidayu, Ide Rakkyo, Maro Akaji, Daike Yuko, Hosokawa Fumie, Sekine Daigaku, Tanaka Yoji, Inamiya Makoto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Masao (Sekiguchi) é um rapaz que vive sozinho com a avó em Tóquio. Não tem pai e só conhece a mãe, que se afastou por motivos desconhecidos, através de fotografias. Depois de receber um pacote por ela remetido, Masao decide procurá-la naquela morada, na cidade de Toyohashi, sem nada dizer à avó. No caminho encontra um casal da vizinhança (Kitano e Kishimoto). A mulher sugere ao homem, rude e claramente com pouca simpatia por crianças, que acompanhe o miúdo. Os dois partem em viagem, de táxi ou à boleia, encontrando no percurso alguns personagens marcantes, como um par de motoqueiros ou um aspirante a escritor (o segundo "Beat", Kiyoshi) que viaja pelo Japão em busca de inspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kitano declarou que mudou de tom depois de «Hana-Bi» (1997) em parte para ir contra as expectativas do público e em particular dos críticos e jornalistas, que não se cansavam de o questionar sobre a violência patente nos seus filmes. O título anterior, estreado sob o título de «Fogo de Artifício» era já conceptualmente diferente de outros do realizador nipónico. Ficaremos agora na expectativa de nova viragem radical do tom e dos temas do cinema de Kitano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É curioso confrontar a estreia desta obra com uma outra surpresa semelhante no nosso ano cinematográfico. «The Straight Story» (1999), em exibição um mês antes de «Kikujiro No Natsu», marcou o regresso de David Lynch com um filme singularmente melodramático e "para todos" (o seu conteúdo em abstracto, literalmente em países como os EUA e o Reino Unido; cá o M/12 parece ser o mais baixo para um filme legendado), que é também um "road movie". Para além disso, ambas as obras foram bem recebidas no último festival de Cannes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O Verão de Kikujiro» pode ser o filme mais familiar de Kitano, mas não carrega a intensidade dramática do brilhante «Hana-Bi», o seu melhor filme de entre os que conheço (Kitanos Vol. 4, 6, 7, sendo este o 8, de acordo os títulos alternativos frequentemente apresentados). A construção dos seus filmes obedece a grande rigor: filma muito pouco material não utilizado e quase sempre em sequência. Em «Kikujiro» optou por não derramar demasiada sacarose, explorando o elemento do miúdo queriducho para comover a audiência, entrecortando momentos de humor que vão do mais ridículo ao non-sense, sem deixar de apresentar situações verdadeiramente hilariantes, nomeadamente as que decorrem da atitude de rufia do seu personagem e das reacções dos seus interlocutores. Todo o segmento do jogo poderá constituir um dos momentos mais divertidos do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tópico Família volta a ter importância central aqui, tal como no filme anterior. É inevitável referir que Kikujiro era o nome do pai do próprio realizador, com o qual não teve uma relação propriamente equilibrada. Para um ocidental poderá ser difícil valorar certos elementos do mesmo modo que a audiência no país de origem. No filme, o momento que se assume determinante para Masao é uma placa com um nome de família. Os percursos do personagem de Kitano e do miúdo são paralelos; este aproveita a viagem para visitar a mãe, internada numa instituição para idosos. A possibilidade dessa visita teria sido provavelmente o que o motivou a iniciar o percurso, decorrendo desta sequência a sugestão de que o adulto viveu uma situação similar, com as visíveis consequências na sua personalidade e comportamento. Daí o seu desejo em compensar Masao. Deste modo, os momentos entre os adultos e a criança constituem muito mais do que gags humorísticos, com fim em si mesmos; tanto o homem rude como a criança têm necessidade de compensar por uma perda irreparável, e de se sentirem parte de uma família mais completa, ainda que fictícia e conscientemente a prazo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7038645077911503176?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7038645077911503176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7038645077911503176' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7038645077911503176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7038645077911503176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/o-vero-de-kikujirokikujiro-no-natsu.html' title='O Verão de Kikujiro/Kikujiro No Natsu'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6858279159969651929</id><published>2007-06-14T18:59:00.000-07:00</published><updated>2007-06-14T19:00:31.351-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='T.I.'/><title type='text'>Novos Desktops Coloridos com Drive Óptico Vertical</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img168.imageshack.us/img168/6708/inovy1sb5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 241px;" src="http://img168.imageshack.us/img168/6708/inovy1sb5.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova linha de desktops da Moneual tem um design clean muito interessante, que é valorizado pelo drive óptico vertical. Eles usam processadores Athlon 64x2 Dual-Core 4400+ da AMD refrigerados a líquido, e vem com 1 GB de RAM, HD de 250 GB, gravador de DVDs de camada dupla, e o sistema operacional Windows Vista Home Premium. Os computadores estão a venda em 6 opções de cores pelo preço de US$ 695 (lá fora).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By DigitalDrops&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6858279159969651929?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6858279159969651929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6858279159969651929' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6858279159969651929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6858279159969651929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/novos-desktops-coloridos-com-drive.html' title='Novos Desktops Coloridos com Drive Óptico Vertical'/><author><name>eScaMOso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01725237585980763637</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img214.imageshack.us/img214/191/heinneken2cr0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6230940278214684125</id><published>2007-06-14T18:50:00.000-07:00</published><updated>2007-06-14T18:52:38.535-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='T.I.'/><title type='text'>Samsung apresenta a primeira TV LCD Full-HD de 70” com tecnologia Local Dimming</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img168.imageshack.us/img168/7660/70fullhdlcdtvdp4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 285px; height: 219px;" src="http://img168.imageshack.us/img168/7660/70fullhdlcdtvdp4.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Samsung Electronics Co., Ltd., lançou na Coréia do Sul a TV LCD Full-HD com 70 polegadas que emprega um LED backlight ao invés da versão convencional CCFL (lâmpada fluorescente de catodo frio.), além de utilizar a tecnologia local dimming technology, da Samsung, que permite que o LED backlight possa ser desligado em áreas escuras da imagem, entregando assim um contrat ratio de 500,000:1, o consumo de energia diminui em até 50%. O LED scanning permite que a TV elimine os problemas de imagem geralmente associados com TVs LCD de grande porte. A empresa planeja colocar a TV a venda no mercado mundial na segunda metade deste ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6230940278214684125?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6230940278214684125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6230940278214684125' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6230940278214684125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6230940278214684125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/samsung-apresenta-primeira-tv-lcd-full.html' title='Samsung apresenta a primeira TV LCD Full-HD de 70” com tecnologia Local Dimming'/><author><name>eScaMOso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01725237585980763637</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img214.imageshack.us/img214/191/heinneken2cr0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5999523406308697827</id><published>2007-06-14T07:52:00.000-07:00</published><updated>2007-06-14T08:00:12.011-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>BUFFALO 66</title><content type='html'>&lt;img src="http://img185.imageshack.us/img185/3458/bscap0240ie9.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent Gallo, diretor, ator, modelo de Calvin Klein, pintor e músico pegou um dos roteiros mais idiotas dos últimos tempos e construiu uma das mais chapantes produção cinematográfica da década. "Buffalo 66" arrebatou público e crítica no festival de Sundance no ano passado, teve uma ultra elogiado percurso pelo circuito cult americano e europeu e no Brasil, bem, deixa pra lá. Ah, tudo bem, saiu direto em vídeo. Mas pelo menos saiu, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gallo conseguiu imprimir em Billy, seu personagem no filme, toda a sua personalidade difícil, obsessiva e neurótica. O filme começa com Billy, uma cara não muito esperto que sai da cadeia e não sabe que rumo tomar. Primeiro, ele tem que descolar um lugar pra fazer xixi ( a seqüência mais hilária do ano ), depois decidir entre visitar os seus pais neuróticos ou matar um ex-jogador de futebol americano dos Buffalo Bills que perdeu um lance decisivo cinco anos antes, fato que, por a + b o levou pra trás das grades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No trajeto ele encontra a personagem de Cristina Ricci, a gordinha mais sexy do cinema americano. Ricci, assim como Gallo, leva às telas toda a sua personalidade perturbadora e sinistra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decorrer do filme é impossível não ficar totalmente envolvido com o dilema de Billy, afinal, ele não tem muito a perder. Totalmente ignorado pelo pai, um maluco que vive apenas para lamentar a carreira de cantor desperdiçada e desprezado pela mãe, uma obcecada pelos insucessos do Buffalo Bills (o Santos do futebol americano, ou seja, saco de pancadas), só lhe resta recuperar a auto-estima que, pensando bem, ele nunca teve. Diante desse rol de tragédias e desencontros, não pense que o filme é um dramalhão, completamente ao contrário, é um filme super divertido, fazendo daquele humor-negro-auto-depreciativo, pérolas da tragi-comédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse clássico do cinema indie americano, tem dois finais: um traz a melhor cena que Tarantino não faz há anos e o outro, o melhor, mostra, que mesmo para um anti-herói-idiota-perdedor, só o amor constrói .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5999523406308697827?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5999523406308697827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5999523406308697827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5999523406308697827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5999523406308697827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/buffalo-66_3768.html' title='BUFFALO 66'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3249615016205930122</id><published>2007-06-14T07:50:00.000-07:00</published><updated>2007-06-14T07:51:58.505-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Buffalo 66</title><content type='html'>&lt;img src="http://i4.photobucket.com/albums/y123/iambenbenson/buffalo66.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há poucas coisas tão intrinsecamente perfeitas como aqueles raros momentos de cinema em que imagens e banda sonora se articulam (deixem-me ser pretensioso) numa pura manifestação epifânica. Em Buffalo 66, há, pelo menos, dois, o que, convenhamos, não é propriamente a norma daquilo que se observa nos ecrãs. No primeiro, Ben Gazzara, em "playback" tocado pela mão de Deus no momento em que Ele caligrafava um sublime palimpsesto visual sobre a voz de Vincent Gallo Sr. possuida pela assombração apaixonada de "Fools Rush In" (o lugar "where angels fear to tread"), converte a já samaritana Layla/Wendy Balsam/Christina Ricci ao supremo princípio da submissão perante o amor. No outro, é ela mesma que, quando a lua a ilumina através da noite que, inesperadamente, desce sobre um salão de "bowling", ensaia uma "tap dance" metafísica em torno do cenário musical de "Moonchild", dos King Crimson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ben Gazzara/Jimmy é suburbano, pai, putativo sogro, triste, desgraçado e oleoso. Christina/Wendy fica muito longe de corresponder às medidas oficiais das sereias do desejo. Mas, tanto um como o outro, demonstram sem remissão os "mysterious ways" de acesso ao divino.&lt;br /&gt;De Buffalo 66, foram estes os dois instantes que, ao mesmo tempo, os meus olhos e os meus ouvidos guardaram para sempre. Depois, há também o inominável "Heart Of Sunrise", dos Yes, transformado em alucinação de pesadelo para "sleazy strip joint" à beira do golpe final. Nunca me ocorreria essa associação. O que só comprova que Vincent Gallo (tal como acontece na imaterial transfiguração do pirosíssimo "Moonchild") vê muito mais longe do que a maioria de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao resto, o CD com a banda sonora do filme (essencialmente da responsabilidade do próprio Vincent Gallo — músico nos Plastics e, depois, com Jean Michel Basquiat nos Gray, pintor, vendedor de guitarras em Long Island, modelo de Avedon e Yamamoto, actor em dezassete filmes, primeiro B-Boy branco na "posse" NY Breakers, produtor de televisão, vencedor de 88 troféus em motos fórmula 2, proprietário de uma colecção de quinze mil discos, sete mil filmes e de um potencial museu de aparelhagens de alta fidelidade) assegura-me que aqueles sons estavam lá. Confesso que não os escutei quando vi Buffalo 66. O que, muito provavelmente, é um sério elogio para a banda sonora "invisível" de uma história em que as personagens jogam ao toca-e-foge com as emoções e com o pavor de as sentir e, nesse labirinto, quase todas se perdem e (acreditemos na ilusão) apenas duas se encontram. Ouve-se o disco apenas porque se viu o filme e, porque se viu o filme, o disco tem obrigatoriamente de ser ouvido. (1999)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3249615016205930122?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3249615016205930122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3249615016205930122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3249615016205930122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3249615016205930122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/buffalo-66_14.html' title='Buffalo 66'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-316876236739291737</id><published>2007-06-14T07:48:00.000-07:00</published><updated>2007-06-14T07:49:57.825-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Buffalo ’66</title><content type='html'>&lt;img src="http://img508.imageshack.us/img508/1973/bscap0238la9.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme de estreia de Vincent Gallo, Buffalo ‘66 tornou-se uma referência do cinema independente americano e elevou Gallo a cineasta de culto da cena underground.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controverso e multifacetado realizador, que já foi modelo da Calvin Klein, escreveu, realizou e protagonizou uma história de enganos transformando-a num dos filmes mais inesperados e perturbadores do seu tempo.&lt;br /&gt;Buffalo ‘66 revela-nos a saga de um ex-presidiário (Vincent Gallo), que rapta uma bailarina (Christina Ricci) e a faz passar por sua esposa durante uma vista aos seus excêntricos familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com pormenores deliciosos de realização e a presença marcante de Christina Ricci, que atravessa o filme com uns sapatos prateados de bailarina, Buffalo ‘66 prende-nos numa teia de tragédia e desencontros. A banda sonora, também a cargo de Vicent Gallo ajuda a criar uma atmosfera densa que não deixa ninguém indiferente.(FM)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-316876236739291737?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/316876236739291737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=316876236739291737' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/316876236739291737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/316876236739291737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/buffalo-66.html' title='Buffalo ’66'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-9126694677885422074</id><published>2007-06-13T07:40:00.000-07:00</published><updated>2007-06-13T07:41:30.956-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>paradise now</title><content type='html'>&lt;img src="http://img143.imageshack.us/img143/7571/bscap0233ga7.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[paradise now ]&lt;br /&gt;direção: Hany Abu-Assad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paradise Now, 2005. Tem méritos de realização, mas tem um discurso tão óbvio e determinista quer termina por se comprometer com a parcialidade: palestinos são sofridos e gente boa e os judeus são pessoas más. Com uma idéia central tão minimalista seria mesmo impossível fugir dos lugares comuns. Mas o que mais incomoda é a fundamentação que o roteiro tenta dar aos motivos de suas personagens, intelectualizando desnecessariamente relações de causa-e-efeito. O filme ainda é estranhamente relapso ao aprofundar o sentimento entre os dois amigos, que me pareceu claramente homossexual, mas é mal delineado, mal trabalhado. A melhor personagem, a mulher, interpretada pela ótima Lubna Azabal de Exílios, parece tão acima de toda aquela discussão que não combina com nada daquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Kais Nashef, Ali Suliman e Lubna Azabal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-9126694677885422074?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/9126694677885422074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=9126694677885422074' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/9126694677885422074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/9126694677885422074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/paradise-now_13.html' title='paradise now'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3639226094208623743</id><published>2007-06-13T07:39:00.001-07:00</published><updated>2007-06-13T07:39:58.143-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>PARADISE NOW</title><content type='html'>&lt;img src="http://img399.imageshack.us/img399/3503/bscap0234bx9.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hany Abu-Assad, França/Alemanha/Holanda/Israel, 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ParadiseNow é daqueles trabalhos cuja fama (fundada na polêmica) se cria alheia à própria materialidade do filme. Primeiro, uma história que trata dos momentos finais de dois palestinos prestes a explodir junto de suas bombas em algum canto de Israel e que carrega, fatalmente, uma idéia de humanização dos terroristas, ou pelo menos a consideração de que, bestiais que sejam essas ações, são levadas a cabo por gente comum (consideração essa impensável em certos círculos político-sociais). Depois, o burburinho que se criou quanto à nacionalidade do filme. Aceito pelo Oscar como um filme da Palestina, logo provocou a reação do governo e de entidades israelenses, que afirmam que a Palestina não existe enquanto país, apenas como uma Autoridade autônoma. Quanto a este último dado, há algo de realmente relevante na decisão dos realizadores em bancar o filme como "palestino", mesmo que seu financiamento seja todo estrangeiro. Essa marca empresta ao filme uma propriedade imediata, credita o olhar sobre estes personagens (conhecidos enquanto estatística e notícia de jornal mas totalmente obscuros enquanto indivíduos) como um "olhar de dentro", ou mais ainda, como a expressão particular de um povo e de uma nacionalidade que poucas vezes têm a chance de fazê-lo. Por esse ponto de vista, a humanização referida inicialmente é mais que uma mera conseqüência do tema escolhido; é sim o ponto de partida, a declaração de uma postura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí esse discurso exterior ao filme se encontra com o ParadiseNow que está lá na película, jogado na tela, e essas duas instâncias não se casam. Num primeiro momento, Hany Abu-Assad parece querer lidar com a normalização do conflito e de suas bases mais imediatas. Perto de um posto de checagem na estrada, vemos um estreito caminho de terra cortando uma colina, e por ali o trânsito de palestinos a pé é intenso. Quando, ao longe, acontece uma explosão ensurdecedora, todos os passantes imediatamente abaixam-se, esperam alguns segundos até se certificarem de que o barulho está realmente distante, e então seguem normalmente sua caminhada. Tão natural quanto o ato de olhar o semáforo antes de atravessar uma rua, essa reação é um sinal de que aquilo que deveria ser extraordinário, uma exceção, já foi cruelmente admitido como regra, já foi acomodado nas vidas das pessoas como mais um dos elementos que as compõem. Um passo à frente dessa normalização, Abu-Assad encontra a banalização. Khaled, um dos homens-bomba, está gravando seu vídeo de despedida antes da ação suicida, e uma série de interferências transformam o clima pesado da situação num momento de comicidade pura. Mais adiante, vemos que esse mesmo tipo de fita é comercializado e alugado numa vídeo-locadora como se fosse um blockbuster americano. A martirização sai do registro do heroísmo político-ideológico e passa à esfera do heroísmo folhetinesco, num reflexo direto daquela mesma disposição da população em se proteger rapidamente de uma explosão e logo seguir em frente: se é preciso encarar a exceção da guerra com naturalidade, o registro daqueles que lutam contra essa distorção deve se localizar no máximo da artificialidade. A resposta ao documentário do conflito é a ficção do herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que não se confunda a vontade de ficcionalizar a figura do suicida-mártir com a simples fabricação de protótipos dele. A humanização imaginada inicialmente é apenas aparente, disfarce para uma estranha robotização. Os personagens de ParadiseNownão falam, cospem conceitos; não conversam, encenam discussões. Levado às últimas conseqüências, o tal "olhar de dentro" não consegue disfarçar que se realiza mesmo é de fora. Hany Abu-Assad domina totalmente os protagonistas, exerce sobre eles uma força aniquiladora: suas reações à proximidade da morte, a relação de suas convicções políticas e religiosas com o pragmatismo das funções da causa, tudo parece estar devidamente controlado. Um controle que se expressa no nível do banal – e não como o reflexo do diagnóstico enxergado pelo diretor em seu tema e que se volta para dentro do filme enquanto auto-referência, mas tão somente como a simplificação absoluta do significado daquilo que se quer dizer. Esse domínio fica muito claro no uso que Abu-Assad faz da câmera, tomada especialmente em comparação ao que vemos em Munique, filme de Steven Spielberg com o qual Paradise Now divide uma série de aproximações (a mesma localização geográfica e política; a tentativa de se pensar um grande tema a partir da mais baixa célula atuante, os operários da guerra, de um lado os agentes do serviço secreto israelense, do outro os homens-bomba palestinos; a idéia da operacionalização do ativismo, cujo efeito direto é uma espécie de linha de montagem onde o produto final é a manufatura da crise; a presença decisiva da figura paterna sobre os personagens centrais como o fantasma de uma atuação que não pode ser repetida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto rezam no esconderijo secreto do grupo terrorista, durante a preparação dos atentados, Khaled e Said são alvos da câmera, que se atira quase voluptuosamente sobre os dois. Essas aproximações são o reflexo direto da relação do diretor com estes dois personagens: dominados seus sentimentos, conhecidos de cor, não há propriamente a investigação de seu universo ou uma tentativa de compreensão ou simples acompanhamento das suas trajetórias; há apenas o registro direto, soberano (alguns diriam arrogante), e por isso ignora-se o espaço entre personagem e câmera. Spielberg quer igualmente olhar de perto os protagonistas de seu filme. Mas quando dirige esse olhar a Avner Kauffman e seus comparsas, utiliza quase sempre o zoom. A decisão de contar a história desses agentes invisíveis (tão invisíveis quanto Khaled e Said), ao mesmo tempo que pede uma proximidade, reconhece, através do zoom, que há uma distância enorme separando o realizador e seu tema, e que, por mais perto que se possa chegar (por um truque óptico, no máximo), sempre haverá esse espaço – tradução direta de um mundo de significados subterrâneos que dúzias de filmes não dariam conta de desvendar – que não pode ser vencido, nem mesmo pelo virtuosismo de algum movimento de câmera. Não deixa de ser curioso que, justo no último plano, Abu-Assad use pela primeira vez a aproximação pelas lentes, direto nos olhos de Said, prestes a explodir o ônibus em que está, e como esse artifício aparece totalmente esvaziado de sentido, sugerindo um mistério que o resto da narrativa inteiro já deu conta de "resolver". O zoom instala em Munique o domínio do incerto, e em Paradise Now parece acontecer o oposto. Um filme cheio de certezas, sobre um assunto do qual nem sabemos ao certo quantas e quais exatamente são as dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo de Oliveira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3639226094208623743?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3639226094208623743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3639226094208623743' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3639226094208623743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3639226094208623743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/paradise-now.html' title='PARADISE NOW'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7491256899066246159</id><published>2007-06-13T06:16:00.000-07:00</published><updated>2007-06-13T06:19:27.703-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gordurama'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='music'/><title type='text'>Dinosaur Jr. | Beyond</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.gordurama.com.br/imagens/beyond.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tudo continua igual para tudo continuar igual -- OU não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro acorde do disco, e o que salta aos ouvidos é aquilo que na verdade mais desagrada os detratores do Dinosaur Jr., do que de fato agrada a seus fãs. Um solo agudo, distorcido e virtuose, num estilo único, e que só J.Mascis é capaz. Beyond, primeiro álbum com a formação clássica [que também inclui Lou Barlow e Murph] desde 88, não soa em momento algum como "banda que se reuniu pra ganhar uns pila". Não, Beyond soa jovial, inspirado, clássico [pro caralho que não], e, sobretudo, atemporal. Algo que poderia ter saído meses após o antêmico Bug, e nas palavras do Guardian, "há algo quase assustador em como exatamente o Dinosaur Jr. de 2007 soa como Dinosaur Jr. de 88", frase até similar a que escrevi numa publicação por aí, e que é certeira sobre o álbum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso tu seja fã da banda, não há nada que possa desgostar em Beyond. "Almost Ready", aquela primeira música, é um hit imediato, a própria verve "rock alternativo com solos" que o trio mesmo cunhou, há duas décadas. Como homenagem a si mesmo, três faixas: "Pick Me Up", hard-rock de riff 80’s, que desemboca num solo punhetóide enorme, J.Mascis destrinchando tudo que faz dele o melhor guitar-hero vivo; "Back to Your Heart", primeira contribuição de Barlow pra banda, letra e vocal dele, numa ótima balada-rock; "Been There All The Time", espaço pra bateria de Murph, com toda a condução da música emoldurada por [e para] suas viradas air-drum-esque. Muito mais ainda tu acha em Beyond, todas as trademarks incotestes da banda. Como o jogo entre distorções toscas e melodias açucaradas, ou o vocal de Mascis, um paralelo de fanhosidade e rouquinho agradável, algo bastante pontual em "Crumble". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.gordurama.com.br/imagens/dinosaur.JPG"&gt;&lt;br /&gt;NUNCA O NOME DE UMA BANDA&lt;br /&gt;ENCAIXOU TÃO BEM COM A FOTINHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que há aqui canções não tão inspiradas, as duas últimas precisamente [uma delas é a outra de Barlow no disco, "Lightning Bulb", talvez porque J. Mascis nunca tocou no Sebadoh, se é que entendem], mas onde o álbum não é perfeito, isso se deve ao subjetivo, não a uma escolha péssima. Tanto que "I Got Lost", apenas com dois violões em contraponto, e uma percussão tribal, seja por conseqüência a canção mais bela de Beyond, mesmo em algo tão incomum a eles [pelo menos, ao excluirmos as carreiras separadas dos dois cerebrinhos dinossáuricos]. Passada esta, o melhor é até parar de ouvir o disco. Tu vai sentir certa nostalgia, mas ainda feliz. Mas, caso resolva prosseguir, nos últimos acordes saltará aos ouvidos um solo agudo, distorcido e virtuose. É, parece bom também. Dinosaur Jr. de volta, valeu aí Jeovah. Nota 8,5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leandro Vignoli&lt;br /&gt;[08/06/07]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7491256899066246159?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7491256899066246159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7491256899066246159' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7491256899066246159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7491256899066246159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/dinosaur-jr-beyond.html' title='Dinosaur Jr. | Beyond'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-4975443232107431952</id><published>2007-06-13T06:10:00.000-07:00</published><updated>2007-06-13T06:11:47.710-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>não_por_acaso</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1418/543583122_31e771d3f1.jpg?v=0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[paralelas]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês gostam mesmo desta cantora Céu? Não consigo entender porque a mocinha é tão saudada se ela faz uma MPB moderninha à antiga como dezenas de outras e interpreta igualzinho a outras dezenas. Sua canção incluída na trilha de Não por Acaso é chatinha como as outras que estão no filme, creditadas a Katia B e Nasi, do Ira!. Esta última, uma tentativa de reproduzir o clima de uma cena do longa, deu completamente errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o melhor fosse se concentrar na música instrumental composta por Ed Cortês, que já assinou trabalhos para Cidade de Deus, parceria com Antônio Pinto, e Colateral, em que orquestrou, arranjou e regeu a trilha. Mas mesmo assim, o resultado tem altos e baixos e não é exatamente um dos maiores méritos do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que a estréia do até então diretor de curtas Philippe Barcinski no comando de um longa-metragem tem de melhor parece ter sido uma herança de sua predileção pelo corte, pela montagem. Esse trunfo não está exatamente na edição do filme, que é boa, mas na condução do texto. O roteiro abdica de ganchos para movimentar a ação dos personagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barcinski e seus co-escritores ignoram as tradicionais deixas, que geralmente são clichês didáticos para que o espectador entenda porque determinada coisa aconteceu e que os torna dependentes de uma narrativa mais amarradinha. Esta falta de ganchos tem dois efeitos: ao mesmo tempo em que produz um filme simples e direto dá um equilíbrio à carga dramática do longa, que fica mais seco e direto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um material assim, Barcinski mantém um controle rígido do filme, que parece milimetricamente calculado, o que pode soar como uma crítica, mas não é, sobretudo, quando o tema do trabalho é exatamente esse, o controle. A estrutura é linear é uma bela surpresa e vai de encontro às expectativas criadas pelos dos curtas mais famosos de Barcinski, Palíndromo (2000) e A Janela Aberta (2002). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modo como o roteiro arquiteta as duas histórias paralelas, que não se cruzam, a partir de um único fato, o afasta do cinema de inter-relações que infesta o cinema atual. O principal problema talvez seja que a tentativa de reflexão sobre o planejamento excessivo, o rigor as formas de manipulação não vá muito além dos exemplos dos personagens, não ganhe mais repercussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco é bem interessante, sobretudo as caras mais novas como Rita Batata e Branca Messina. Rodrigo Santoro está correto e sua performance segue a linhagem do filme, sem excessos. Leonardo Medeiros é que está um pouco além do tom, embora não prejudique o trabalho. A melhor interpretação vem de Cássia Kiss. A atriz tem apenas duas cenas, mas na primeira delas está genial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não_por_acaso &lt;br /&gt;direção: Philippe Barcinski.&lt;br /&gt;Não por Acaso, Brasil, 2007.&lt;br /&gt;roteiro: Philippe Barcinski, Fabiana Werneck Barcinski e Eugênio Puppo. &lt;br /&gt;elenco: Rodrigo Santoro, Leonardo Medeiros, Letícia Sabatella, Rita Batata, Branca Messina, Cássia Kiss, Graziella Moretto, Ney Piacentini, Cacá Amaral, Sílvia Lourenço, Milhem Cortaz.&lt;br /&gt;fotografia: Pedro Farkas. montagem: Márcio Canella. direção de arte: Vera Hamburger. música: Ed Cortês. figurinos: Vera Julian e Cássio Brasil. produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro e Bel Berlinck. duração: 104 min. site oficial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-4975443232107431952?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/4975443232107431952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=4975443232107431952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4975443232107431952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4975443232107431952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/noporacaso.html' title='não_por_acaso'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-790280613813889390</id><published>2007-06-12T19:05:00.000-07:00</published><updated>2007-06-12T19:07:32.830-07:00</updated><title type='text'>My Chemical Romance responde críticas de Marilyn Manson</title><content type='html'>Após receber declarações pouco positivas do cantor &lt;a href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/marilyn-manson/" target="_blank" title="Veja cifras de Marilyn Manson" onclick=" "&gt;Marilyn Manson&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/my-chemical-romance/" target="_blank" title="Veja cifras de My Chemical Romance" onclick=" "&gt;My Chemical Romance&lt;/a&gt; decidiu responder às críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se o &lt;a href="http://cifraclub.terra.com.br/cifras/elvis-costello/" target="_blank" title="Veja cifras de Elvis Costello" onclick=" "&gt;Elvis Costello&lt;/a&gt; falasse mal de nós pensaríamos um bocado nisso, mas normalmente são comentários de pessoas com um novo disco para promover, por isso essas declarações são 'furadas'", retrucou o líder da banda, Gerard Way.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última semana, &lt;a href="http://cifraclub.terra.com.br/noticias/tjwt-triste-patetico-assim-marilyn-manson-define-trabalho-de-banda-emo.html" target="_blank"&gt;Marilyn Manson definiu o trabalho da banda&lt;/a&gt; como "triste e patético", dizendo se sentir envergonhado por ver as pessoas fazendo versões ruins dos trabalhos que já fez. Manson acrescentou dizendo que a canção do seu novo disco &lt;em&gt;"Mutilation Is the Most Sincere Form of Flattery"&lt;/em&gt; foi escrita quando o cator estava pensando em Gerard.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-790280613813889390?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/790280613813889390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=790280613813889390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/790280613813889390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/790280613813889390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/my-chemical-romance-responde-crticas-de.html' title='My Chemical Romance responde críticas de Marilyn Manson'/><author><name>.BrunO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14032297384287726365</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3191533977573687745</id><published>2007-06-12T19:00:00.000-07:00</published><updated>2007-06-12T19:02:30.643-07:00</updated><title type='text'>Vocalista do Modest Mouse leva garrafada no olho e cancela shows</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img372.imageshack.us/img372/2337/modestmouseolho11816783hn9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://img372.imageshack.us/img372/2337/modestmouseolho11816783hn9.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Modest Mouse precisou cancelar os shows que tinha marcado para essa semana. O vocalista da banda, Isaac Brock, machucou o olho, e por isso não poderá se apresentar nos próximos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brock declarou que foi atingido por uma garrafa e que vai precisar fazer uma cirurgia no olho, segundo o portal&lt;em&gt; Pitchfork&lt;/em&gt;. Algumas fotografias feitas durante shows da banda na Europa mostram o vocalista com o olho coberto por um curativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda remarcou três shows para o próximo mês e aproveitaram a ocasião e fechou contrato para mais uma série de shows pela América do Norte em agosto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3191533977573687745?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3191533977573687745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3191533977573687745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3191533977573687745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3191533977573687745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/vocalista-do-modest-mouse-leva.html' title='Vocalista do Modest Mouse leva garrafada no olho e cancela shows'/><author><name>.BrunO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14032297384287726365</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3173884448158686404</id><published>2007-06-12T08:36:00.000-07:00</published><updated>2007-06-12T08:37:25.690-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Videodrome - A Síndrome do Vídeo</title><content type='html'>&lt;img src="http://img527.imageshack.us/img527/2600/bscap0190vq7.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Paulo Marinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Videodrome traz como protagonista Max Renn (James Woods), que dirige um obscuro canal de TV. Ele está à procura de um programa novo e original, algo que possa surpreender seus espectadores e aumentar a audiência da emissora. Nessa busca, chega às suas mãos uma gravação de Videodrome, programa em que não há encenação, a tortura e as mortes apresentadas acontecem de verdade. Ao assistir a fita, Max passa a sofrer alucinações e sua vida muda completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra de David Cronenberg é marcada por uma profunda análise crítica da Pós-Modernidade e de seus desdobramentos em nossa sociedade. Videodrome talvez seja o ponto mais alto de tal análise, discutindo questões que se mantém pertinentes e extremamente atuais, apesar de já se terem transcorrido mais de 20 anos do seu lançamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de iniciarmos esta análise, é importante lembrar que, tradicionalmente, ao período iniciado na década de 60 e que se estende até os dias de hoje dá-se o nome de Era Pós-Industrial. Sua principal característica é o desenvolvimento e proliferação da tecnologia da informação, ou seja, computadores, satélites, mídias para armazenamento de dados, etc. A Era Pós Industrial, quando abordada no âmbito da cultura, corresponde à chamada Pós-Modernidade.&lt;br /&gt;O Virtual assume o controle&lt;br /&gt;foto: divulgação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pós-Modernidade (ou Era do Falso Absoluto) tem sido objeto do estudo de vários dos mais importantes teóricos da comunicação do último século, como Jean-François Lyotard, Jean Baudrillard e Umberto Eco. Dentre seus fenômenos mais relevantes, destacam-se a exposição praticamente ininterrupta aos meios de comunicação de massa, o excesso de estímulos, a instantaneidade, a hiper-percepção, a saturação e a supremacia do virtual em detrimento do real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando de lado as esquisitices e, até certo ponto, os exageros do filme, o grande mérito de Videodrome está na análise extremamente consciente e consistente de tais fenômenos. Cronenberg sabe como ninguém que, na Pós-Modernidade, as pessoas são constantemente bombardeadas por milhares de estímulos, todos eles se apresentando de forma rápida e instantânea, o que exige dos indivíduos um constante estado de alerta (a hiper-percepção) e causa uma espécie de saturação dos sentidos. Vivendo diariamente num ambiente como esse, as pessoas eventualmente se habituam a tal excesso e acabam perdendo boa parte de sua sensibilidade - daí a crescente popularização das conhecidas experiências radicais, como bungee jump, rapel, etc. Isso ocorre porque, nos dias de hoje, somente estímulos muito intensos são capazes de fazer com que as pessoas efetivamente sintam alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme, o diretor dá destaque especial a esse aspecto através da namorada de Max, Nicki, com seus estranhos hábitos masoquistas e seu desejo incontrolável de participar do programa Videodrome (Cronenberg vai ainda mais além em Crash - Estranhos Prazeres, filme no qual os personagens chegam ao ponto de provocar acidentes de carro intencionalmente na tentativa de sentir algum prazer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a ênfase principal de Videodrome está, certamente, na questão Real versus Virtual. É possível encontrar diversos relatos a respeito do medo que indivíduos de comunidades primitivas demonstram diante da fotografia, pois estes acreditam que sua alma é, de certa forma, "roubada" pela imagem produzida através da câmera (curiosamente, talvez por força de um inconsciente coletivo que se mantém vivo no ser humano há muitos e muitos anos, ainda é comum encontrar entre nós quem sinta um ligeiro constrangimento ao ser filmado ou fotografado). Digressões à parte, a grande verdade é que aqueles primitivos tinham razão: o virtual acabaria por corroer a essência do real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o falso tornou-se parte integrante da vida das pessoas. Os ensaios de Baudrillard (em A transparência do Mal, Simulacro e Simulação, Tela Total) e Eco (em Viagem na Irrealidade do Cotidiano) destacam a sistemática supressão da realidade em curso nos dias atuais. Vivemos em um mundo trans-político (os estados detêm apenas um poder irreal, inexistente, uma vez que governam em prol das grandes corporações, detentoras do poder econômico) e trans-econômico (os capitais não mais existem fisicamente, circulam no espaço inacessível e intangível dos sistemas bancários e de bolsas de valores). Isso para não falar na chamada guerra hiper-realizada (todos os anos que passamos sob ameaça de uma guerra nuclear que nunca aconteceu). São inúmeros os exemplos de como o falso, tomado como verdadeiro, influencia e altera a ordem do mundo real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande problemática da Pós-Modernidade reside no fato de que o falso está tão presente na vida das pessoas, que elas o acolheram e passaram a precisar dele. Com isso, abre-se mão da vida real, havendo uma franca preferência pelo virtual, por sua facilidade, praticidade: basta lembrar o conjunto de telas que faz com que você não precise sair de casa - TV, Internet, etc.&lt;br /&gt;Max: alucinação ou realidade?&lt;br /&gt;foto: divulgação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A necessidade que o ser humano desenvolveu pelo falso fica muito clara em Videodrome, especialmente na emblemática cena da "Missão Raio Catódico" (o tubo de raios catódicos é a base do funcionamento das telas de televisores e monitores). Num lugar onde tradicionalmente os menos privilegiados iriam buscar alimentos, cobertores ou até mesmo abrigo, as pessoas vão para receber sua dose diária de falso, ou seja, algumas horas diante da tela da TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situações semelhantes podem ser encontradas em diversos outros momentos do filme: quando Max busca a ajuda de um certo Professor Oblivion e descobre que este já morreu, porém sua existência continua através de centenas de fitas de vídeo; ou quando chicoteia um aparelho de televisão com a imagem da namorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformando-se numa espécie de vídeo-cassete ambulante, Max é programado para cumprir determinadas ordens, numa representação quase perfeita da famosa frase de Jean Baudrillard: "Sou um homem, sou uma máquina? Não há mais resposta para essa questão antropológica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concluir, podemos dizer que o programa Videodrome provavelmente representa a única coisa real que nos é apresentada em todo o filme - afinal, tudo que é mostrado lá acontece verdadeiramente. Assim, quando Max pronuncia a sentença final: "Morte ao Videodrome (o real), vida longa à nova carne (o virtual)", Cronenberg decreta o caráter irreversível da opção realizada pelo homem pós-moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07.05.2004&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3173884448158686404?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3173884448158686404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3173884448158686404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3173884448158686404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3173884448158686404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/videodrome-sndrome-do-vdeo.html' title='Videodrome - A Síndrome do Vídeo'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8301516720576938741</id><published>2007-06-12T08:34:00.000-07:00</published><updated>2007-06-12T08:36:17.820-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Videodrome — A Síndrome do Vídeo (Videodrome), De David Cronenberg (EUA, 1982)</title><content type='html'>&lt;img src="http://img339.imageshack.us/img339/8720/bscap0191ta9.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Woods é engolido pela tela em Videodrome&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Videodrome é o filme mais rebuscado, mais cáustico e excessivo de Cronenberg. O enredo rocambulesco e todas as implicações que o filme traz fazem de Videodrome a obra-prima de juventude de seu autor. James Woods é o diretor de um canal de filmes pornôs, a Civic TV, e dá de encontro com um tipo de filme em que o que se vê na tela (estupros, torturas, agressões) não é encenação, tudo realmente acontece (o que hoje é caracterizado como snuff movie, mas na época não tinha nome). Como que hipnotizado por essas imagens, Max Renn vai ao encontro de Nikki Brand, uma famosa apresentadora de rádio para saber mais sobre elas. Os dois acabam desenvolvendo uma relação de amor e de fascinação por esses vídeos, que vão acabar levando a personagem Nikki a desaparecer. Renn vai então à procura do Dr. Brian O'Blivion (oblivion significa esquecimento), um profeta da televisão que prega que a emissão de raios catódicos leva o homem a um estágio maior de evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Temos um simples quadro dos elementos que se tornariam tão caros a Cronenberg: uma evolução que acaba se tornando em regressão (A Mosca, Rabid, Scanners), uma obsessão logo transformada em vício (Naked Lunch, Crash, M.Butterfly) a as mutações do corpo causadas pelos videodromos, que na verdade revelam ser apenas janelas mentais para emissões imperceptíveis que causam um tumor no cérebro cujo primeiro sintoma é causar alucinações em quem é atingido. Por trás da filosofia moralista que envolve a disseminação do videodromo — que é realmente a única coisa falha no filme —, podemos ver, entretanto, um lado negro da América que surgia: pastores televisivos, nova moralidade das ligas de pais contra a pornografia e os termos de baixo calão, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Mas o que faz a grandeza de Cronenberg é que, pela única vez em sua obra, nos é dada a visão daquele que sofre com o vício. O filme é todo construído a partir do ponto de vista da alucinação, não do que acontece realmente. Daí vermos esguichos de gosma saindo da barriga de James Woods, um vídeo-cassete que é ora inserido ora retirado de uma vulva que nasce em sua barriga, uma fita de vídeo que se transforma em revólver, uma televisão que engole o espectador (como na foto acima). Não sabemos o que realmente acontece e o que é imaginação: tudo para o espectador é dado como se tudo que está na tela realmente estivesse acontecendo (e realmente está, do ponto de vista do personagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Videodrome é também uma das primeiras tentativas de dar conta dos efeitos da televisão e da nova cultura do vídeo. O Dr. O'Blivion, por exemplo, é uma pura existência midiática, uma vez que ele só tem vida nas fitas de vídeo que restaram de sua obra. A imagem na telinha é um jogo entre dois grupos extremistas, um que deseja remoralizar o mundo matando todos os depravados e outro que quer transformar a carne do homem em uma nova carne. O lema desse grupo é "Long live the new flesh/Viva a nova carne", e as campanhas de educação à nova carne e aos raios catódicos é realizada em um centro cívico de recuperação de mendigos e de emissões de raios catódicos. Nesse clima brutal de alienação pelo vídeo, a resposta de Cronenberg é a mais brutal já feita em seu cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A última seqüência é uma conversa de Nikki, na televisão, já dada como morta, conversando com Max. Ela explica a ele todas as transformações pelas quais ele passou e fala que vai indicar qual é o próximo caminho. Depois de um breve contracampo para o rosto de Max, vemos a câmara se aproximando aos poucos da tevê, e Max vê a si próprio na telinha, com um revólver na mão, que ele eleva até a têmpora, para por fim atirar. Mais um contracampo mostra Max distanciado, com a mesma aproximação da câmara momentos antes. Tal qual na televisão, ele alça o olhar para frente, fixo no espectador, coloca o revólver na têmpora e repete a operação. Em tempos em que a ciência social começou a se aproximar da televisão como instauradora da realidade (Baudrillard, por exemplo), o cinema deu a sua contribuição mais espetacular e apocalíptica à questão, num claro artifício pavloviano de ação-reflexa. Se a primeira metade do século viu a reprodução em massa e a segunda metade viu a repetição em massa (como Godard já mostrou no curta O Novo Mundo), Videodrome aparece como um filme de exceção, que mostra o presente hiperbolizado para que nós possamos nos reconhecer melhor e para que possamos medir nossos atos mais sensivelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Filme-delírio como poucos realizados até hoje, Videodrome é assustador como poucos, certamente o mais destruidor filme de Cronenberg, sobretudo porque o próprio tema exige grande parte dessa destruição. A desumanização é aterrorizante, as relações se dão todas pelo vídeo. O mundo daqui em diante será oblivion. Videodrome tem irmãos, como Dr. M, de Chabrol, ou Eles Vivem, de Carpenter (esses dois últimos de 89). Mas nenhum soube ser tão pessimista, tão certo de um no future assim. O indivíduo está jogado num vazio de alucinações e nem tem como voltar atrás. A única solução é se matar por um slogan. A cultura do vídeo é fundamentalista, e não há melhor saída para o fundamentalismo que a autofagia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Ruy Gardnier&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8301516720576938741?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8301516720576938741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8301516720576938741' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8301516720576938741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8301516720576938741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/videodrome-sndrome-do-vdeo-videodrome.html' title='Videodrome — A Síndrome do Vídeo (Videodrome), De David Cronenberg (EUA, 1982)'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1269516382725984256</id><published>2007-06-11T18:54:00.000-07:00</published><updated>2007-06-12T18:59:35.200-07:00</updated><title type='text'>Safari para Windows, baby!</title><content type='html'>&lt;p&gt;Quase não acreditei quando vi essa: &lt;strong&gt;Steve Jobs&lt;/strong&gt;, o todo-poderoso da Apple, como quem não quer nada simplesmente anunciou o &lt;strong&gt;Safari&lt;/strong&gt;, excelente navegador baseado na &lt;em&gt;engine&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;KHTML&lt;/strong&gt;, para &lt;ins&gt;Windows&lt;/ins&gt;! Segundo relatos, ele quer “abocanhar uma fatia do mercado dos navegadores”, e eu não ficarei surpreso se ele abocanhar uma GRANDE fatia do mercado de navegadores :D.&lt;/p&gt; &lt;p class="not_download"&gt;&lt;a href="http://www.apple.com/safari/download/"&gt;Download: &lt;strong&gt;Safari Beta 3&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda não acredito… Ops, então, já há alguns &lt;em&gt;plugins&lt;/em&gt; disponíveis, aqueles básicos (QuickTime, Adobe Reader, Flash etc.). Além disso, a Apple está incentivando desenvolvedores a criarem seus próprios &lt;em&gt;plugins&lt;/em&gt; para o navegador.&lt;/p&gt; &lt;p class="not_download"&gt;&lt;a href="http://www.apple.com/safari/download/plugins.html"&gt;Plugins para o Safari&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p class="not_link"&gt;&lt;a href="http://developer.apple.com/internet/safari/"&gt;Safari para desenvolvedores&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Roda em Windows XP e Vista, e apesar da euforia (ah!!!), lembre-se: é um software beta.&lt;/p&gt; &lt;p id="fonte"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.neowin.net/index.php?act=view&amp;amp;id=40872"&gt;Neowin&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1269516382725984256?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1269516382725984256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1269516382725984256' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1269516382725984256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1269516382725984256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/safari-para-windows-baby.html' title='Safari para Windows, baby!'/><author><name>.BrunO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14032297384287726365</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1352132371245514927</id><published>2007-06-11T08:02:00.001-07:00</published><updated>2007-06-11T08:03:52.450-07:00</updated><title type='text'>Garoto de 9 anos é gamer mais jovem do mundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.terra.com.br/i/2007/06/07/524770-7962-cp.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://img.terra.com.br/i/2007/06/07/524770-7962-cp.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Victor tem 9 anos e já ganhou milhares de dólares em prêmios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Victor M. De Leon III é jogador profissional de games há cinco anos e já recebeu milhares de dólares em prêmios em campeonatos nos Estados Unidos. Ele tem patrocinador, relações públicas e um site com 531 fotos da sua carreira. Há alguns meses um grupo acompanha o jovem para fazer um documentário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Victor, 9 anos, pesa 25 quilos e gosta de ver o desenho do Bob Esponja em sua casa em Long Island, em Nova York. O jovem tem notas acima da média na escola, onde cursa a terceira série. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Conhecido como Lil'Poison, Victor é o mais jovem gamer profissional do mundo. A partir de sexta-feira, o garoto estará entre os 2,5 mil competidores que estarão no campeonato de Halo 2, para Xbox, na cidade de New Jersey. O grande prêmio é de US$ 20 mil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O menino apareceu no programa '60 minutos' como um dos sete jovens mais incríveis do mundo. A única reação de Vitor foi "eu estava pequeno", demonstrando que cresceu desde que o programa foi gravado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Victor disse que não sabe o que vai fazer quando crescer. Por agora, ele parece estar mais preocupado com os brinquedos, comida e jogar basquete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Fonte: Terra Games&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1352132371245514927?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1352132371245514927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1352132371245514927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1352132371245514927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1352132371245514927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/garoto-de-9-anos-gamer-mais-jovem-do.html' title='Garoto de 9 anos é gamer mais jovem do mundo'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6216134374040473459</id><published>2007-06-11T08:01:00.000-07:00</published><updated>2007-06-11T08:02:28.379-07:00</updated><title type='text'>Dólar cede 0,26%, vendido a R$ 1,955</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt; O dólar opera com ligeira queda nesta segunda-feira, enquanto as novas medidas anunciadas pelo Banco Central tinham impacto limitado sobre o câmbio. Às 10h53, a divisa norte-americana era vendida a R$ 1,955, com desvalorização de 0,26%.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Na sexta-feira à noite, a autoridade monetária anunciou que reduziu o limite de exposição cambial dos bancos, de 60% para 30% do patrimônio de referência das instituições. Com isso, volta a vigorar o limite que havia sido alterado em dezembro do ano passado. Na abertura, a moeda ensaiou algum ajuste, com ligeira valorização de 0,05%. Mas logo passou a cair. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Num primeiro momento, deu uma corrigida porque não se sabe realmente o tamanho disso... é meio inócuo, vai ter uma correção, o mercado vai tentar dar uma puxada, mas já voltou a ter vendedor", explicou Francisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora Liquidez. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O gerente lembrou ainda que muitos bancos já estavam reduzindo suas exposições cambiais nas últimas sessões diante de um cenário externo menos favorável por preocupações com inflação e juros no mundo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; "E continua uma tendência de queda, a única coisa é que pode cair menos, vai diminuir um pouco a volatilidade", completou. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Analistas reiteraram que o impacto sobre o câmbio será limitado, primeiro porque muitos bancos não operavam no limite de sua exposição e segundo porque como a exposição é sobre o patrimônio, grandes bancos ainda ficam com uma folga para reduzir suas fortes posições vendidas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Além disso, os analistas viram as medidas como mais uma tentativa do Banco Central de tentar conter a valorização do real e disseram que o câmbio continuará sendo influenciado mais pelo cenário internacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;Fonte: Terra Economia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="spanNoticia" class="tit"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6216134374040473459?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6216134374040473459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6216134374040473459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6216134374040473459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6216134374040473459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/dlar-cede-026-vendido-r-1955.html' title='Dólar cede 0,26%, vendido a R$ 1,955'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5224320498809581144</id><published>2007-06-07T08:02:00.001-07:00</published><updated>2007-06-07T08:02:35.093-07:00</updated><title type='text'>Idade média em que as crianças começam a usar eletrônicos cai para 7 anos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pais, preparem os bolsos, pois seus filhos estão cada vez mais hi-tech. A idade média em que as crianças começam a utilizar eletrônicos de consumo nos Estados Unidos caiu de 8,1 anos, em 2005, para 6,7 anos em 2007, segundo a empresa de pesquisas NPD Group.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros eletrônicos com os quais os pequenos têm contato são as TVs e desktops, na faixa dos 4 a 5 anos, e os últimos são rádios por satélite e tocadores digitais (9 anos de idade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior declínio na faixa etária foi registrado no uso de aparelhos de DVD e celulares, de acordo com o NPD Group.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da queda na idade dos jovens usuários, a pesquisa revelou uma ligeira redução no número geral de eletrônicos que as crianças possuem, embora em categorias como jogos portáteis, câmeras digitais, celulares e DVD players tenha sido registrado aumento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças usam seus eletrônicos em média três vezes por semana, com média maior para TVs (5,8 dias), celulares (4,3 dias) e gravadores digitais de vídeo (4,1 dias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo revela ainda que eles não estão para brincadeira: as versões de eletrônicos para adultos são mais populares entre os pequenos que os modelos para crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados da pesquisa foram levantados por meio de uma pesquisa online com amostragem de representação nacional. Foram entrevistados adultos com mais de 25 anos, que vivem com crianças com idades entre 4 e 14 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: IDE NOW!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5224320498809581144?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5224320498809581144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5224320498809581144' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5224320498809581144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5224320498809581144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/idade-mdia-em-que-as-crianas-comeam.html' title='Idade média em que as crianças começam a usar eletrônicos cai para 7 anos'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-8454341230873768110</id><published>2007-06-07T08:00:00.000-07:00</published><updated>2007-06-07T08:01:57.833-07:00</updated><title type='text'>Estudos mostram novas formas de criar célula-tronco embrionária</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://cs.i.uol.com.br/home/070606mice.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://cs.i.uol.com.br/home/070606mice.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pesquisadores tiraram células comuns de um camundongo e as reprogramaram para que elas agissem como células-tronco embrionárias, num experimento muito aguardado que pode representar uma forma alternativa de obter esse tipo de célula-mestra sem ter de eliminar embriões clonados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três estudos publicados na quarta-feira mostram várias maneiras de fazerem células comuns "regredirem" e se comportarem como uma célula-tronco embrionária. Um quarto estudo mostrou uma forma de usar embriões anormais, descartados por clínicas de reprodução assistida, para produzir células-tronco embrionárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os pesquisadores trabalharam com camundongos e disseram que ainda vai demorar para conseguirem demonstrar a técnica em células humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As células-tronco embrionárias são a fonte de todos os tecidos e órgãos do corpo. Os cientistas as estão estudando não só para entender a biologia das doenças, mas da própria vida, e pretendem revolucionar a medicina com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, por causa da polêmica da destruição dos embriões, há muita gente contra esse tipo de pesquisa, como o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que limitou o uso de recursos federais nos estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores disseram que não estão tentando só contornar os problemas políticos que cercam a questão. "Todos nós concordamos plenamente com as pesquisa com células-tronco embrionárias humanas", disse Kevin Eggan, do Instituto de Células-Tronco de Harvard, que comandou um dos estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma das pesquisas, Rudolf Jaenisch, do Instituto Whitehead, em Cambridge, Massachusetts, e seus colegas transformaram células da pele de camundongos em células-tronco embrionárias. Eles identificaram quatro proteínas, ou fatores, que só são ativas nas células-tronco embrionárias, e não nas células adultas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Introduzindo esses quatro fatores, as células são induzidas a processos que chamamos de processo de reprogramação", disse Jaenisch numa entrevista por telefone. As células normais, que normalmente só produziriam pele e que morreriam em laboratório depois de certo período, proliferaram-se nas placas de cultivo após ser submetidas ao processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto, e sua equipe, os inventores dessa técnica, relataram conclusões parecidas num segundo trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro estudo, Eggan e sua equipe usaram uma técnica diferente para clonar uma célula adulta, usando um óvulo fertilizado em vez de um óvulo não-fertilizado. A técnica do ovo não-fertilizado foi a usada para produzir a ovelha Dolly, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe de Eggan usou embriões anormais de clínicas de reprodução assistida. Alguns dos embriões provenientes da fertilização in vitro são resultantes da fecundação com mais de um espermatozóide, e não podem se desenvolver normalmente. Os pesquisadores retiraram esse material genético e o substituíram pelo DNA de uma célula adulta, o que funcionou exatamente como a transferência nuclear da clonagem tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eggan estima que dezenas de milhares de embriões anormais sejam descartados por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse que os dois métodos estão sendo testados usando amostras de pele de pacientes com esclerose lateral amiotrófica, uma doença fatal e incurável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Ciência &amp; Saúde (UOL)&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-8454341230873768110?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/8454341230873768110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=8454341230873768110' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8454341230873768110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/8454341230873768110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/estudos-mostram-novas-formas-de-criar.html' title='Estudos mostram novas formas de criar célula-tronco embrionária'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5771688389405189902</id><published>2007-06-05T13:15:00.000-07:00</published><updated>2007-06-05T13:19:00.191-07:00</updated><title type='text'>Franz Ferdinand volta aos palcos tocando músicas inéditas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img129.imageshack.us/img129/2388/franz1181065652jb9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://img129.imageshack.us/img129/2388/franz1181065652jb9.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Após alguns meses longe dos palcos, o Franz Ferdinandfez um show na noite desta segunda-feira (4) na cidade natal da banda, Glasgow, na Escócia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação-surpresa reuniu cerca de 700 fãs em um clube da cidade. Os presentes conheceram cinco músicas inéditas do Franz, sendo elas:&lt;em&gt; “Anyone In Love”, “New Thrill”, “An English Goodbye”, “Favourite Lie” &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;“Turn It On”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de sair do país rumo à Nova York, a banda ainda faz outro show essa semana na Escócia. Franz Ferdinand tem na agenda um show marcado para o festival de Bonnaroo, que acontece no Tennessee em junho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5771688389405189902?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5771688389405189902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5771688389405189902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5771688389405189902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5771688389405189902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/franz-ferdinand-volta-aos-palcos.html' title='Franz Ferdinand volta aos palcos tocando músicas inéditas'/><author><name>.BrunO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14032297384287726365</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7465726824459261199</id><published>2007-06-05T13:07:00.000-07:00</published><updated>2007-06-05T13:44:02.072-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>EXTERMÍNIO 2 (28 Weeks Later)</title><content type='html'>&lt;img src="http://a69.g.akamai.net/n/69/10688/v1/img5.allocine.fr/acmedia/medias/nmedia/18/63/30/61/18766494.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A continuação de EXTERMÍNIO (2002), longa de horror de Danny Boyle que trouxe uma variação para os filmes de zumbis, se saiu melhor que a encomenda. Dessa vez, Boyle deixa a direção e assina como produtor executivo, dando a cadeira de diretor ao espanhol Juan Carlos Fresnadillo, diretor do thriller INTACTO (2001, disponível nas locadoras). EXTERMÍNIO 2 (2007) é melhor que o original, trazendo uma dramaticidade que foge do que a gente costuma ver na maioria dos filmes do gênero, que costumam se preocupar mais com os sustos e os arrepios do que com um maior aprofundamento do drama dos personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXTERMÍNIO 2 começa muito bem, mostrando um grupo de pessoas escondidas num chalé sem energia elétrica e com pouca comida preocupadas principalmente em sobreviver naquele país devastado por uma praga que infectou e destruiu a todos. Como visto no primeiro filme, as pessoas infectadas ficam parecidas com zumbis, só que muito mais rápidos e raivosas do que os zumbis criados por George Romero. Na verdade, o termo "zumbi" não é citado em nenhum dos filmes. O correto é mesmo chamá-los de "infectados". Pois bem, essas pessoas, durante o almoço - que a princípio parece um jantar, pois está tudo escuro dentro da casa, iluminada apenas por velas -, são interrompidas pelos gritos de uma criança que está sendo perseguida por dezenas de infectados. Eles aceitam o garoto na casa, mas o menino acaba trazendo os infectados, famintos por carne humana, que invadem o chalé e atacam todo mundo. Robert Carlyle, que já tem no seu currículo um histórico de comer carne humana (vide MORTOS DE FOME, de Antonia Bird), é aparentemente o único do grupo que consegue escapar, fugindo numa lancha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois desse belo e aterrorizante momento, o filme avança no tempo 28 semanas. Os infectados haviam morrido de fome por falta de vítimas e a Gran-Bretanha estava completamente arrasada. O governo dos Estados Unidos foi o responsável pelo reerguimento do país e muitos britânicos que estavam fora da ilha voltaram para recomeçar a vida no lugar, agora gerenciado pelo exército americano. Os filhos adolescentes do personagem de Robert Carlyle retornam para a Inglaterra para viver com o pai. Outra personagem de destaque é Scarlet (a australiana Rose Byrne, de SUNSHINE - ALERTA SOLAR), a cientista que estuda a doença e que acaba tendo uma relação de proximidade com os citados jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores pontos positivos de EXTERMÍNIO 2 é a estória cheia de momentos criativos. Principalmente o fato de que o horror não está apenas no ataque dos infectados, mas também no perigo de se morrer pelas mãos do próprio exército americano, que não hesita em tomar atitudes drásticas para exterminar a praga. Quem acompanha LOST poderá ver Harold Perrineau, o Michael da série, no papel de um dos atiradores de elite do exército. Tudo bem que o filme não consegue manter a mesma excelência do prólogo em seus desenvolvimento, mas ainda assim é uma diversão eficiente, que não tenta apelar para sustos fáceis e que traz soluções inteligentes na trama, sempre que ameaça naufragar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Falando em zumbis e similares, antes de EXTERMÍNIO 2 passou o trailer de RESIDENT EVIL 3: A EXTINÇÃO. O filme, eu não sei mas o trailer é animador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7465726824459261199?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7465726824459261199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7465726824459261199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7465726824459261199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7465726824459261199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/extermnio-2-28-weeks-later.html' title='EXTERMÍNIO 2 (28 Weeks Later)'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1842786012427078645</id><published>2007-06-05T09:07:00.000-07:00</published><updated>2007-06-04T09:09:09.110-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>SUNSHINE - ALERTA SOLAR (Sunshine)</title><content type='html'>&lt;img src="http://a69.g.akamai.net/n/69/10688/v1/img5.allocine.fr/acmedia/medias/nmedia/18/36/27/03/18759630.jpg" width="370"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pena que SUNSHINE - ALERTA SOLAR (2007) tenha saído em poucas cópias no Brasil e tenha recebido pouco espaço da mídia. O filme tem ficado pouco tempo em cartaz, mesmo em cidades grandes. Acredito que ver esse filme na tela pequena diminui muito do prazer de ver na telona. O impacto de ver o Sol, as naves e o espaço sideral na telona não tem preço. Interessante notar que o cinema de ficção científica, especialmente os que se passam dentro de naves espaciais, anda bastante sumido de nossas salas. Não sou entusiasta do gênero, mas de vez em quando sinto falta de filmes desse tipo. Os títulos que o longa de Danny Boyle guarda mais lembrança são 2001 - UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO, de Stanley Kubrick; O ENIGMA DO HORIZONTE, de Paul Anderson; e ALIEN - O OITAVO PASSAGEIRO, de Ridley Scott. Mas é com o filme de Kubrick que SUNSHINE anda recebendo mais comparações, guardadas as devidas proporções. Isso se dá devido, principalmente, ao andamento lento de ambos e pela semelhança com o computador que monitora a nave, representado em ambos por uma voz suave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os rostos mais conhecidos do filme, temos o estranho Cillian Murphy, a bela Rose Byrne (que está no elenco de EXTERMÍNIO 2), Chris Evans (o Tocha Humana dos filmes do Quarteto Fantástico) e Michelle Yeoh, que vive revezando produções de Hong Kong com produções made in Hollywood. Lembrando que SUNSHINE não foi produzido nos Estados Unidos, é um filme independente de orçamento generoso produzido na Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na trama, uma nave, a Icarus II, tripulada por seis homens e duas mulheres, tem a missão de jogar no centro do Sol uma gigantesca bomba nuclear para reavivar o astro-rei, prestes a morrer. Essa é a única chance de a Terra - vivendo num inverno permanente - sobreviver. Para isso, os tripulantes precisam agir como heróis, perdendo até mesmo suas vidas se necessário para salvar o planeta. O maior medo deles é não conseguir chegar ao seu destino, já que a primeira nave Icarus desapareceu sem cumprir a sua meta. Até chegar lá, ficamos com um fascinante visual, diálogos poucos mas bem escritos, o sentimento de solidão diante da imensidão do espaço, e o medo da morte, que se manifesta nos sonhos dos tripulantes - há o sonho recorrendo de eles sendo queimados vivos ao chegarem no Sol. O único ponto negativo do filme acontece no final, quando surge um clímax bem lugar comum e que estraga um pouco o resultado. Por causa desse clímax, SUNSHINE perde a chance de ser um grande filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, é o melhor e mais maduro filme de Danny Boyle, cineasta que começou muito bem, com o thriller COVA RASA (1994), mas que foi perdendo a força nos trabalhos seguintes. O roteirista de SUNSHINE é o mesmo Alex Garland que trabalhou com Boyle em EXTERMÍNIO (2002) e em A PRAIA (2000). Boyle não tem uma marca reconhecível nos seus trabalhos - o que seria sinal de falta de autoralidade - nem tem regularidade, mas depois de SUNSHINE, ele ganhou uma nova chance comigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1842786012427078645?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1842786012427078645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1842786012427078645' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1842786012427078645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1842786012427078645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/sunshine-alerta-solar-sunshine.html' title='SUNSHINE - ALERTA SOLAR (Sunshine)'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-3353573553592618214</id><published>2007-06-05T09:00:00.000-07:00</published><updated>2007-06-04T09:01:50.369-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Escola do Riso [elogio à comédia]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/197/519105995_b107a97805.jpg?v=0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você for olhar bem, Escola do Riso tem uma das fórmulas mais batidas do cinema: bom e mau se encontram e o mau sai com uma lição de moral depois de ter se revelado não tão mau assim. Uma historinha bonitinha - tá bom, bem lindinha -, mas nada, nada nova. O que garante seu diferencial é o que está em volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra começar, é raro ver um filme que se dedique tanto a celebrar outra arte. No caso, o teatro. O texto, escrito originalmente para o palco - e que deve ter funcionado muito bem em seu habitat - ganhou um fôlego surpreendentemente novo na tela. Mesmo com apenas dois personagens, um cenário que ocupa praticamente 90% das cenas e cheio de marcações teatrais, Escola do Riso é cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A câmera é inteligentíssima e nunca pára quieta. A cada cena, ganhamos novos enquadramentos até que o cenário inteiro seja explorado, numa clara associação à aproximação dos personagens. Além disso, a montagem é ágil o suficiente para dar um movimento incessante ao filme, que é quase sempre orgânico e vivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua maior qualidade, no entanto é o elogio que faz à comédia. Um gênero que raramente é tratado com seriedade pelo cinema - ou mesmo pelo teatro -, principalmente numa época em que a grosseria e o conteúdo sexual são associados cada mais ao humor puro. A meu ver, a pureza da comédia está exatamente no que este filme apresenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a influência clownesca, defendida pelo brilhante Goro Inagaki - será parente daquele nosso outro velho conhecido? -, que ganha reforço com a música felliana, à própria paixão pela manufatura do riso, pela piada calculada e pelo processo de elaborar um texto ou um gesto que cative a platéia. O texto sabe traduzir isso bem nos 'ensaios' do espetáculo censurado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto com o já citado clown, Kôji Yakusho, excelente (antes de Babel), talvez o melhor ator do ano, defende o filme com uma beleza indescritível. A dupla é a pilastra sobre a qual o longa se sustenta. Um texto que é muito mais do que os atores, mas que ganha neles seu melhor espelho, seu maior reflexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escola_do_riso &lt;br /&gt;direção: Mamoru Hosi.&lt;br /&gt;Warai No Daigaku, Japão, 2004. &lt;br /&gt;roteiro: Koki Mitani, baseado em peça teatral de sua autoria.&lt;br /&gt;elenco: Kôji Yakusho, &lt;br /&gt;Goto Inagaki, Tae Kimura, Masao Komatsu, Masaya Takahashi.&lt;br /&gt;fotografia: Hiroshi Takase. montagem: Masaaki Yamamoto. música: Yûsuke Honma. duração: 121 min.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-3353573553592618214?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/3353573553592618214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=3353573553592618214' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3353573553592618214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/3353573553592618214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/escola-do-riso-elogio-comdia.html' title='Escola do Riso [elogio à comédia]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-2991593823512880072</id><published>2007-06-04T09:11:00.000-07:00</published><updated>2007-06-04T09:13:21.234-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>24 Horas - Sexta Temporada (24 - Season Six)</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.nicepics.blogger.com.br/24seasonsix_5.jpg" width="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sexta temporada (2007) de 24 HORAS tinha tudo para ser uma das melhores da história da série. A temporada anterior terminou com Jack Bauer sendo raptado pelos chineses, que descobriram que ele estava vivo e o levaram para a prisão. O que ninguém esperava é que ele passaria três anos numa prisão na China, à base de muita tortura. Três anos depois ele retorna aos Estados Unidos. O clima no país está muito pior, com os ataques de terrorismo e a paranóia atingindo níveis absurdos. Barbudo, cansado, deprimido, cheio de marcas de queimadura no corpo, Jack Bauer voltou. Mas o pior é que ele só voltou para ser usado como um cordeiro para o sacrifício. Quer dizer, o seu próprio país, a quem ele tanto defendeu e salvou, quer dá-lo em sacrifício para um de seus inimigos árabes que querem a sua cabeça em troca de bombas atômicas. Achei muito interessante essa premissa inicial. Jack Bauer se aproximando da figura de Jesus Cristo. Ele, que tantas vezes salvou o mundo, agora vai ser sacrificado para mais uma vez salvar a humanidade ingrata. Sensacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso que eu achei uma pena que essa temporada, que começou assim tão bem, tenha desandado e se tornado a mais fraca de todas até então. Dentro de poucas horas, isto é, de poucos episódios, Jack Bauer voltaria a ser o mesmo sujeito confiante e bom de briga que a gente conhece e todo aquele rancor e os três anos de sofrimento na China parece até que nem existiram. E a série foi repetindo os seus velhos clichês e até mesmo as mortes de conhecidos personagens acabaram não tendo nenhum impacto. Um dos momentos de maior impacto da série aconteceu quando uma bomba atômica explode próximo a Los Angeles, mas mesmo isso depois é praticamente esquecido nos episódios seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se na quinta temporada, os principais destaques foram o Presidente Charles Logan e a Primeira-Dama meio maluca Martha Logan, nessa, dois novos e belos rostos se destacam: Nadia Yassir (a latina Marisol Nichols), na CTU, e a cunhada de Jack, Marilyn Bauer (Rena Sofer, a esposa de Nathan Petrelli em HEROES). No mais, há bem poucos personagens que chamam a atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez uma das principais razões de a série ter desandado nesse ano tenha sido a ausência de Jon Cassar da direção dos episódios da segunda metade da série. Cassar participou ativamente da série, tendo dirigido os episódios mais importantes desde a segunda temporada. No entanto, ele foi sumindo dessa temporada, depois de dirigir seis episódios, e passou a bola para outro nome familiar da série: Brad Turner. David Fury, um dos produtores da série, admitiu que essa temporada foi mesmo problemática e de resultado pouco satisfatório, correndo, inclusive, o perigo de perder alguns fãs nas duas temporadas seguintes. Parece que a intenção dos executivos da FOX é mudar na sétima temporada. Pra mim, o ideal seria a série sair definitivamente da CTU e mostrar Jack Bauer vivendo aventuras em outros lugares. Talvez assim 24 HORAS ganhe novo fôlego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;posted by Ailton&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-2991593823512880072?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/2991593823512880072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=2991593823512880072' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2991593823512880072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/2991593823512880072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/24-horas-sexta-temporada-24-season-six.html' title='24 Horas - Sexta Temporada (24 - Season Six)'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-1978371263015751235</id><published>2007-06-04T08:58:00.000-07:00</published><updated>2007-06-04T09:00:22.914-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Alpha Dog [febre da juventude]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/214/519008579_f0b9a445e4.jpg?v=0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alpha Dog, 2007. O grande problema de Alpha Dog é uma certa indefinição de estilo. O resgate de um caso verídico não casa direito com a opção das entrevistas explicativas para montar as repercussões do crime. Essas intervenções soam deslocadas e quebram a trama, que é exemplarmente conduzida por Nick Cassavetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor tem muito talento como contador de histórias. O quadro da vida jovem&amp;marginal de um filhinho-de-papai e seus colegas/comparsas/desafetos poderia mergulhar numa visão clichê, mas Cassavetes consegue imprimir um clima natural a praticamente tudo. Outro trunfo do diretor é contar com um elenco bom. Mesmo sem grandes interpretações individuais (Ben Foster, descontrolado é uma exceção), o conjunto tem performances não apenas eficientes como bastante funcionais para o filme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo Emile Hirsch, que pode não ter sido a escolha mais adequada para o papel, está bem. E Justin Timberlake, sóbrio, é uma surpresa. Ainda assim, a melhor cena do filme ficou ans mãos de Sharon Stone, solo. Na única entrevista que parece se justificar, e com um trabalho de maquiagem - e talvez CGI - impressionante, dona Sharon nos entrega uma mulher perdida como poucas vezes vimos no cinema recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;alpha_dog &lt;br /&gt;direção: Nick Cassavetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Bruce Willis, Emile Hirsch, Fernando Vargas, Vincent Kartheiser, Justin Timberlake, Shawn Hatosy, Heather Wahlquist, Alex Solowitz, Harry Dean Stanton, Frank Cassavetes, Ben Foster, David Thornton, Anton Yelchin, Sharon Stone, Dominique Swain, Alex Kingston, Lukas Haas, Matthew Barry.&lt;br /&gt;posted by Chico Fireman&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-1978371263015751235?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/1978371263015751235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=1978371263015751235' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1978371263015751235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/1978371263015751235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/alpha-dog-febre-da-juventude.html' title='Alpha Dog [febre da juventude]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-6977000343044219526</id><published>2007-06-03T08:55:00.000-07:00</published><updated>2007-06-04T08:56:47.596-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Extermínio 2 [regras da vida]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1021/528957718_7b3d8b921a.jpg?v=0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira seqüência de Extermínio 2 é uma das melhores cenas do ano, um exemplo para filmes que tentam dar credibilidade ao horror não apenas como gênero, mas como manipulador dos sentidos. O susto, instrumento para a manifestação do horror, lida com a perda, ainda que momentânea, dos parâmetros que definem a normalidade do humano. Mesmo muito simples, o susto é algo não tão fácil de se provocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o gênero de filmes de zumbi, criado e perpetuado por George A. Romero, faz é trazer este instrumento para o questionamento das prioridades do homem. Longe dos padrões que nos enquadram nas regras de civilidade e convívio social, ou mais dramaticamente, longe dos preceitos de certo-e-errado e bom-e-mau, ao ser humano resta a animalesca luta pela perpetuação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, Danny Boyle retomava estas reflexões com seu Extermínio, filme que, além voltar a discutir os limites do homem, era bastante eficiente numa capacidade que deveria ser inerente a todo e qualquer cinema: mover fisicamente o espectador. O conjunto imagem-edição-cenografia-música do longa sabia estabelecer o desespero e a falta de padrões como pilares de um ambiente fascinante e assustador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de uma continuação parecia bastante desagradável e desnecessária. Como retomar um ciclo que parecia tão bem fechado no material original, ainda mais sem os cabeças da equipe criativa? Missão complicada, mas que Extermínio 2 resolve com certa destreza. A já citada seqüência de abertura abre um flashback, com eventos paralelos aos do primeiro filme, criados com igual eficiência. E, mesmo que o filme não ofereça depois dela nada tão impresionante, o roteiro caminha bem por terreno seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendo o porquê do Ian não ter gostado (embora eu goste muito do que vi da Rose Byrne até agora)na mesma medida em que percebo as razões desta moça ter amado tanto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reintrodução da doença surge com uma boa idéia e os acenos para uma eventual cura abre novas possibilidades. A exploração de um conflito familiar, que poderia ter sido mais bem aproveitado, traz outra esfera para a discussão maior, a perda dos padrões da relação amor-afeto-carinho: a perpetuação não está mais na reprodução, mas na sobrevivência a qualquer custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação de um novo grupo ganha contornos de missão e para quem, como eu, adora HQs de heróis, os interesse cresce bastante. A jornada adquire um objetivo maior e, mesmo em meio a uma bela sucessão de lugares comuns, dos sacrifícios ao militarismo incômodo, o filme trabalha com certos conceitos fora de moda como altruísmo e doação. Conceitos meios ingênuos que nem ganham tratamento especial no longa, mas de que eu gosto de ser lembrado de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;extermínio_2 &lt;br /&gt;direção: Juan Carlos Fresnadillo.&lt;br /&gt;28 Weeks Later, Grã-Bretanha, 2007. &lt;br /&gt;roteiro: Jesús Olmo, Juan Carlos Fresnadillo e Rowan Joffe, baseado em argumento de Enrique López Lavigne.&lt;br /&gt;elenco: Imogen Poots, Mackintosh Muggleton, Catherine McCormack, Robert Carlyle, Jeremy Renner, Harold Perrineau, Rose Byrne, Amanda Walker, Shahid Ahmed, Garfield Morgan, Emily Beecham, Idris Elba.&lt;br /&gt;fotografia: Enrique Chediak. montagem: Chirs Gill. desenho de produção: Mark Tildesley. música: John Murphy. figurinos: Joana Gatis. produção: Enrique López Lavigne, Andrew Macdonald e Allon Reich. duração: 99 min. site oficial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-6977000343044219526?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/6977000343044219526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=6977000343044219526' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6977000343044219526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/6977000343044219526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/extermnio-2-regras-da-vida.html' title='Extermínio 2 [regras da vida]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5217879604466180402</id><published>2007-06-02T09:02:00.001-07:00</published><updated>2007-06-04T09:03:39.223-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Princesas [reino das ruas]</title><content type='html'>&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/228/512978882_ae9f553115.jpg?v=0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princesas, 2005. Um filme menor de Aranoa, do belíssimo Segunda-Feira ao Sol, com aquela tradicional visita carinhosa ao universo das putas. O diretor-roteirista é bem feliz ao compor suas personagens, sabendo dar textura a dramas banais e transformando eventos-clichê em material suficientemente original para promover envolvimento. A fotografia é inquieta, mas parece que agora os operadores souberam usá-la sem exagero, na medida certa, dando forma à inquietação das personagens. O filme é embalado pela canção-tema de Manu Chao ('Calle', "rua" em espanhol e também o nome da protagonista). Esta, por sinal, é uma das melhores do ano. A interpretação de Candela Peña, grande atriz, conduz a puta triste à liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;princesas &lt;br /&gt;direção: Fernando León de Aranoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Candela Peña, Micaela Nevárez, Mariana Cordero, Violeta Pérez, Luis Callejo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5217879604466180402?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5217879604466180402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5217879604466180402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5217879604466180402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5217879604466180402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/princesas-reino-das-ruas_02.html' title='Princesas [reino das ruas]'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-4967899762062811576</id><published>2007-06-01T20:39:00.000-07:00</published><updated>2007-06-01T20:40:10.737-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='YouTube'/><title type='text'>[YouTube] Desenhando e animando no Photoshop - This Is Sparta!</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cXHZxWSsvCQ"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cXHZxWSsvCQ" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-4967899762062811576?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/4967899762062811576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=4967899762062811576' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4967899762062811576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/4967899762062811576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/youtube-desenhando-e-animando-no.html' title='[YouTube] Desenhando e animando no Photoshop - This Is Sparta!'/><author><name>eScaMOso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01725237585980763637</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img214.imageshack.us/img214/191/heinneken2cr0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-482199059543376389</id><published>2007-06-01T20:33:00.000-07:00</published><updated>2007-06-01T20:36:07.482-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='YouTube'/><title type='text'>[YouTube] Btaman na Feira da Fruta</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2vgI2BLTd_8"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2vgI2BLTd_8" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-482199059543376389?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/482199059543376389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=482199059543376389' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/482199059543376389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/482199059543376389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/06/youtube-btaman-na-feira-da-fruta.html' title='[YouTube] Btaman na Feira da Fruta'/><author><name>eScaMOso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01725237585980763637</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img214.imageshack.us/img214/191/heinneken2cr0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-5628888133769987374</id><published>2007-05-31T18:20:00.000-07:00</published><updated>2007-05-31T18:24:07.177-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='T.I.'/><title type='text'>PodXtreme: Aumente o Som do seu iPod!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.imagebanana.com/img/yd317ful/supermini_soundbox.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://www.imagebanana.com/img/yd317ful/supermini_soundbox.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O PodXtreme Sound Box é uma caixa de som criada especialmente para trazer um som com graves poderosos para o seu iPod. Ele tem uma bateria de lítio-íon que pode ser recarregada pela USB ou na tomada. A empresa promete um som com a qualidade de um subwoofer, dizendo que nenhuma outra caixa de som do mercado tem tanta potência em um tamanho tão compacto, mas como o PodXtreme custa apenas US$ 30, só mesmo testando para ver se ele é tão bom como eles estão prometendo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O PodXtreme funciona com o seu iPod ou qualquer outro MP3 player que tenha um plug de 3.5 mm. Ele está a venda na &lt;a href="http://www.gadgetuniverse.com/product_detail.asp?roi=echo3-1307351218-1402131&amp;SKU=TA+464&amp;amp;rsource=EMAIL&amp;SRC=EM070529&amp;amp;keywd=EM070529"&gt;Gadget Universe&lt;/a&gt;, e se você comprar um, não esquece de contar para nós se a qualidade é mesmo tão boa assim.&lt;/p&gt;Créditos : DigitalDrops&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-5628888133769987374?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/5628888133769987374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=5628888133769987374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5628888133769987374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/5628888133769987374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/05/podxtreme-aumente-o-som-do-seu-ipod.html' title='PodXtreme: Aumente o Som do seu iPod!'/><author><name>eScaMOso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01725237585980763637</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img214.imageshack.us/img214/191/heinneken2cr0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7858078465846386104</id><published>2007-05-31T18:15:00.000-07:00</published><updated>2007-05-31T18:22:37.290-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='T.I.'/><title type='text'>Samsung Apresenta o Seu Novo Player YP-U3</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.imagebanana.com/img/5mjf7ku/ypu3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 392px; height: 419px;" src="http://www.imagebanana.com/img/5mjf7ku/ypu3.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha YP de flash players da Samsung já é nossa velha conhecida, e agora vamos falar sobre o mais novo integrante, o YP-U3. Ele não tem nada de muito inovador, além de um novo design que é simples e funcional, e traz a reedição daquele conector USB na base que fez muito sucesso na primeira encarnação do iPod Shuffle. O novo player da Samsung tem uma tela OLED com resolução de 128 × 64 pixels, tuner de rádio FM e toca arquivos MP3, WMA e OGG.  &lt;p&gt;O YP-U3 tem cinco opções de cores e três tamanhos diferentes: 1 e 2 GB (todas as cores) e 4 GB (apenas preto e branco). A bateria dura até 15 horas.&lt;br /&gt;O YP-U3 deve ser vendido a partir de junho no Japão com preços variando entre 6.980 e 13.800 Yens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Saiba mais no site da &lt;a href="http://translate.google.com/translate?u=http%3A%2F%2Fwww.samsung.com%2Fjp%2Fpresscenter%2Fjapan%2Fjapan_20070528_0000349578.asp%23&amp;langpair=ja%7Cen&amp;amp;amp;amp;amp;hl=en&amp;ie=UTF-8&amp;amp;oe=UTF-8&amp;amp;prev=%2Flanguage_tools"&gt;Samsung&lt;/a&gt; (traduzido).&lt;/p&gt;Créditos : digitaldrops&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7858078465846386104?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7858078465846386104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7858078465846386104' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7858078465846386104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7858078465846386104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/05/samsung-apresenta-o-seu-novo-player-yp.html' title='Samsung Apresenta o Seu Novo Player YP-U3'/><author><name>eScaMOso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01725237585980763637</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img214.imageshack.us/img214/191/heinneken2cr0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-7242090653560796269</id><published>2007-05-30T18:08:00.001-07:00</published><updated>2007-05-30T18:20:51.924-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Variadas'/><title type='text'>LG e Coca-Cola são destaques no Top of Mind Internet, mostra Datafolha</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.imagebanana.com/img/chuh6csb/top_mind_01.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 218px; height: 1330px;" src="http://www.imagebanana.com/img/chuh6csb/top_mind_01.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.imagebanana.com/img/ch4626/top_mind_02.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 218px; height: 1324px;" src="http://www.imagebanana.com/img/ch4626/top_mind_02.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-7242090653560796269?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/7242090653560796269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=7242090653560796269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7242090653560796269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/7242090653560796269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/05/lg-e-coca-cola-so-destaques-no-top-of.html' title='LG e Coca-Cola são destaques no Top of Mind Internet, mostra Datafolha'/><author><name>eScaMOso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01725237585980763637</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img214.imageshack.us/img214/191/heinneken2cr0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-9163510612450607883</id><published>2007-05-30T06:43:00.000-07:00</published><updated>2007-05-30T06:44:15.962-07:00</updated><title type='text'>Menos de metade das empresas dispõe de site na internet, diz pesquisa</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pesquisa TIC Empresas, divulgada há pouco, também mostra que só 50,2% das companhias utilizam a internet para a venda de seus produtos e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="autor"&gt;Por &lt;span&gt;Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                         &lt;div class="autor"&gt;29 de maio de 2007 - 14h44&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (NIC.br) informou há pouco, a partir de uma pesquisa realizada junto a 2,7 mil empresas de todos os segmentos do País, entre julho e novembro de 2006, que menos da metade das companhias tem site na internet.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Segundo o estudo 48,8% delas já possuem um endereço eletrônico, apesar de 94,8% delas já disporem de computadores com internet em suas dependências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De acordo com a pesquisa TIC Empresas, 52,1% das empresas utilizam a internet em suas compras e um número ainda menor (50,2%) usa a rede mundial para a venda de produtos e serviços.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A conexão já é de banda larga em 88,8% das companhias que responderam à pesquisa. O serviço mais relevante, na avaliação dessas empresas, é o e-mail, citado por 97,7% das respostas, seguido pela busca de notícias (92,4%) e dos serviços bancários (80%).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 2006, de acordo com a pesquisa, 35,6% das companhias tinham sistemas eletrônicos para gerenciar a recepção e realização de pedidos, enquanto 30% dispunham de software de gestão (ERP, da sigla em inglês).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Cya&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-9163510612450607883?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/9163510612450607883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=9163510612450607883' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/9163510612450607883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/9163510612450607883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/05/menos-de-metade-das-empresas-dispe-de.html' title='Menos de metade das empresas dispõe de site na internet, diz pesquisa'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-635453597402706030</id><published>2007-05-30T06:39:00.000-07:00</published><updated>2007-05-30T06:45:01.589-07:00</updated><title type='text'>OMS quer proibição global do fumo em locais públicos fechados</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://cs.i.uol.com.br/home/070529semtabaco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://cs.i.uol.com.br/home/070529semtabaco.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Imagem da campanha da OMS para o Dia Mundial Sem Tabaco, cujo objetivo, este ano, é alertar os países para a importância de banir o cigarro de qualquer ambiente público fechado. Segundo a organização, não há nível seguro de exposição à fumaça do tabaco. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) promove uma consulta pública sobre a inclusão de salas de fumo em locais fechados, como bares e outros estabelecimentos. A agência irá colher opiniões sobre a proposta de regulamentação até a próxima quinta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Organização Mundial da Saúde propôs nesta terça-feira a proibição mundial do fumo em locais de trabalho e lugares públicos fechados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agência da ONU disse que isso reduziria a exposição de não-fumantes à fumaça, o que pode provocar doenças cardiovasculares e respiratórias fatais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A evidência é clara, não há nível seguro de exposição à fumaça do tabaco", disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em nota prévia ao Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado na próxima quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Muitos países já agiram. Peço a todos os países que ainda não o fizeram que dêem este passo imediato e importante para proteger a saúde de todos", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários países europeus, inclusive França, Espanha, Irlanda e Portugal, estão entre os que já adotaram tais proibições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A OMS, com sede em Genebra, disse que suas recomendações se baseiam em três estudos sobre o fumo passivo, dois deles feitos nos EUA e o outro da Agência Internacional para a Pesquisa sobre Câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a OMS, cerca de 200 mil trabalhadores morrem por ano devido à exposição à fumaça no trabalho, enquanto 700 milhões de crianças, cerca de metade das que existem no mundo, respiram ar poluído pela fumaça de cigarros, especialmente em suas casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agência diz que o tabaco é a principal causa de mortes evitáveis no mundo. O número de fumantes continua crescendo rapidamente nos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países participantes da Convenção-Quadro sobre o Controle do Tabaco, promovida pela OMS, devem discutir diretrizes sobre a exposição ao fumo durante uma reunião a partir de 30 de junho em Bangcoc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Uol Tecnologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Cya&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-635453597402706030?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/635453597402706030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=635453597402706030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/635453597402706030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/635453597402706030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/05/oms-quer-proibio-global-do-fumo-em.html' title='OMS quer proibição global do fumo em locais públicos fechados'/><author><name>kanon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02697653893511160703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-921561076478059106.post-63146091456458448</id><published>2007-05-29T14:08:00.000-07:00</published><updated>2007-05-29T14:11:57.469-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Hana-Bi – Fogos de Artifício</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://img402.imageshack.us/img402/3452/bscap0138ri6.jpg" width="300" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hana-Bi é um dos raros filmes que se vê como quem está diante de uma obra única, feita com todo o rigor possível, com todos os seus elementos – seja cênicos, dramáticos ou imagéticos – relacionando-se a cada instante. Ou seja, vê-se Hana-Bi como quem está ouvindo uma excepcional peça sinfônica. Nessa peça, Takeshi Kitano consegue não só dar conta do universo violento de seus filmes de policial (Violent Cop, Sonatine), como também consegue incorporar nele todo o olhar esperançoso/melancólico/juvenil de Volta às Aulas (que também tem o nome de Juventude Perdida) e Cenas de Praia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Hana-Bi, os mortos têm tanta importância quanto os vivos. A filhinha do policial Nishi (interpretado por Takeshi Kitano) e de Miyuki, sua esposa, está morta, e a própria Miyulki carrega consigo uma doença fatal, incurável (leucemia, diz um policial amigo de Nishi). De outra parte, Horibe, policial parceiro de Nishi, perde o uso das pernas quando é alvejado por um yakuza e passa a ser renegado pela mulher e pela filha, e vai isolar-se numa casa à beira da praia. Kitano vai observar as vidas desses três seres quase mortos, populados pela morte em mais de um sentido, para tentar alçá-los a mais um bocado de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nishi é o personagem principal da história. O filme funciona a partir dele, é ele o fio condutor que une toda a narração. Um incidente primordial, acontecido antes da história que Kitano nos mostra, parece dominar seus pensamentos: num shopping, em um tiroteio – que sempre vemos fragmentadamente, sem som e em câmara lenta – Nishi se atraca com um yakuza e outros dois policiais vêm em seu apoio. Um morre e outro é ferido. Como em uma sinfonia, esse é o motivo geral do filme, dando o tom para o clima desesperançoso e violento que o filme terá até seu final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hana-Bi trabalha sobretudo com duas metáforas-guias: os fogos de artifício e as flores. De fato, os dois são belos, mas de uma beleza fugaz, fugidia. Takeshi Kitano faz uso dessas imagens para associá-las a seus personagens. Através dos olhos de Kitano, podemos ver a beleza se esvaindo dos vivos, causando extremo desgosto a Nishi, aquele que vai até o fim lutar contra o apagamento da beleza. É ele quem vai restituir a vida a Horibe, presenteando-o com um kit de desenho, que será então seu refúgio; é Nishi que acompanha a sua esposa moribunda tentando fazer com que lhe valham todos seus minutos restantes; e por fim é ele que se responsabiliza pela ex-esposa do policial que morreu em seu lugar. Mas que não se pense que existe nele a mínima esperança da vida ganhar no final: ele sabe disso e espalha seu inconformismo pelas mais inocentes vítimas, como os jogadores de baseball ou a menina da pipa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que mais impressiona em Hana-Bi é a lógica de Kitano para a felicidade. Sempre que vemos duas pessoas ocupando o mesmo plano, por mais triste que ele seja, estamos recompensados. Jamais o contrário. A lógica da dupla é o que mais emociona nesse filme: Nishi/Miyuki, Horibe/pintura, o dono do ferro velho e sua ajudante drogada, os dois jovens policiais e até mesmo os dois moleques que Nishi encontra em duas oportunidades. Questão, logo, de montagem: é nesse aspecto tido como puramente técnico que Kitano vai-se mostrar mestre de cinema. Pois um cinema que é, acima de tudo, guiado pela ternura (por mais violência que se veja na tela, o que sobressai é sempre a ternura) não pode ter o olhar espetacular, o olhar do metre de cerimônias. Kitano sempre dá preferência aos personagens relativamente à ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão de olhares, pois. Kitano fala que só existem dois olhares, o da criança e o da violência. Ao comer uma maçã, a criança olha para a maçã; o adulto olha para outro lugar. Esse lugar, para Kitano, é a violência. E Hana-Bi é o eterno embate entre a infância, que é a beleza da vida (representada pelos momentos de felicidade conjugal ou pelos desenhos de Horibe) e apresenta-se sempre a dois, e a violência que joga uns contra os outros e tenta sempre acabar com a vida. Hana-Bi é uma dificílima peça sinfônica interpretada pelas mãos de uma criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ruy Gardnier&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/921561076478059106-63146091456458448?l=blogdodownz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdodownz.blogspot.com/feeds/63146091456458448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=921561076478059106&amp;postID=63146091456458448' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/63146091456458448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/921561076478059106/posts/default/63146091456458448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdodownz.blogspot.com/2007/05/hana-bi-fogos-de-artifcio.html' title='Hana-Bi – Fogos de Artifício'/><author><name>Sr. Meursault</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://img373.imageshack.us/img373/6513/avatarvl3.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
